Case · Hospital Sírio-Libanês

Hospital Sírio-Libanês: o laboratório orquestrado pelo LABORLIS 27

Como o laboratório de análises clínicas do Sírio-Libanês passou a escalar volume mantendo o padrão clínico, a autonomia entre unidades e a continuidade.

  • ClienteHospital Sírio-Libanês
  • OperaçãoAnálises clínicas
  • ProdutoLABORLIS 27
  • CategoriaArquitetura operacional
  • Publicado em16 de março de 2026

Quando a tecnologia se adapta à operação, a saúde muda de patamar. Foi essa a premissa do projeto que a Ocean Health desenvolveu junto ao laboratório de análises clínicas do Hospital Sírio-Libanês.

Na medicina diagnóstica, volume, precisão e tempo são determinantes. A capacidade de estruturar operações inteligentes deixou de ser uma agenda futura e virou necessidade operacional. O projeto no Sírio-Libanês é um dos exemplos mais consistentes dessa abordagem: a resposta nasceu da realidade da operação, não da limitação da tecnologia.

O desafio: escalar uma operação crítica sem comprometer a qualidade clínica

Estruturar uma operação de alta complexidade capaz de crescer com consistência, manter autonomia entre unidades e garantir continuidade mesmo em cenários críticos. Três exigências ao mesmo tempo:

Escalar com consistência. Crescer em volume e complexidade sem perder o padrão clínico que define a operação de referência do Sírio-Libanês.

Preservar autonomia. Permitir que cada unidade respeite as suas particularidades, mantendo governança e inteligência compartilhadas.

Sustentar continuidade. Garantir operação contínua em cenários críticos, com arquitetura preparada para resiliência e para a decisão em tempo real.

A arquitetura: o LABORLIS 27 no centro da orquestração

No coração dessa transformação está o LABORLIS 27, atuando como camada de orquestração e inteligência de toda a jornada laboratorial. A plataforma permite que os dados circulem de forma estruturada e contextualizada entre sistemas e unidades, criando uma base sólida para a decisão em tempo real.

A implementação exigiu alinhamento profundo entre tecnologia e operação. Mais do que conectar sistemas, o modelo faz com que os dados circulem de forma estruturada e contextualizada entre diferentes pontos da operação, garantindo continuidade, consistência e fluidez.

Esse desenho viabiliza uma operação em que a tecnologia se molda à realidade do laboratório. Em vez de impor fluxos rígidos, a plataforma acompanha a dinâmica operacional, respeitando as particularidades de cada unidade enquanto mantém uma base comum de inteligência e governança.

Vozes do projeto

O projeto trouxe uma nova lógica para nossa operação. Conseguimos evoluir em escala sem abrir mão da qualidade, o que era essencial para o nosso nível de exigência.

Dra. Mirtes Sales, responsável pelo Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Sírio-Libanês.

O grande diferencial foi construir uma solução aderente à realidade da operação. Não estamos falando apenas de conectar sistemas, mas de sustentar uma operação crítica e contínua.

Anderson Paes, coordenador do projeto no Hospital Sírio-Libanês.

Interoperabilidade não é sobre integração técnica. É sobre permitir que a operação funcione de forma fluida, independente da complexidade do ambiente. Quando a tecnologia se adapta à operação, você deixa de digitalizar processos e passa a transformar a forma como a saúde funciona.

Eduardo Alvarez, CEO da Ocean Health.

O que mudou na prática

A arquitetura entregou ganhos concretos em diferentes dimensões da jornada laboratorial, da orquestração de unidades à preparação para inteligência analítica em escala.

  1. Orquestração de múltiplas unidades com independência operacional. Cada unidade opera com as suas particularidades, sustentada por uma base de interoperabilidade real entre sistemas.
  2. Recuperação estruturada de informações clínicas. Os dados circulam de forma contextualizada entre unidades, garantindo consistência ao longo da jornada do paciente.
  3. Consolidação ao longo da jornada. As informações se conectam de ponta a ponta, sustentando decisões clínicas e operacionais em tempo real.
  4. Base preparada para analítica e automação. A arquitetura abre caminho para inteligência aplicada em escala, sem reescrever a operação.
  5. Continuidade em cenários críticos. Resiliência arquitetural que sustenta a operação mesmo em contextos de exceção.
  6. Governança comum sem rigidez. A tecnologia acompanha a dinâmica operacional em vez de impor fluxos. Particularidades respeitadas, inteligência compartilhada.

Para onde isso aponta

A discussão deixou de ser sobre sistemas. Passou a ser sobre arquitetura operacional.

Em um setor historicamente fragmentado, a pergunta não é mais se as instituições vão se integrar. É quais delas serão capazes de operar de forma verdadeiramente conectada.

Nos próximos anos, essa diferença tende a separar dois grupos muito claros: de um lado, organizações que usam tecnologia para sustentar o presente. Do outro, aquelas que utilizam tecnologia para redesenhar o futuro da saúde.

Se a sua operação é um laboratório de análises clínicas que precisa crescer sem perder o padrão, o caminho começa pela mesma pergunta que fizemos aqui: o que a operação já faz bem, e o que a tecnologia precisa respeitar para não atrapalhar.

Demonstração

Sua operação está pronta para ser orquestrada?

Conversamos com líderes de hospitais, laboratórios, clínicas e operadoras que precisam evoluir a infraestrutura sem reescrever a operação.