Ocean Core · LIS para laboratórios clínicos

Do pedido ao resultado, com a amostra rastreada em cada ponto.

O LABORLIS 27 registra o atendimento com o convênio certo, gera a amostra e a etiqueta, acompanha o tubo pela rota com check-in e check-out, decide na triagem para onde cada amostra vai, recebe o resultado do equipamento e só libera o que passa pelas regras do laboratório. O que não passa fica retido, com o motivo escrito. Depois fatura o convênio, escreve o financeiro e publica o resultado nos portais do paciente, do médico, do convênio e do laboratório apoiado.

laborlis 27 · atendimento › visão geral
Visão geral do atendimento no LABORLIS 27, com guias emitidas, fila de coleta, volume por hora e resultados prontos
  • Ponto a pontocustódia da amostra registrada da coleta ao descarte
  • 8verificações antes de um resultado sair, com o motivo de cada decisão
  • 4portais: paciente, médico, convênio e laboratório apoiado
  • 1LIS para a rotina de alto volume e para a especialidade

O dia de hoje no laboratório

Todo laboratório já tem um LIS. O problema é que ele não sabe explicar o que fez.

A amostra some entre o posto e o núcleo técnico. O resultado é liberado por um "libera tudo dentro da faixa" que ninguém auditou. O valor crítico é anotado num caderno. E o setor de especialidade opera metade fora do sistema.

"Onde está o tubo do paciente?"A resposta depende de um telefonema para o motoboy. Entre o posto de coleta e a bancada, ninguém sabe em que ponto a amostra parou.
A liberação automática que ninguém auditouO resultado sai porque estava dentro da faixa. Delta com o exame anterior, controle de qualidade do dia e nota obrigatória ficam de fora da decisão.
O valor crítico vive no cadernoAlguém ligou para o médico. Quem, quando, para qual número? Na auditoria de acreditação, a resposta é uma memória.
O analista descobre o exame bloqueado quando o paciente ligaA pendência não tem fila, não tem dono e não tem prazo.
A guia perdida por falta de autorizaçãoO faturamento descobre trinta dias depois, quando a operadora devolve.
Citogenética, microbiologia e anatomia patológica fora do sistemaO fluxo desses setores não cabe em "recebeu, processou, liberou". Então eles vivem em planilha, mapa de papel e post-it.

A jornada completa

Do pedido ao recebimento do convênio, cada etapa entrega à seguinte um dado que já existe.

Dez etapas, sem redigitação. Em cada uma, quem faz e o que nasce ali.

ETAPA 01OrçamentoBalcão · opcional

Os exames entram com a tabela do convênio ou a particular. Aprovado, o orçamento vira pedido sem recadastro.

nasceo orçamento, pronto para virar pedido
ETAPA 02AtendimentoRecepção

Paciente identificado, convênio e tabela resolvidos, exames no pedido. O sistema calcula o prazo de cada exame, confere jejum e autorização e diz o que falta antes de deixar seguir. Senha e painel organizam a espera.

nasceo pedido, com prazo de entrega por exame
ETAPA 03ColetaColeta

As amostras são geradas conforme o recipiente de cada exame: material, conservante, vias de etiqueta. A etiqueta sai com código de barras, ou o vínculo é feito por leitura da etiqueta pré-impressa já colada no tubo.

nascea amostra identificada
ETAPA 04LogísticaRota · motorista · posto

O tubo entra num lote, o lote numa remessa, e a remessa passa por pontos com check-in e check-out. Cada passagem grava quem, quando e onde.

nascea custódia da amostra, consultável a qualquer momento
ETAPA 05Recebimento e triagemNúcleo técnico

O lote é recebido com conferência de temperatura e registro de faltantes. Depois, um a um, o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai.

nasceo destino de cada amostra dentro da unidade
ETAPA 06BancadaAnalista

O mapa de trabalho organiza o que cada setor tem para fazer. O resultado chega digitado ou direto do equipamento. Progresso por bancada, setor e amostra mostra onde está o gargalo.

nasceo resultado, pronto para as verificações
ETAPA 07LiberaçãoRegras do laboratório · bioquímico

Cada resultado passa por faixa de referência, valor crítico, delta com o exame anterior, nota obrigatória, controle de qualidade e a regra que o laboratório escreveu. O que passa sai; o que não passa fica retido, com o motivo.

