Cada setor usa o caminho que já tem: o agendamento do RIS, a chegada da imagem no arquivo, o sistema do hospital ou o botão “Solicitar Serviço” na fila. Exame repetido entra uma vez só.
Ocean Core · Central de laudos e telerradiologia
Do exame feito ao laudo assinado e entregue, no prazo de cada contrato.
O exame entra sozinho, pelo agendamento do RIS ou pela chegada da imagem. A fila mostra o que está prestes a estourar o prazo e com quem está. O radiologista lauda sem sair da tela, assina com certificado digital, e o laudo volta a quem pediu, com comprovante de entrega. Cada setor que pede exame tem o seu contrato: o pronto-socorro com o prazo do pronto-socorro, o ambulatório com o dele, o parceiro externo com tabela própria. Todos na mesma fila, cada um no seu relógio.
- 4jeitos de o exame entrar: agendamento, imagem, sistema do hospital ou tela
- 4jeitos de o laudo chegar: sistema do hospital, portal, link com QR Code ou prontuário
- 5sistemas hospitalares com conector, todos opcionais
- Nadaprecisa sair: convive com o PACS, o RIS e o HIS instalados
O dia de hoje na central
O gargalo deixou de ser o equipamento. Passou a ser o laudo.
O tomógrafo faz o exame em dez minutos. O laudo demora seis horas, e ninguém sabe dizer por quê. As perguntas sem resposta são sempre as mesmas. O Teleradis responde todas com o mesmo dado, gravado uma vez.
A jornada completa
Do exame feito ao laudo provado, com registro em cada passo.
Doze etapas. Em cada uma, quem faz, o que acontece e o que fica registrado, porque é esse registro que a etapa seguinte usa e que sobra como prova no fim.
A regra da unidade diz qual subespecialidade lauda cada tipo de exame, e o sistema classifica sozinho. O que a regra não cobre, a triagem resolve na tela. O que fica parado avisa a cada três minutos.
O prazo vem do contrato daquela unidade para aquele serviço: eletivo ou urgente. Fora do plantão, o eletivo conta só em horário útil. O urgente, e qualquer exame no plantão, conta corrido.
Uma tela para todos. Urgentes, Atrasados e Não atribuídos com a contagem no próprio botão, filtros salvos com nome e as colunas que cada um prefere. Um clique mostra o detalhe; dois abrem o laudo.
Abrir para laudar reserva o exame no seu nome, e a fila mostra quem está com o quê. A operação define quantos exames cada um segura de uma vez, e o que ficar preso volta sozinho para a fila.
Paciente, unidade, prazo e contagem regressiva no alto. Modelos, frases, exames anteriores, imagens, versões e triagem por IA abrem ao lado da folha. Teclado, voz ou áudio para a digitação.
O exame incompleto para com motivo, e o prazo pausa. O paciente que precisa voltar é reconvocado, e o prazo pausa. A segunda leitura tem fila e prazo próprios.
Marcado no laudo, com o registro de que a equipe assistente foi avisada. Aparece sinalizado na fila e conta no painel.
Um atalho de teclado assina com o certificado digital do radiologista. Se a operação quiser, a conclusão é classificada como normal ou alterada e um questionário é respondido antes de gravar.
Cada unidade escolhe como recebe: direto no sistema do hospital, no portal do paciente, por link com QR Code que confere nome e CPF, ou dentro do prontuário. Tudo com comprovante e reenvio.
Laudo assinado que precisa mudar vira Retificação, com motivo e autor. O texto anterior fica guardado, a unidade recebe o aviso do jeito que contratou e o índice entra no painel de qualidade.
O que sobra é registro: cada mudança de estado com autor e hora, cada versão do texto, cada pendência, cada entrega e a resposta do outro lado, cada acesso ao resultado, cada entrada no sistema.
→ Role para o lado para percorrer as doze etapas.
Diferenciais, com a tela que prova
Nenhum argumento é opinião. Cada um aponta a tela onde se confere.
Nada aqui é slide. Cada diferencial vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração inteiramente fictícia. Clique para ampliar.
Uma fila para todos. Um relógio para cada contrato.
Cada setor que pede exame, dentro do hospital ou fora dele, tem o seu contrato: prazo para o eletivo, prazo para o urgente, valor e repasse ao radiologista. O mesmo exame, pedido pelo pronto-socorro ou pelo check-up, entra na mesma fila com relógios diferentes. Tratar todos os pedidos igual é o mesmo que não ter prazo.
- Prazo, valor e repasse por serviço, na ficha de cada unidade
- Dois exames iguais, de unidades diferentes, com contagens regressivas diferentes
- Impressão, entrega e regra de classificação também por unidade
“O urgente do pronto-socorro não fica atrás de trinta rotinas do check-up.”

