Os exames entram com a tabela do convênio ou a particular. Aprovado, o orçamento vira pedido sem recadastro.
Ocean Core · LIS para laboratórios clínicos
Do pedido ao resultado, com a amostra rastreada em cada ponto.
O LABORLIS 27 registra o atendimento com o convênio certo, gera a amostra e a etiqueta, acompanha o tubo pela rota com check-in e check-out, decide na triagem para onde cada amostra vai, recebe o resultado do equipamento e só libera o que passa pelas regras do laboratório. O que não passa fica retido, com o motivo escrito. Depois fatura o convênio, escreve o financeiro e publica o resultado nos portais do paciente, do médico, do convênio e do laboratório apoiado.
- Ponto a pontocustódia da amostra registrada da coleta ao descarte
- 8verificações antes de um resultado sair, com o motivo de cada decisão
- 4portais: paciente, médico, convênio e laboratório apoiado
- 1LIS para a rotina de alto volume e para a especialidade
O dia de hoje no laboratório
Todo laboratório já tem um LIS. O problema é que ele não sabe explicar o que fez.
A amostra some entre o posto e o núcleo técnico. O resultado é liberado por um "libera tudo dentro da faixa" que ninguém auditou. O valor crítico é anotado num caderno. E o setor de especialidade opera metade fora do sistema.
A jornada completa
Do pedido ao recebimento do convênio, cada etapa entrega à seguinte um dado que já existe.
Dez etapas, sem redigitação. Em cada uma, quem faz e o que nasce ali.
Paciente identificado, convênio e tabela resolvidos, exames no pedido. O sistema calcula o prazo de cada exame, confere jejum e autorização e diz o que falta antes de deixar seguir. Senha e painel organizam a espera.
As amostras são geradas conforme o recipiente de cada exame: material, conservante, vias de etiqueta. A etiqueta sai com código de barras, ou o vínculo é feito por leitura da etiqueta pré-impressa já colada no tubo.
O tubo entra num lote, o lote numa remessa, e a remessa passa por pontos com check-in e check-out. Cada passagem grava quem, quando e onde.
O lote é recebido com conferência de temperatura e registro de faltantes. Depois, um a um, o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai.
O mapa de trabalho organiza o que cada setor tem para fazer. O resultado chega digitado ou direto do equipamento. Progresso por bancada, setor e amostra mostra onde está o gargalo.
Cada resultado passa por faixa de referência, valor crítico, delta com o exame anterior, nota obrigatória, controle de qualidade e a regra que o laboratório escreveu. O que passa sai; o que não passa fica retido, com o motivo.
O laudo é assinado e publicado: impressão, e-mail, portal do paciente, do médico, do convênio, ou devolvido ao sistema que pediu.
Os exames realizados viram guia e lote de convênio. A guia é conferida e corrigida na tela, o lote é fechado e faturado. Glosa e recurso têm tela própria.
Contas a pagar e a receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, fechamento e repasse a médicos. As visões gerais e os 45 relatórios respondem por volume, prazo, produtividade e receita.
→ Role para o lado para percorrer as dez etapas.
Diferenciais, com a tela que prova
Rastreabilidade, resultado com regra e fluxo que cabe no seu setor.
Cada argumento vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração. Clique para ampliar.
"Onde está o tubo?" tem resposta na tela, com hora e responsável
Lote, remessa, ponto logístico, check-in, check-out. Cada passagem da amostra grava quem a teve, quando e onde. A pergunta que hoje vira telefonema para o motoboy vira uma consulta: a amostra do paciente saiu do posto às 9h12, chegou ao núcleo às 10h40, foi recebida por fulano.
- Custódia registrada do posto de coleta ao núcleo técnico, e do núcleo ao descarte
- Recebimento com conferência de temperatura contra a estabilidade de cada material e registro de faltantes
- Soroteca: onde cada amostra está guardada, para achar em segundos quando for preciso repetir
"O laboratório para de descobrir problema pelo telefone."