nascea decisão de liberar ou reter, com a evidência
ETAPA 08Assinatura e entregaProfissional habilitado

O laudo é assinado e publicado: impressão, e-mail, portal do paciente, do médico, do convênio, ou devolvido ao sistema que pediu.

nasceo laudo entregue, com registro de cada canal
ETAPA 09FaturamentoFaturamento

Os exames realizados viram guia e lote de convênio. A guia é conferida e corrigida na tela, o lote é fechado e faturado. Glosa e recurso têm tela própria.

nasceo lote e o título a receber
ETAPA 10Financeiro e gestãoFinanceiro · diretoria

Contas a pagar e a receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, fechamento e repasse a médicos. As visões gerais e os 45 relatórios respondem por volume, prazo, produtividade e receita.

consometudo o que a jornada produziu

→ Role para o lado para percorrer as dez etapas.

Diferenciais, com a tela que prova

Rastreabilidade, resultado com regra e fluxo que cabe no seu setor.

Cada argumento vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração. Clique para ampliar.

Rastreabilidade

"Onde está o tubo?" tem resposta na tela, com hora e responsável

Lote, remessa, ponto logístico, check-in, check-out. Cada passagem da amostra grava quem a teve, quando e onde. A pergunta que hoje vira telefonema para o motoboy vira uma consulta: a amostra do paciente saiu do posto às 9h12, chegou ao núcleo às 10h40, foi recebida por fulano.

  • Custódia registrada do posto de coleta ao núcleo técnico, e do núcleo ao descarte
  • Recebimento com conferência de temperatura contra a estabilidade de cada material e registro de faltantes
  • Soroteca: onde cada amostra está guardada, para achar em segundos quando for preciso repetir

"O laboratório para de descobrir problema pelo telefone."

logística › visão geral
Visão geral da logística com amostras em trânsito, remessas ativas, pontos logísticos e a distribuição das amostras por ponto

A prova Aqui o gestor vê quantas amostras estão em trânsito agora, em quais pontos, e quais remessas estão abertas.

Triagem

A triagem é uma decisão, não uma conferência

Receber e triar são coisas diferentes, e o sistema trata como tal. O recebimento confere o lote. A triagem é um a um: o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai, pelas regras que o laboratório cadastrou. Quanto melhor o cadastro, menos o operador pensa no bip. Exceção vira registro, não bilhete.

  • Destino calculado por regra: setor, bancada, rack e unidade produtiva
  • Bipar um tubo já triado não é erro: o mesmo tubo tem exames com destinos e tempos diferentes
  • Painel por setor mostra o que foi recebido e o que já foi triado, em tempo real

"Recebimento e triagem são coisas diferentes, e o sistema trata como tal."

pré-analítico › triagem › painel
Painel de triagem do LABORLIS 27 com o mapa por setor: hematologia, hormônios, imunologia, biologia molecular, bioquímica, parasitologia e urinálise, com recebidos e triados

A prova O painel de triagem, setor por setor: quantos tubos chegaram e quantos já sabem para onde vão.

Resultados

A liberação decide por regra e explica a decisão

Cada resultado passa por oito verificações em ordem: o exame pode ser liberado? há analito fora da faixa? há valor crítico? a variação em relação ao exame anterior do mesmo paciente é plausível? falta uma nota obrigatória? o controle de qualidade do equipamento está sob controle? a regra que o laboratório escreveu aprova? Se nenhuma disser "pode", o resultado fica retido. E cada verificação guarda o que viu.

  • Negativa por padrão: a ausência de aprovação não é aprovação
  • Evidência, não carimbo: a auditoria mostra os analitos fora da faixa, a regra que casou, o histórico usado no delta
  • O que ficou retido está numa fila, com o motivo, para o bioquímico decidir

"Não é um 'libera tudo dentro da faixa'. É uma decisão com evidência."

pós-analítico › liberação automática › auditoria
Auditoria da liberação automática no LABORLIS 27, com cada resultado, a decisão de liberar ou reter e o motivo escrito

A prova A auditoria da liberação: linha a linha, o que foi liberado, o que ficou retido e por quê.

Valor crítico

O valor crítico não sai antes de alguém registrar quem foi avisado

Um resultado em faixa crítica fica retido até que a comunicação ao responsável clínico seja registrada: para quem, por quem, quando e por quê. É esse registro que destrava a liberação. O laboratório deixa de depender do caderno e passa a ter o ciclo de registro que a auditoria de acreditação pede.