A prova Aqui a ficha da unidade, aba Serviços: prazo eletivo, prazo urgente, valor e repasse, serviço a serviço.
Você descobre o atraso antes do cliente. E o relógio sabe parar.
A fila ordena pelo que está mais perto de estourar e mostra a contagem regressiva de cada exame, com a cor mudando conforme a folga aperta. Urgentes, Atrasados e Não atribuídos trazem a contagem no próprio botão. E quando o exame para por pendência, ou o paciente precisa voltar, o prazo pausa: enquanto a bola está com o terceiro, o prazo não é da central. É isso que torna o número defensável na reunião de contrato.
- Contagem regressiva por exame, com alerta quando passa da folga que a operação definiu
- Contando, Pausado, Assinado ou Cancelado: a coluna de prazo diz em que pé está cada exame
- Eletivo conta em horário útil; urgente e plantão contam corrido
“Você descobre o atraso antes do cliente.”

A prova Aqui o chip Atrasados ativo: o que já estourou, de qual unidade e com quem está.
Ninguém lauda em dobro. Nenhum exame morre com quem saiu do plantão.
Abrir para laudar reserva o exame no nome do radiologista, e a fila mostra quem está com o quê. Sem trava, dois médicos laudam o mesmo exame. Com trava sem limite, um só reserva a fila inteira. Com trava sem devolução, o exame fica preso com quem já foi para casa. Por isso a trava tem três regras, e quem decide é a operação.
- Quantos exames cada radiologista pode segurar ao mesmo tempo, por subespecialidade se a operação quiser
- Se a coordenação pode liberar um exame preso com outra pessoa
- O que ficar parado além da folga configurada volta sozinho para a fila
“Ninguém abre o exame que você está laudando. E nenhum exame morre com quem saiu do plantão.”

A prova Aqui, em Configurações › Regras, a devolução automática: o exame preso volta para a fila ao atingir a parte do prazo que a operação definiu.
A IA diz onde olhar primeiro. Quem lauda é o médico.
Onde a unidade contrata o serviço com triagem por IA, cada exame é analisado antes de chegar ao radiologista, e a fila ganha a coluna Criticidade IA: um escore com faixa de cor e alerta quando passa do limite. No laudo, o painel IA Hub mostra o que a IA encontrou e os mapas de calor. A IA classifica e ordena atenção. Nada entra no texto sem o médico aceitar.
- Coluna Criticidade IA na fila, com a linha em destaque quando há mais de um achado relevante
- IA Hub no laudo: achados por patologia, escore e mapas de calor
- A unidade contrata o serviço, e é o serviço que traz a triagem por IA
“Quem lauda é o médico. Nada entra no texto sem aceite.”

A prova Aqui a coluna Criticidade IA com o escore em alerta, e o painel de detalhes aberto sem sair da fila.
Laudar sem sair da tela
Cada troca de janela custa meio minuto e uma chance de erro. Num plantão de sessenta exames, é meia hora. No Teleradis, modelos, frases, versões, exames anteriores, imagens, triagem por IA e achado crítico abrem ao lado da folha A4, sem trocar de janela. No alto, o paciente, a unidade, o prazo do contrato e a contagem regressiva.
- Três jeitos de escrever: teclado, ditado por voz com o texto no cursor, ou áudio para a digitação
- As imagens abrem no Lumina Web, na Lumina Workstation ou no visualizador que o serviço já usa
- Assinatura por atalho de teclado, com certificado digital e, se a operação quiser, classificação da conclusão e questionário
“Um monitor, o texto, as imagens e o exame anterior. E você assina sem tirar a mão do teclado.”

A prova Aqui o cockpit no tema escuro, como se lauda na sala de leitura: até a folha acompanha o tema.
Achado crítico com a prova de que alguém avisou
Achado crítico não comunicado é o risco jurídico mais caro de um serviço de diagnóstico. Avisar é obrigação. Provar que avisou é o que protege o serviço depois. No Teleradis o achado é marcado no laudo, com o registro da comunicação à equipe assistente. Aparece sinalizado na fila e conta no painel. Ter onde registrar, e conseguir mostrar depois, é diferente de ter uma etiqueta.
- Marcação própria no laudo, com o registro da comunicação
- Sinalização na linha da fila
- Contagem no painel da operação
“Não é uma etiqueta. É a prova de que alguém avisou.”