A prova Aqui o gestor vê quantas amostras estão em trânsito agora, em quais pontos, e quais remessas estão abertas.
A triagem é uma decisão, não uma conferência
Receber e triar são coisas diferentes, e o sistema trata como tal. O recebimento confere o lote. A triagem é um a um: o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai, pelas regras que o laboratório cadastrou. Quanto melhor o cadastro, menos o operador pensa no bip. Exceção vira registro, não bilhete.
- Destino calculado por regra: setor, bancada, rack e unidade produtiva
- Bipar um tubo já triado não é erro: o mesmo tubo tem exames com destinos e tempos diferentes
- Painel por setor mostra o que foi recebido e o que já foi triado, em tempo real
"Recebimento e triagem são coisas diferentes, e o sistema trata como tal."

A prova O painel de triagem, setor por setor: quantos tubos chegaram e quantos já sabem para onde vão.
A liberação decide por regra e explica a decisão
Cada resultado passa por oito verificações em ordem: o exame pode ser liberado? há analito fora da faixa? há valor crítico? a variação em relação ao exame anterior do mesmo paciente é plausível? falta uma nota obrigatória? o controle de qualidade do equipamento está sob controle? a regra que o laboratório escreveu aprova? Se nenhuma disser "pode", o resultado fica retido. E cada verificação guarda o que viu.
- Negativa por padrão: a ausência de aprovação não é aprovação
- Evidência, não carimbo: a auditoria mostra os analitos fora da faixa, a regra que casou, o histórico usado no delta
- O que ficou retido está numa fila, com o motivo, para o bioquímico decidir
"Não é um 'libera tudo dentro da faixa'. É uma decisão com evidência."

A prova A auditoria da liberação: linha a linha, o que foi liberado, o que ficou retido e por quê.
O valor crítico não sai antes de alguém registrar quem foi avisado
Um resultado em faixa crítica fica retido até que a comunicação ao responsável clínico seja registrada: para quem, por quem, quando e por quê. É esse registro que destrava a liberação. O laboratório deixa de depender do caderno e passa a ter o ciclo de registro que a auditoria de acreditação pede.
- Regra por analito e categoria: moderado, severo, letal
- Fila de comunicações pendentes, em andamento e concluídas
- Relatório de valores críticos e de "reportado ao médico" para a acreditação
"O que estava no caderno passa a ter autor, hora e destinatário."

A prova A central de valores críticos: pendentes, em andamento e concluídas, com a categoria de cada um.
O resultado chega do equipamento, e a bancada sabe o que falta
A lista de trabalho vai para o analisador e o resultado volta sem digitação, pela interface com o equipamento. Quem digita, digita numa tela feita para isso, com o mapa de trabalho do setor. Pendências, exames bloqueados e supervisão têm fila própria, com dono e prazo. O analista não descobre o problema quando o paciente liga.
- Mapa de trabalho por setor, digitação e assinatura, digitação por lotes
- Progresso por bancada, por setor e por amostra: onde está o gargalo agora
- Pendências com tipo, prioridade e responsável; exames bloqueados numa fila, não num aviso
"A pendência tem fila, dono e prazo."

A prova A fila da bancada em tema escuro: cada exame com o seu prazo e a sua prioridade.
O setor que não cabe no fluxo padrão desenha o seu
Citogenética, citometria, biologia molecular, microbiologia e anatomia patológica têm etapas longas, itens que se transformam (amostra, cultura, colheita, lâmina), decisões condicionais e mapas físicos. No Ocean Flow o laboratório desenha o próprio fluxo, com etapas, responsáveis, prazos, ações, formulários e regras de transição. A execução é um quadro; a rastreabilidade é por item, com linha do tempo completa.
- Fluxos por setor: cultura, colheita, lâmina, painel, antibiograma, cada um com as suas etapas
- Mapas de trabalho físicos, impressos e bipados, ligados ao item do fluxo
- Camada paralela: a rotina de bioquímica continua no fluxo tradicional
"O mesmo LIS para o alto volume e para a especialidade, sem obrigar a segunda a caber no molde da primeira."

A prova Os fluxos de citogenética, citometria e microbiologia, cada um com as suas etapas, publicados pelo próprio laboratório.
O posto de coleta recebe as etiquetas antes. O vínculo é feito por leitura.
O posto e o laboratório parceiro recebem jogos de etiquetas impressos com antecedência, com código de barras e faixa de numeração reservada por lote. Cada jogo tem a etiqueta-mãe da ficha e as filhas dos tubos. Na coleta, o vínculo com a amostra é feito bipando. Um lote de dez mil jogos é gerado em segundos, e mudar a configuração de numeração não quebra nenhum lote antigo.
- Numeração reservada por lote, sem colisão entre postos
- Modelos de etiqueta com pré-visualização, por impressora e por posto
- Painel de vínculo: o que já foi identificado, o que ainda aguarda tubo
"A etiqueta já está no tubo antes de o paciente sentar."