  • Regra por analito e categoria: moderado, severo, letal
  • Fila de comunicações pendentes, em andamento e concluídas
  • Relatório de valores críticos e de "reportado ao médico" para a acreditação

"O que estava no caderno passa a ter autor, hora e destinatário."

notificações › valores críticos
Tela de valores críticos do LABORLIS 27 com as comunicações pendentes, em andamento e concluídas, filtros por setor, médico, paciente e categoria

A prova A central de valores críticos: pendentes, em andamento e concluídas, com a categoria de cada um.

Bancada e equipamentos

O resultado chega do equipamento, e a bancada sabe o que falta

A lista de trabalho vai para o analisador e o resultado volta sem digitação, pela interface com o equipamento. Quem digita, digita numa tela feita para isso, com o mapa de trabalho do setor. Pendências, exames bloqueados e supervisão têm fila própria, com dono e prazo. O analista não descobre o problema quando o paciente liga.

  • Mapa de trabalho por setor, digitação e assinatura, digitação por lotes
  • Progresso por bancada, por setor e por amostra: onde está o gargalo agora
  • Pendências com tipo, prioridade e responsável; exames bloqueados numa fila, não num aviso

"A pendência tem fila, dono e prazo."

analítico › worklist de laudos
Worklist de laudos do LABORLIS 27 em tema escuro, com guia, exame, paciente, prazo e prioridade de cada item

A prova A fila da bancada em tema escuro: cada exame com o seu prazo e a sua prioridade.

Ocean Flow

O setor que não cabe no fluxo padrão desenha o seu

Citogenética, citometria, biologia molecular, microbiologia e anatomia patológica têm etapas longas, itens que se transformam (amostra, cultura, colheita, lâmina), decisões condicionais e mapas físicos. No Ocean Flow o laboratório desenha o próprio fluxo, com etapas, responsáveis, prazos, ações, formulários e regras de transição. A execução é um quadro; a rastreabilidade é por item, com linha do tempo completa.

  • Fluxos por setor: cultura, colheita, lâmina, painel, antibiograma, cada um com as suas etapas
  • Mapas de trabalho físicos, impressos e bipados, ligados ao item do fluxo
  • Camada paralela: a rotina de bioquímica continua no fluxo tradicional

"O mesmo LIS para o alto volume e para a especialidade, sem obrigar a segunda a caber no molde da primeira."

configurações › processos › workflows
Lista de fluxos configurados no Ocean Flow do LABORLIS 27: citogenética (amostra, cultura, colheita, lâmina), citometria e microbiologia (antibiograma, cultura), cada um com versão e status

A prova Os fluxos de citogenética, citometria e microbiologia, cada um com as suas etapas, publicados pelo próprio laboratório.

Etiquetas pré-impressas

O posto de coleta recebe as etiquetas antes. O vínculo é feito por leitura.

O posto e o laboratório parceiro recebem jogos de etiquetas impressos com antecedência, com código de barras e faixa de numeração reservada por lote. Cada jogo tem a etiqueta-mãe da ficha e as filhas dos tubos. Na coleta, o vínculo com a amostra é feito bipando. Um lote de dez mil jogos é gerado em segundos, e mudar a configuração de numeração não quebra nenhum lote antigo.

  • Numeração reservada por lote, sem colisão entre postos
  • Modelos de etiqueta com pré-visualização, por impressora e por posto
  • Painel de vínculo: o que já foi identificado, o que ainda aguarda tubo

"A etiqueta já está no tubo antes de o paciente sentar."

logística › etiquetas pré-impressas › novo lote
Tela de novo lote de etiquetas pré-impressas no LABORLIS 27, com local de origem, modelos de etiqueta mãe e filha, quantidade de jogos e o resumo da numeração reservada

A prova Um lote novo de etiquetas: local, modelos de etiqueta-mãe e filha, quantidade de jogos e a faixa de numeração reservada.

Portais

Quatro portais, um sistema

Paciente, médico solicitante, convênio e laboratório apoiado têm portal próprio, não uma tela adaptada. O paciente vê e baixa o resultado. O médico acompanha os seus pacientes e recebe o valor crítico. O convênio acompanha guias, faturas e pendências. E o laboratório apoiado tem operação completa: lança pedido, envia lote, acompanha a amostra, baixa o resultado e gerencia os próprios coletadores.