A prova Aqui o achado crítico aceso no trilho do laudo, junto do texto.
Corrigir um laudo assinado é um evento que se conta, não um remendo
Laudo assinado que precisa mudar não é editado por cima. Vira o estado Retificação, com motivo, autor e trilha. O texto anterior fica guardado, a unidade recebe o aviso do jeito que contratou e o índice de retificação entra no painel de qualidade. Editar por cima apagaria a história e acabaria com a conversa de qualidade.
- Ação “Solicitar retificação” na fila, com motivo registrado
- Nota no laudo com quem pediu, quando e por quê; o texto anterior fica guardado
- Retificações e reconvocações com índice no card Qualidade do painel
“Corrigir é um evento que se conta, não um remendo que apaga a história.”

A prova Aqui o estado Retificação no alto do laudo e a nota com autor, data e justificativa.
“Foi entregue?” deixa de ser pergunta de telefone
“O laudo foi entregue” precisa ser verificável. Cada unidade escolhe como recebe: direto no sistema do hospital, automaticamente, com comprovante de entrega e reenvio; no portal do paciente, na hora ou depois da janela que a unidade definiu; por link com QR Code que confere nome e CPF antes de mostrar; ou dentro do prontuário, pelo conector. Em todos, fica a linha do envio, a resposta do outro lado e a hora em que alguém abriu.
- Histórico de entregas por unidade, com a resposta do outro lado e botão de reenvio
- Só laudo assinado aparece no portal, e cada acesso por link fica registrado
- Aviso por WhatsApp ao paciente, quando a operação habilita
“Existe a linha do envio, a resposta e a hora do acesso.”

A prova Aqui a aba de entrega automática da unidade, com o histórico de envios logo abaixo da configuração.
Para quem
Cada pessoa do serviço ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Diretor do serviço de diagnóstico
“Quanto do seu contrato de prazo você consegue provar hoje?”
- O painel mostra o cumprimento do prazo mês a mês, no global, no eletivo e no urgente, com os atrasados de agora em tempo real.
- Retificações e reconvocações com índice, no mesmo painel. Qualidade que se mede, não que se estima.
- Relatório de Exames Fora do Prazo: o que estourou, de qual unidade, com quem e por quanto.
- Relatórios por unidade e por radiologista, fechando por data do pedido ou por data da assinatura.
- Você leva o número para a reunião, não a impressão.
Radiologista e plantonista
“Quantas janelas você abre para laudar um exame?”
- Modelos, frases, exames anteriores, imagens e triagem por IA na mesma janela da folha A4.
- Ninguém abre o exame que você travou. A fila mostra que está com você.
- Teclado, ditado por voz ou áudio para a digitação, e cada versão do texto fica guardada.
- Assinatura por atalho de teclado, com o certificado digital conferido e o selo no laudo.
- O achado crítico tem onde ser registrado, com a comunicação à equipe assistente.
Coordenação e técnicos da central
“Você descobre o atraso antes ou depois de o cliente ligar?”
- Urgentes, Atrasados e Não atribuídos com a contagem no próprio botão, e a contagem regressiva de cada exame.
- Atribuição em lote, a fila mostrando quem está com o quê, e o exame preso voltando sozinho.
- Pendência e reconvocação com motivo registrado, prazo pausado, quem abriu e quem resolveu.
- Modo de trabalho do técnico: classificar o que a regra não pegou, unificar exames e laudos, resolver pendência.
- O que chegou incompleto não vira problema do médico.
TI do hospital
“O que precisa sair do ar para isso entrar?” Nada.
- O exame entra pelo caminho que cada setor já tem: agendamento do RIS, chegada da imagem no arquivo, conector do HIS ou cadastro na tela. Cada um opcional.
- Conectores prontos para os principais sistemas hospitalares (Tasy, Mezzow, Astra, S2, ProMédico), ligados quando o hospital quiser.
- Fala DICOM com o arquivo e o RIS que existem. O PACS, o RIS e o HIS ficam onde estão.
- Quem faz o quê é decisão da operação, e o sistema confere a cada clique. Senha guardada cifrada, sessão que expira, usuário desligado não entra.
- Liga-se uma unidade por vez: cadastro, origem dos exames, contrato. O exame daquele setor passa a entrar.
Médico assistente e faturamento
“Como você sabe que o laudo saiu?” · “De onde sai o número do fechamento?”
- O médico do pronto-socorro, da UTI ou da enfermaria entra com acesso só à unidade dele: vê a fila dela e o laudo assinado assim que sai.
- Link com QR Code para o resultado, com conferência de nome e CPF e registro de cada acesso.
- O plantão não liga para perguntar se saiu.
- Valor e repasse gravados em cada exame. Relatórios de pagamento por radiologista e por unidade solicitante.
- O fechamento sai do mesmo dado que a operação usou, por data do pedido ou da assinatura.
Um produto, duas lentes
A mesma mecânica serve à central que vende laudo e ao hospital que lauda para si.
O que muda é o que a unidade solicitante representa. Um setor da rede e um contratante externo funcionam do mesmo jeito. Muda só quem responde por ele.
Central de laudos e telerradiologia
- Cada unidade solicitante é um contrato: prazo, preço, catálogo, impressão e entrega próprios.
- Corpo clínico distribuído e plantão 24 horas, com distribuição por subespecialidade e trava por radiologista.
- Repasse por contrato, com relatórios de pagamento por radiologista e por unidade.
- Entrega automática: direto no sistema do contratante, no portal do paciente ou por link com QR Code.
- Os relatórios fecham por unidade. O fechamento sai do mesmo dado que a operação usou.
Hospital e rede hospitalar
- As unidades solicitantes são o pronto-socorro, a UTI, o centro cirúrgico, a internação, o ambulatório, o check-up e as unidades satélite.
- O que existe entre elas é o prazo que a rede pactuou para cada uma: o pronto-socorro em uma hora, o ambulatório em horas.
- O médico assistente entra com acesso só à unidade dele, e o laudo pode voltar direto ao prontuário.
- Valor e repasse continuam existindo. A rede que faz rateio interno usa; quem não faz, ignora.
- No dia em que a rede laudar para um hospital parceiro, ou terceirizar parte do laudo, a unidade nova entra na mesma lista, com o mesmo rastro.