A prova Um lote novo de etiquetas: local, modelos de etiqueta-mãe e filha, quantidade de jogos e a faixa de numeração reservada.
Quatro portais, um sistema
Paciente, médico solicitante, convênio e laboratório apoiado têm portal próprio, não uma tela adaptada. O paciente vê e baixa o resultado. O médico acompanha os seus pacientes e recebe o valor crítico. O convênio acompanha guias, faturas e pendências. E o laboratório apoiado tem operação completa: lança pedido, envia lote, acompanha a amostra, baixa o resultado e gerencia os próprios coletadores.
- Resultado publicado no portal no momento da assinatura
- Apoiado com pedido, lote, amostra, recoleta e relatórios próprios
- Pesquisa de satisfação e acompanhamento do pedido pelo paciente
"Quem pediu o exame consegue ver o exame, sem ligar para o laboratório."

A prova A porta de entrada dos portais, com a identidade visual do laboratório.
A guia é conferida antes de virar lote, e o lote fechado não muda
Os exames realizados viram guia e lote de convênio. A guia é conferida e corrigida na tela, com autorização acompanhada antes de o exame ser feito. O lote fechado é faturado no padrão TISS; glosa e recurso têm tela própria; a relação de débitos e a nota fiscal saem dali. Para quem usa o Ocean Billing, o faturamento migra para ele.
- Autorização conferida no atendimento, não trinta dias depois
- Guia, lote, faturamento, glosa e recurso no mesmo lugar
- Financeiro completo: contas a pagar e a receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, repasse a médicos
"A guia é conferida antes de virar lote, o lote fechado é imutável e a glosa tem tela própria."