  • Resultado publicado no portal no momento da assinatura
  • Apoiado com pedido, lote, amostra, recoleta e relatórios próprios
  • Pesquisa de satisfação e acompanhamento do pedido pelo paciente

"Quem pediu o exame consegue ver o exame, sem ligar para o laboratório."

portal de resultados
Entrada do portal de resultados do LABORLIS 27, para pacientes, médicos, convênios e laboratórios apoiados

A prova A porta de entrada dos portais, com a identidade visual do laboratório.

Faturamento

A guia é conferida antes de virar lote, e o lote fechado não muda

Os exames realizados viram guia e lote de convênio. A guia é conferida e corrigida na tela, com autorização acompanhada antes de o exame ser feito. O lote fechado é faturado no padrão TISS; glosa e recurso têm tela própria; a relação de débitos e a nota fiscal saem dali. Para quem usa o Ocean Billing, o faturamento migra para ele.

  • Autorização conferida no atendimento, não trinta dias depois
  • Guia, lote, faturamento, glosa e recurso no mesmo lugar
  • Financeiro completo: contas a pagar e a receber, conciliação bancária, fluxo de caixa, repasse a médicos

"A guia é conferida antes de virar lote, o lote fechado é imutável e a glosa tem tela própria."

faturamento › faturar
Tela Faturar do LABORLIS 27, com filtros por convênio, unidade, período e situação das guias, e as ações de gerar lote e validar TISS

A prova A tela de faturamento: as guias do período, por convênio e unidade, prontas para virar lote.

Integrações

O LIS conversa com o que já está no laboratório. E cada ligação é opcional.

Equipamentos, laboratório de apoio, outro laboratório da rede, o sistema de imagem, o hospital. O que não estiver ligado não impede o restante de funcionar.

Equipamentos

Interface com os analisadores

A lista de trabalho vai para o equipamento e o resultado volta sem digitação. Preparado para consumir o LaborMID, que normaliza os dados entre fabricantes e roteia entre unidades produtivas; a ligação é habilitada na implantação.

Apoio

Laboratório de apoio e Lab-Lab

Envia exames para o laboratório de apoio e recebe o resultado de volta. Entre duas instalações do LABORLIS 27, a troca é direta.

Qualidade

Controle de qualidade como trava

A liberação consulta o status do controle de qualidade do equipamento: fora de controle, o resultado não sai. Preparado para consumir o LaborQC, que calcula as regras e os gráficos; a ligação é habilitada na implantação.

Hospital e imagem

Sistema do hospital e RIS

Recebe o pedido e devolve o resultado ao sistema que pediu. Conversa com o sistema de imagem, inclusive pela lista de trabalho no padrão DICOM.

Receita

Ocean Billing

Quando ativo, assume o faturamento: convênio, SUS e particular no mesmo motor, com regras de glosa configuráveis pela equipe.

Serviços externos

Nota fiscal, boleto e login corporativo

Emissão de nota fiscal de serviço e de boleto por provedor integrado, e entrada com o login corporativo do laboratório. Cada um exige credencial do laboratório, provisionada na implantação.

Monitor de integração e rastro de cada mensagem trocada: quando um resultado não chega, o laboratório vê onde parou.

Para quem

Cada pessoa do laboratório ganha algo diferente. Escolha o seu papel.

Direção do laboratório

"Quantas vezes por semana o laboratório descobre um problema pelo telefone?"

  1. A amostra tem custódia registrada, a liberação tem regra escrita e a decisão tem evidência. Isso muda a conversa com a acreditação e com o convênio.
  2. Um LIS para a rede inteira: matriz, unidades, postos de coleta e laboratórios apoiados, com portal para cada um.
  3. Rotina de alto volume e especialidade de baixo volume no mesmo sistema, sem planilha ao lado.
  4. Visões gerais por domínio e 45 relatórios: volume, prazo, produtividade, atraso e receita.
  5. Faturamento e financeiro fechados no mesmo lugar, da guia ao repasse.

Módulos

Dezesseis grupos. Uma aplicação. Nenhuma redigitação entre eles.