A prova Aqui a lista de unidades solicitantes da base de demonstração: setores internos do hospital e parceiros externos, lado a lado, cada um com o seu contrato.
Componentes
Doze componentes. Uma aplicação. Quem faz o quê é decisão da operação.
As permissões são dadas pessoa a pessoa, não por perfil fixo de fábrica. A mesma pessoa acumula papéis sem trocar de sistema.
No ecossistema Ocean
A central de laudos entre o arquivo, os visualizadores e o RIS. Cada ligação é opcional.
Quem guarda a imagem é o arquivo Lumina. Quem exibe são os visualizadores. Quem agenda e fatura é o PRORADIS 27. O Teleradis conversa com cada um no padrão da área e é ligado a cada um quando a operação quiser.
Lumina PACS
O arquivo: guarda e serve a imagem no padrão da indústria. O Teleradis busca ali as imagens do exame, no padrão DICOM, o mesmo que o seu PACS já fala.
Conhecer →Lumina Web
Visualizador no navegador. Abre a partir do laudo, com um clique, sem instalar nada.
Conhecer →Lumina Workstation
Estação de leitura instalada. Abre a partir do laudo e recebe a fila do Teleradis dentro da estação.
Conhecer →PRORADIS 27
Agenda, recepção, faturamento e financeiro. Manda o exame agendado para o Teleradis e recebe o laudo de volta.
Conhecer →Tasy · Mezzow · Astra · S2 · ProMédico
Conectores prontos para os principais sistemas hospitalares, para o laudo voltar ao prontuário. Com o S2, o botão “Prontuário do paciente” acende dentro do laudo.
DICOM, IA e ditado
Padrão DICOM para receber o exame e buscar a imagem. Triagem por IA (Lunit) contratada por serviço. Ditado embarcado (Laudite) e prescrição (Memed).
Implantação e operação
Uma unidade por vez. Um setor por vez.
O Teleradis roda no navegador, em português, inglês, espanhol e espanhol do Peru, com tema claro, escuro, “seguir o sistema” e automático por horário. A implantação é simples e não exige projeto de migração: nada do que está instalado sai.
Entra uma unidade por vez. Cadastra-se a unidade, aponta-se de onde vêm os exames dela, define-se o contrato, e o exame daquele setor passa a entrar na fila. O PACS, o RIS e o HIS ficam onde estão, e cada integração é ligada quando o setor estiver pronto.
- Quatro jeitos de o exame entrar e quatro de o laudo chegar, todos opcionais. O sistema sobe com qualquer combinação deles
- Nenhuma integração é obrigatória. Com uma desligada, o produto continua funcionando, sem a função que dependia dela
- As rotinas automáticas (classificar o exame, devolver à fila o que ficou preso, entregar o laudo) rodam sozinhas, sem ninguém apertar botão
- A fila funciona em tela pequena, em modo cartão, e o laudo abre em janela própria por exame
Segurança, privacidade e auditoria
- Acesso: senha guardada cifrada, sessão que expira e se renova, usuário desligado não entra.
- Assinatura: certificado digital por radiologista, com validade conferida a cada assinatura. Certificado inválido, vencido ou recém-ativado pede uma senha adicional. O laudo assinado leva o selo.
- Permissões: quem faz o quê é decisão da operação. Sem permissão, o botão some e o servidor recusa a ação. Cada pessoa vê só a operação, a unidade e os vínculos que lhe cabem.
- Rastreabilidade: cada mudança de estado com autor e hora, cada versão do texto, cada pendência, cada entrada no sistema, cada entrega e a resposta do outro lado, cada acesso a resultado por link.