A prova A tela de faturamento: as guias do período, por convênio e unidade, prontas para virar lote.
Integrações
O LIS conversa com o que já está no laboratório. E cada ligação é opcional.
Equipamentos, laboratório de apoio, outro laboratório da rede, o sistema de imagem, o hospital. O que não estiver ligado não impede o restante de funcionar.
Interface com os analisadores
A lista de trabalho vai para o equipamento e o resultado volta sem digitação. Preparado para consumir o LaborMID, que normaliza os dados entre fabricantes e roteia entre unidades produtivas; a ligação é habilitada na implantação.
Laboratório de apoio e Lab-Lab
Envia exames para o laboratório de apoio e recebe o resultado de volta. Entre duas instalações do LABORLIS 27, a troca é direta.
Controle de qualidade como trava
A liberação consulta o status do controle de qualidade do equipamento: fora de controle, o resultado não sai. Preparado para consumir o LaborQC, que calcula as regras e os gráficos; a ligação é habilitada na implantação.
Sistema do hospital e RIS
Recebe o pedido e devolve o resultado ao sistema que pediu. Conversa com o sistema de imagem, inclusive pela lista de trabalho no padrão DICOM.
Ocean Billing
Quando ativo, assume o faturamento: convênio, SUS e particular no mesmo motor, com regras de glosa configuráveis pela equipe.
Nota fiscal, boleto e login corporativo
Emissão de nota fiscal de serviço e de boleto por provedor integrado, e entrada com o login corporativo do laboratório. Cada um exige credencial do laboratório, provisionada na implantação.
Monitor de integração e rastro de cada mensagem trocada: quando um resultado não chega, o laboratório vê onde parou.
Para quem
Cada pessoa do laboratório ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Direção do laboratório
"Quantas vezes por semana o laboratório descobre um problema pelo telefone?"
- A amostra tem custódia registrada, a liberação tem regra escrita e a decisão tem evidência. Isso muda a conversa com a acreditação e com o convênio.
- Um LIS para a rede inteira: matriz, unidades, postos de coleta e laboratórios apoiados, com portal para cada um.
- Rotina de alto volume e especialidade de baixo volume no mesmo sistema, sem planilha ao lado.
- Visões gerais por domínio e 45 relatórios: volume, prazo, produtividade, atraso e receita.
- Faturamento e financeiro fechados no mesmo lugar, da guia ao repasse.
Bioquímico responsável
"Quem auditou o 'libera tudo dentro da faixa' que está rodando hoje?"
- A liberação não é um "libera tudo dentro da faixa". Valor crítico, delta, nota obrigatória e controle de qualidade são travas, e cada decisão guarda a evidência.
- O que ficou retido está numa fila, com o motivo. Você decide o que sai.
- O valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, quando e por quem.
- A assinatura é sua, e fica registrada por exame.
- Relatórios de valores críticos, retificações e "reportado ao médico" prontos para a auditoria.
Gerente técnico
"Quantos tubos chegaram hoje sem ninguém saber para onde iam?"
- Recebimento e triagem são coisas diferentes, e o sistema trata como tal.
- A triagem é decisão um a um, pelas regras que você cadastrou. O mesmo tubo volta quantas vezes precisar.
- Progresso por bancada, por setor e por amostra: o gargalo aparece antes de virar atraso.
- Pendências e exames bloqueados com fila, dono e prazo.
- Simulador de triagem: teste a regra antes de ela valer na bancada.
Setor de especialidade
"Quanto do seu fluxo vive em planilha porque o LIS não cabe?"
- Seu fluxo não precisa caber no molde da bioquímica. Você desenha as etapas, os prazos, as ações e as regras.
- A execução é um quadro; cada item tem linha do tempo completa.
- Mapas de trabalho físicos, impressos e bipados, ligados ao item.
- Itens que se transformam (amostra, cultura, colheita, lâmina) continuam rastreados.
- Aprovações e "minhas tarefas" para quem toca o fluxo no dia a dia.
Faturamento e financeiro
"Quantas guias voltaram este mês por falta de autorização?"
- A autorização é conferida no atendimento, antes de o exame ser feito.
- A guia é conferida antes de virar lote, o lote fechado é imutável e a glosa tem tela própria.
- Faturamento no padrão TISS, relação de débitos, nota fiscal e boleto.
- Contas a pagar e a receber, conciliação bancária com importação do extrato, fluxo de caixa e fechamento.
- Repasse a médicos apurado no sistema.
TI do laboratório
"O que precisa sair do ar para isso entrar?"
- Roda no navegador, em português, inglês e espanhol, com tema claro e escuro.
- Um único serviço no servidor, sobre PostgreSQL ou Oracle, o banco que o laboratório já opera.
- Cada integração é opcional e tem "desligado" como estado válido.
- Quem vê o quê é decisão do laboratório: não há perfil fixo de fábrica, e o servidor confere a cada ação.
- Monitor de integração e rastro de cada mensagem, para achar onde um resultado parou.
Módulos
Dezesseis grupos. Uma aplicação. Nenhuma redigitação entre eles.
No ecossistema Ocean
O LIS no centro. Equipamentos, qualidade e receita ao lado.
LaborMID
A ponte entre os analisadores e o LIS: dados normalizados entre fabricantes e roteamento entre unidades produtivas.
Conhecer →LaborQC
Calcula as regras e os gráficos do controle de qualidade e fornece o status que a liberação usa como trava.