01Início e visões geraisIndicadores do período por domínio: atendimento, logística, pré-analítico, analítico, pós-analítico, estoque, equipamentos.
02AtendimentoPaciente, guia, orçamento, fila e painel de chamada, totem, biometria, prontuário, rota de coleta domiciliar, entrega de resultados.
03LogísticaCheck-in e check-out, remessa, rastreamento, lote de lotes, etiquetas pré-impressas.
04Pré-analíticoColeta, recebimento de amostras, checkpoint, conferência, envio, lotes, busca de amostras, triagem.
05AnalíticoMapa de trabalho, digitação e assinatura, worklist, pendências, supervisão, progresso, exames bloqueados, redirecionamento.
06Pós-analíticoEntrega de resultados, estudos, soroteca, auditoria e aprovações da liberação automática.
07Comunicação clínicaValores críticos com o ciclo de comunicação registrada.
08FaturamentoFaturar, contas a receber, lotes de convênio, glosa e recurso, relação de débitos, nota fiscal.
09FinanceiroContas a pagar, conciliação bancária, importação do extrato, fluxo de caixa, fechamento de caixa, repasse a médicos, DRE.
10EstoquePedidos ao fornecedor, requisições internas, movimentações, posições, lotes e validade.
11Ocean FlowFluxos desenhados pelo laboratório: quadro, cockpit do item, mapas de trabalho, minhas tarefas, aprovações.
12Relatórios45 relatórios: amostras, exames, atrasos, valor crítico, TISS, produtividade, estoque, retificações, apoio.
13CadastrosO catálogo do laboratório: exames, valores de referência, materiais, setores, unidades, convênios, tabelas de preço, equipamentos.
14ConfiguraçõesDez seções: pessoas, convênios, exames, financeiro, operacional, sistema, processos, triagem, etiquetas, estoque.
15IntegraçõesIntegradores, regras de roteamento, monitor e rastro das mensagens, equipamentos.
16PortaisPaciente, médico, convênio e laboratório apoiado, cada um com as funções do seu papel.

Implantação e operação

Entra por módulo, com o cadastro migrado antes.

O LABORLIS 27 roda no navegador, em português, inglês e espanhol, com tema claro para o balcão e escuro para a bancada. Uma instalação atende o laboratório e todas as suas unidades, postos e apoiados.

A implantação começa pelo catálogo: exames, valores de referência, materiais, setores, convênios e tabelas de preço migram antes de a primeira guia ser emitida. Depois, o laboratório liga um módulo por vez, no ritmo da equipe.

  • Tudo se configura por tela: dez seções de configuração e centenas de chaves de comportamento
  • Impressão de etiqueta e comprovante em cada posto, com componente local na estação
  • Cada integração tem monitor e rastro próprios
  • Modo veterinário: espécie, responsável e faixas de referência por espécie

Segurança, privacidade e auditoria

  • Permissões: quem vê o quê é decisão do laboratório; o menu esconde o que a permissão não abre, e o servidor recusa de novo.
  • Dados do paciente: auditoria por usuário e por campo nos cadastros sensíveis, com histórico de alterações em tela própria.
  • Trilha: cada mudança de estado da guia, do exame, da amostra e do lote grava quem, quando e em que unidade.
  • Liberação: além do estado, a evidência de cada verificação. É essa trilha que sustenta a resposta à acreditação.
  • Sessão: expiração configurável, saída por inatividade e login corporativo opcional.

O LABORLIS 27 em números

O que o laboratório ganha, em números que dá para conferir.

Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a operação.

