A grade só mostra o que existe de verdade: já sem o bloqueio, a cota do convênio e o horário que a colega está negociando ao telefone. O horário fica reservado por dez minutos. Orçamento aprovado vira agendamento com os exames já carregados.
Para clínicas e centros de diagnóstico por imagem
A clínica inteira em um só fluxo: do horário reservado ao convênio recebido.
Você sabe onde a clínica perde dinheiro: no horário vendido duas vezes, no paciente que falta, no laudo atrasado que ninguém viu, na guia que volta glosada. A Ocean fecha essas fronteiras. A agenda só oferece o horário que existe, o paciente confirma pelo celular, a imagem entra no acervo sozinha, o laudo abre com o exame anterior ao lado e o convênio fecha até o dinheiro na conta. Um fornecedor, uma família de produtos feita para conversar.
- 1sistema que conduz a clínica, da agenda ao caixa
- 3lugares para ver o exame: estação, navegador e celular
- 0redigitação entre agenda, exame, laudo e guia
- TISSponta a ponta: da guia conferida ao dinheiro na conta
O dia de hoje, por papel
Cada pessoa da clínica perde tempo numa fronteira diferente.
O problema quase nunca é falta de tela. É que a agenda não conhece as regras da casa, o balcão não sabe se o termo foi assinado, o radiologista procura o exame anterior em outro sistema e o faturamento descobre a guia incompleta trinta dias depois, na glosa.
A jornada na sua clínica
Oito etapas, e o produto que cuida de cada uma.
O dado nasce uma vez, no agendamento, e atravessa a operação inteira sem ser digitado de novo. Em cada etapa, o produto Ocean responsável e o que nasce ali.
O paciente recebe o pedido de confirmação com link, o lembrete de véspera com o preparo e faz o check-in pelo celular, por WhatsApp e e-mail. O que ele responde volta para dentro da operação e vira tarefa para alguém.
Presença marcada, fila por prioridade, e o dia inteiro do paciente numa tela: convênio, senha, CID, guia, pagamento com mais de um pagador e a lista do que ainda falta.
O preparo vira um quadro: jejum, termo de contraste assinado no celular do paciente, decisão médica, repouso com cronômetro. “Realizar” só libera com tudo cumprido, e quem forçar deixa o motivo registrado.
O aparelho já recebeu o nome do paciente: o técnico seleciona em vez de digitar. A imagem entra no acervo no ato, no padrão DICOM, sem ninguém precisar fazer nada.
Quem lauda o dia inteiro usa a estação: a tela se monta sozinha e a fila da manhã já está no computador. O resto do serviço usa o navegador, com reconstruções e 3D, sem instalar nada. O plantão abre o mesmo link no celular. O exame anterior está a um clique.
Cockpit em tema escuro: modelos, ditado, imagens e o exame anterior na mesma tela. A fila entrega primeiro o que está perto de estourar. A entrega registra quem retirou e emite comprovante, e o paciente recebe o aviso de resultado pronto. Parte do laudo é feita fora? O Teleradis recebe o exame e devolve o laudo assinado pelo mesmo caminho.
Guia conferida, lote por convênio, arquivo TISS, nota fiscal, BPA-SUS, retorno do convênio, glosas em massa, baixa com trilha. Um só lugar escreve no caixa. Carteira complexa, com ANS, SUS, empresas e várias regras? O Ocean Billing assume o ciclo.
→ Role para o lado para percorrer as oito etapas.
O que muda, com a tela que prova
Cinco momentos da clínica, antes e depois.
O horário fica em seu nome por dez minutos, e as colegas já sabem
“Horário livre” não é o que sobrou na grade. É o que sobrou depois do bloqueio, da reserva, da cota do convênio e do horário que a colega ao lado está negociando ao telefone. O sistema faz essa conta por você e não deixa gravar o que a tela não deveria ter oferecido. A reserva tem contagem regressiva visível, e a grade das colegas muda na hora, sem recarregar.
“A regra que estava na cabeça da recepcionista agora está na tela. E dá para testar antes de valer.”

A prova Aqui a atendente vê os três exames no carrinho, “tudo reservado”, com a contagem regressiva de cada horário.
O exame não é realizado com o termo pendente
O trecho entre “o paciente chegou” e “o exame foi feito” é onde a clínica erra mais caro. Aqui ele vira um quadro por raia, montado por tipo de exame. O termo de contraste é assinado no celular do paciente, e é a assinatura que destrava a etapa. Quem tem permissão pode forçar, com uma justificativa que fica registrada.
“E se alguém precisar forçar, a clínica sabe quem forçou e por quê.”

A prova O quadro do preparo, raia por raia, com a barra que mostra onde está o gargalo.
O exame anterior está a um clique, não a um sistema de distância
Os exames anteriores estão no mesmo acervo. Por isso comparar é um clique: a tela divide, cada lado mostra a data do seu exame e os dois andam juntos. Você mede no atual, e a medida fica guardada dentro do exame. Sem instalar nada. No plantão, o mesmo link abre no celular com interface de toque.
“Comparar deixa de ser uma busca.”