- Dados pessoais: o portal pede consentimento com o texto da operação. O acesso por link exige nome e CPF e fica registrado. Apagar um exame do arquivo é ação de administrador, marcada como destrutiva e registrada.
O Teleradis em números
O que a operação ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a central de laudos.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Rotas e telas | 70 rotas · 176 telas · 31 controladores de API, levantados tela a tela |
|---|---|
| Permissões | 36 permissões nomeadas sobre 6 papéis, concedidas por usuário e validadas no servidor |
| Estados da solicitação | 10, cada mudança com autor e horário |
| Relatórios | 13, cada um declarando os papéis que o enxergam · filtro por data de criação ou de validação · detalhado ou consolidado, por serviço ou procedimento |
| Configurações | 14 telas + hub em três grupos (Administração, Operação, Clínico) |
| Unidade solicitante | 8 abas (+3 de impressão): dados e AETITLE, usuários, impressão, serviços, regra de categorização, webhooks, campos customizados, retificação |
| Conta do profissional | 9 abas: dados, subespecialidades, modalidades, segurança, preferências, assinaturas, aplicativo, frases e modelos pessoais |
| Caminhos de entrada do exame | 4: worklist DICOM (MWL) com casamento por AETITLE, chegada no arquivo, conector de HIS, cadastro na tela |
| Caminhos de entrega do laudo | 4: webhook por unidade (URL, cabeçalhos e tentativas próprios, URL separada para retificação, histórico e reenvio), portal do paciente, link com QR Code, volta ao HIS |
| Conectores de HIS e RIS | 5: Tasy, Mezzow, Astra, S2, ProMédico |
| Padrões da área | Worklist DICOM, WADO e API REST DICOM para imagem, download de estudo empacotado, metadados DICOM na tela do laudo |
| Deduplicação de entrada | Requisição repetida reconhecida por hash; a solicitação liga-se ao estudo pelo UID e recebe séries, instâncias e tamanho |
| Rotinas de fundo | 9 workers + 4 serviços hospedados, um contêiner por worker · categorização automática, devolução de trava, disparo de webhook |
| Idiomas e temas | Português (Brasil), inglês, espanhol e espanhol (Peru) · tema claro, escuro, “seguir o sistema” e automático por horário |
| Plataforma | Servidor .NET 8 · aplicação web de página única servida pelo mesmo contêiner · imagem de contêiner única para a aplicação · MySQL · mensageria e armazenamento (local ou objeto) configuráveis; sobe com ou sem broker |
| Autenticação e sessão | Senha em PBKDF2-HMAC-SHA1 com 10.000 iterações e salt por usuário · JWT de 24 h no navegador e 8 h no aplicativo, com token de renovação · OTP do certificado quando inválido, expirado ou recém-ativado |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Versão de referência 3.8. Capturas de tela sobre base inteiramente fictícia (Hospital Ocean Health, com 12 unidades solicitantes e 4.000 pacientes gerados); nenhum paciente, médico, unidade ou hospital real aparece em qualquer imagem. Os indicadores visíveis nas capturas são dessa base.
Perguntas frequentes
O que o serviço pergunta antes de decidir.
Funciona com o PACS, o RIS e o HIS que eu já tenho?
Como o exame chega à fila se não temos RIS?
O prazo conta durante a noite e no fim de semana?
O que a IA faz na fila e no laudo?
Como entra uma unidade nova?
Como o médico do pronto-socorro recebe o laudo?
Próximo passo
Veja o Teleradis com a fila da sua operação.
Uma demonstração de 45 minutos percorre o ciclo inteiro, do painel de prazo ao comprovante de entrega, sobre uma base de demonstração que se parece com a sua.