8verificações antes de liberarFaixa, valor crítico, delta, nota, controle de qualidade e a regra do laboratório. Cada uma com a evidência.
4portaisPaciente, médico, convênio e laboratório apoiado, cada um com as funções do seu papel.
45relatórios prontosVolume, prazo, atraso, valor crítico, produtividade, estoque, TISS e apoio.
1fluxo por setor de especialidadeCitogenética, citometria, microbiologia e anatomia patológica desenham o próprio fluxo.
16grupos de funçõesDo atendimento ao financeiro, na mesma aplicação, sem redigitação.
0perfil fixo de fábricaO laboratório monta os níveis de acesso, e o sistema confere a cada ação.
3idiomas e 2 temasPortuguês, inglês e espanhol. Claro para o balcão, escuro para a bancada.
2bancos de dados à escolhaPostgreSQL ou Oracle, o que o laboratório já opera.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
Versão de referência27.3.0
Grupos de funções16: início e visões gerais, atendimento, logística, pré-analítico, analítico, pós-analítico, comunicação clínica, faturamento, financeiro, estoque, Ocean Flow, relatórios, cadastros, configurações, integrações, portais
Telas428 telas · 117 de cadastro · 49 de configuração · 44 de portal
Relatórios45
Permissões285, verificadas no servidor e no menu; níveis de acesso montados pelo laboratório
Liberação de resultado8 estágios em ordem, com negativa por padrão e evidência por estágio; fila de aprovações e auditoria
Idiomas e temasPortuguês (Brasil), inglês e espanhol, com 12.407 chaves de tradução · tema claro, escuro, sistema e automático por horário
IntegraçõesInterface de equipamento, apoio, Lab-Lab, RIS, lista de trabalho DICOM, Ocean Billing (sob chave), LaborQC e LaborMID (preparado para consumir; habilitados na implantação), nota fiscal, boleto, LDAP e login federado (exigem provisionamento), mensageria e tempo real
PlataformaAplicação web servida por um único serviço · banco PostgreSQL ou Oracle · mensageria RabbitMQ · componente local de impressão na estação · licença por instalação
Operação de TIAtualização do banco automática na subida, verificação de saúde para o balanceador, registro estruturado no servidor
AuditoriaPor guia, exame, amostra e lote; por usuário e campo nos cadastros sensíveis; evidência por estágio da liberação
Modo veterinárioEspécie, responsável e faixas de referência por espécie
RegulatórioProduto com registro na ANVISA

Capturas de tela sobre base inteiramente fictícia (Ocean Health Example Lab); nenhum paciente, médico, convênio ou laboratório real aparece em qualquer imagem.

Perguntas frequentes

O que o laboratório pergunta antes de decidir.

Funciona com os equipamentos que eu já tenho?
A interface com os analisadores envia a lista de trabalho e recebe o resultado sem digitação. Com o LaborMID, os dados são normalizados entre fabricantes e o roteamento entre unidades produtivas fica no mesmo lugar; essa ligação é habilitada na implantação.
A liberação automática é segura?
Ela aplica as regras que o laboratório definiu, retém o que não passa e registra a evidência de cada decisão. Se nenhuma verificação disser "pode", o resultado fica retido. Quem assina o laudo continua sendo o profissional habilitado, e toda liberação é rastreável e reversível.
Como funciona o valor crítico?
A regra de valor crítico pode exigir confirmação da comunicação. Enquanto ela não vier, o resultado fica retido. A confirmação registra destinatário, motivo, autor e horário, e é o que destrava a liberação. O produto implementa o ciclo de registro que a norma de acreditação descreve; a conformidade é do laboratório.
E os setores de citogenética, microbiologia e anatomia patológica?
Têm o Ocean Flow: o laboratório desenha o próprio fluxo, com etapas, prazos, ações, formulários e regras, e opera em quadro com rastreabilidade por item. A rotina de bioquímica continua no fluxo tradicional.
Atende laboratório de apoio e rede com postos de coleta?
Sim. O apoiado tem portal com pedido, lote, amostra, recoleta e resultado. Os postos usam etiquetas pré-impressas com numeração reservada e a logística registra a custódia entre os pontos. Uma instalação atende a matriz, as unidades e os postos.
O faturamento fica no LIS ou no Ocean Billing?
O LABORLIS 27 fatura o convênio no padrão TISS, trata glosa e recurso e emite nota fiscal e boleto pelos provedores integrados. Quando o Ocean Billing está ativo, o faturamento migra para ele e a operação passa a ser no motor de receita.

Próximo passo

Veja o LABORLIS 27 com a rotina do seu laboratório.

Uma demonstração de 45 minutos percorre do pedido ao resultado assinado, passando pela rota de coleta, pela triagem e pela liberação com regra, com dados que se parecem com os seus.

DiagnósticoMapeamos o caminho da amostra e do resultado no seu laboratório e apontamos onde o rastro se perde.
Demonstração guiadaA jornada completa no produto, com base de demonstração e as perguntas do seu time.
Proposta por móduloEscopo, ordem de ativação e o que o laboratório precisa provisionar antes.
Catálogo migrado, primeiro módulo no arExames, valores de referência e convênios migrados; a equipe treinada por papel; o restante entra no ritmo da operação.