A prova Aqui o radiologista vê o raio X de tórax de hoje ao lado do de um ano atrás, cada um com a sua data, e a medida traçada no atual já aparece na lista de medidas do exame.
Um monitor: o texto, as imagens, o exame anterior e o ditado
Cockpit em tema escuro, feito para a sala de laudo: editor em folha A4, biblioteca de modelos e frases, ditado enquanto você fala, imagens-chave, comparativos, versões e salvamento automático. A fila entrega primeiro o que está mais perto de estourar o prazo. E ninguém abre o laudo que você está escrevendo.
“A fila entrega primeiro o que está mais perto de estourar. Não o que chegou primeiro.”

A prova O cockpit como ele abre: Ditar, autotexto, Gravar, Verificar.
Do item realizado ao dinheiro na conta, dentro do sistema
Duas pessoas nunca conferem a mesma guia. O lote faturado não muda mais. A guia sai no padrão TISS que a operadora aceita, conferida antes do envio. A nota fiscal e o BPA-SUS saem dali mesmo. O retorno do convênio entra com pré-visualização, e você trata as glosas em massa: aceitar, recursar, recuperar, com baixa e trilha. E um só lugar escreve no caixa.
“Um só lugar escreve no caixa. Por isso o saldo, o estorno e a DRE batem.”

A prova O lote faturado e travado, com o arquivo TISS gerado e o histórico de cada passo.
Os produtos para a clínica de imagem
O RIS no centro. O acervo em padrão aberto. As leituras onde o médico está.
Cada produto se sustenta sozinho e conversa com o que você já tem: cada integração é opcional. Juntos, fecham as fronteiras onde a clínica perde tempo, dinheiro e rastro.
PRORADIS 27
Agenda, recepção, atendimento, preparo do exame, cockpit de laudo, entrega, faturamento TISS, financeiro, suprimentos e 56 relatórios prontos para a reunião. Doze módulos, uma aplicação.
Conhecer →Lumina PACS
O nome do paciente vai para o aparelho, a imagem entra no acervo no ato e chega às três leituras. O acervo é seu, no padrão DICOM.
Conhecer →Lumina Workstation
Para quem lauda o dia inteiro: a tela se monta sozinha, a fila da manhã já está no computador quando o radiologista senta, medições com nome clínico, mamografia. Sem licença por assento.
Conhecer →Lumina Web
Para o resto do serviço e para o plantão: sem instalar nada, MPR, MIP e 3D, comparação com o anterior em um clique e interface de toque no celular.
Conhecer →Teleradis
Central de laudos com prazo por contrato: recebe o exame da sua fila, distribui por subespecialidade e devolve o laudo assinado pelo mesmo caminho.
Conhecer →Ocean Billing
ANS, SUS, particular e empresas no mesmo motor. Regras de glosa que a sua própria equipe configura, recurso e recuperação, várias unidades e CNPJs.
Conhecer →Por porte de operação
O que dói muda com o tamanho. O ponto de partida também.
Clínica de uma unidade
O que dói: agenda que não conhece as regras da casa, falta alta, laudo atrasado sem ninguém perceber.
Por onde começar: PRORADIS 27 com a Agenda Inteligente e a confirmação pelo celular; Lumina PACS com Lumina Web para toda a equipe ver o exame sem instalar nada.
Centro diagnóstico multiunidade
O que dói: cada unidade com um jeito, central de marcação sem visão do todo, retrabalho entre balcão e faturamento.
Por onde começar: agendas e regras por unidade no mesmo cadastro, Central de Agendamentos com ações em lote, catálogo e preço únicos; Lumina Workstation na sala de laudo, com os protocolos de tela publicados para o parque inteiro.
Operação com telerradiologia
O que dói: fila de laudo sem critério, radiologista sobrecarregado, laudo atrasado descoberto no relatório do mês.
Por onde começar: fila ordenada pelo prazo e distribuição por responsável no PRORADIS 27; Teleradis para os contratos externos; Lumina Web e a fila da clínica dentro da Lumina Workstation para quem lauda de fora.
Perguntas que a clínica faz
Antes de decidir.
Preciso trocar tudo de uma vez?
O que acontece com o acervo de imagens que já tenho?
Os radiologistas precisam instalar alguma coisa?
Como o paciente é avisado?
O faturamento do convênio fica no RIS ou no Ocean Billing?
E quando parte do laudo é feita fora?
Para ir além
O que escrevemos sobre isso.

LIS e RIS/PACS nativamente integrados: a nova geração
Por que sistemas especializados e nativamente conectados resolvem a fragmentação entre laboratório, imagem e clínica melhor que uma suíte all-in-one.

Ocean Health e Oracle: infraestrutura para imagem médica
Por que processar tomografia e ressonância exige desempenho e segurança de outra ordem, e como a parceria com a Oracle sustenta essa fundação desde a origem.
Próximo passo
Veja a jornada inteira com a operação da sua clínica.
Uma demonstração percorre do horário reservado ao lote faturado, passando pela imagem no acervo e pelo laudo, com dados que se parecem com os seus.