Conhecer →Ocean Billing
Convênio, SUS e particular no mesmo motor, com fechamento por contrato para o laboratório de apoio.
Conhecer →PRORADIS 27
O RIS da mesma família: o serviço que tem laboratório e imagem fala com os dois pelo mesmo padrão.
Conhecer →Laboratórios de análises clínicas
Como a família Ocean cobre o laboratório inteiro, do pedido ao faturamento.
Ver o segmento →LABORLIS 27 B2B
O parceiro pede, envia e acompanha pelo portal; etiquetas pré-impressas no posto dele; custódia até a bancada; o mês fecha por contrato.
Conhecer →Implantação e operação
Entra por módulo, com o cadastro migrado antes.
O LABORLIS 27 roda no navegador, em português, inglês e espanhol, com tema claro para o balcão e escuro para a bancada. Uma instalação atende o laboratório e todas as suas unidades, postos e apoiados.
A implantação começa pelo catálogo: exames, valores de referência, materiais, setores, convênios e tabelas de preço migram antes de a primeira guia ser emitida. Depois, o laboratório liga um módulo por vez, no ritmo da equipe.
- Tudo se configura por tela: dez seções de configuração e centenas de chaves de comportamento
- Impressão de etiqueta e comprovante em cada posto, com componente local na estação
- Cada integração tem monitor e rastro próprios
- Modo veterinário: espécie, responsável e faixas de referência por espécie
Segurança, privacidade e auditoria
- Permissões: quem vê o quê é decisão do laboratório; o menu esconde o que a permissão não abre, e o servidor recusa de novo.
- Dados do paciente: auditoria por usuário e por campo nos cadastros sensíveis, com histórico de alterações em tela própria.
- Trilha: cada mudança de estado da guia, do exame, da amostra e do lote grava quem, quando e em que unidade.
- Liberação: além do estado, a evidência de cada verificação. É essa trilha que sustenta a resposta à acreditação.
- Sessão: expiração configurável, saída por inatividade e login corporativo opcional.
O LABORLIS 27 em números
O que o laboratório ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a operação.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Versão de referência | 27.3.0 |
|---|---|
| Grupos de funções | 16: início e visões gerais, atendimento, logística, pré-analítico, analítico, pós-analítico, comunicação clínica, faturamento, financeiro, estoque, Ocean Flow, relatórios, cadastros, configurações, integrações, portais |
| Telas | 428 telas · 117 de cadastro · 49 de configuração · 44 de portal |
| Relatórios | 45 |
| Permissões | 285, verificadas no servidor e no menu; níveis de acesso montados pelo laboratório |
| Liberação de resultado | 8 estágios em ordem, com negativa por padrão e evidência por estágio; fila de aprovações e auditoria |
| Idiomas e temas | Português (Brasil), inglês e espanhol, com 12.407 chaves de tradução · tema claro, escuro, sistema e automático por horário |
| Integrações | Interface de equipamento, apoio, Lab-Lab, RIS, lista de trabalho DICOM, Ocean Billing (sob chave), LaborQC e LaborMID (preparado para consumir; habilitados na implantação), nota fiscal, boleto, LDAP e login federado (exigem provisionamento), mensageria e tempo real |
| Plataforma | Aplicação web servida por um único serviço · banco PostgreSQL ou Oracle · mensageria RabbitMQ · componente local de impressão na estação · licença por instalação |
| Operação de TI | Atualização do banco automática na subida, verificação de saúde para o balanceador, registro estruturado no servidor |
| Auditoria | Por guia, exame, amostra e lote; por usuário e campo nos cadastros sensíveis; evidência por estágio da liberação |
| Modo veterinário | Espécie, responsável e faixas de referência por espécie |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Capturas de tela sobre base inteiramente fictícia (Ocean Health Example Lab); nenhum paciente, médico, convênio ou laboratório real aparece em qualquer imagem.
Perguntas frequentes
O que o laboratório pergunta antes de decidir.
Funciona com os equipamentos que eu já tenho?
A liberação automática é segura?
Como funciona o valor crítico?
E os setores de citogenética, microbiologia e anatomia patológica?
Atende laboratório de apoio e rede com postos de coleta?
O faturamento fica no LIS ou no Ocean Billing?
Para ir além
Quem já opera assim, e o que escrevemos sobre isso.

Hospital Sírio-Libanês: o laboratório orquestrado pelo LABORLIS 27
Como o laboratório de análises clínicas do Sírio-Libanês passou a escalar volume mantendo o padrão clínico, a autonomia entre unidades e a continuidade.

Resumo do case Sírio-Libanês: o que mudou na operação do laboratório
Um resumo do case publicado com o laboratório do Hospital Sírio-Libanês: o desafio de escalar com consistência e o papel do Laborlis como camada de orquestração.

LIS e RIS/PACS nativamente integrados: a nova geração
Por que sistemas especializados e nativamente conectados resolvem a fragmentação entre laboratório, imagem e clínica melhor que uma suíte all-in-one.
Próximo passo
Veja o LABORLIS 27 com a rotina do seu laboratório.
Uma demonstração de 45 minutos percorre do pedido ao resultado assinado, passando pela rota de coleta, pela triagem e pela liberação com regra, com dados que se parecem com os seus.