O LaborQC avalia cada medida dentro da sua série: equipamento, analito, material de controle, nível e lote. Trocar qualquer um deles cria outra série, e um lote novo começa a própria história.
Ocean Core · Controle interno de qualidade para laboratórios
O controle de qualidade que sai da planilha e chega ao bloqueio da rotina.
O resultado do controle entra uma vez, digitado na bancada ou direto do equipamento. O LaborQC faz o que hoje alguém faz de cabeça: calcula o SDI, a distância de cada resultado até o alvo em desvios-padrão, aplica as regras de Westgard que o seu laboratório escolheu e diz se o método está confiável agora. Quando não está e a sua política manda, ele para a rotina de pacientes naquele aparelho. Cada conferência fica registrada com nome e hora. E o mês fecha com uma Revisão Gerencial de CQI aprovada, a evidência que o auditor pede.
- 8regras de Westgard prontas para usar, e a estrutura aceita novas
- 4gráficos, cada um respondendo a uma pergunta diferente
- 2níveis de bloqueio da rotina: não realizar e não liberar
- Zerodado de paciente: o sistema só guarda material de controle
O dia de hoje no laboratório
Quase todo laboratório faz controle de qualidade. Quase nenhum consegue provar o que fez.
O controle interno de qualidade existe, mas vive espalhado: numa planilha, na cabeça de quem conhece as regras e em decisões tomadas cedo que ninguém escreveu. Quando o auditor chega, o laboratório tem o resultado, e não tem a evidência.
A jornada completa
Um ciclo curto, que se repete todo dia. E cada passo deixa registro.
Sete estações, do cadastro da série à Revisão Gerencial de CQI. Em cada uma, quem age, o que o sistema decide e que dado nasce ali, porque é esse dado que a estação seguinte consome e que o auditor vai pedir.
Cada série tem um valor-alvo: a média e o desvio-padrão de referência, da bula do material ou calculados com os dados do próprio laboratório. É dele que sai o SDI, por isso o sistema só aceita lançamento com o alvo definido. Trocar a média de bula pela calculada é decisão do supervisor, e fica registrada.
Digitado na tela de Lançamento, uma linha por analito, com o SDI aparecendo a cada valor. Ou recebido do LaborMID, que conversa com os equipamentos. O caminho da avaliação é o mesmo nos dois casos.
O sistema aplica as regras de Westgard que valem para aquele aparelho e aquele analito, e a medida recebe a classificação: Aprovado, Alarme ou Rejeitado. O peso de cada regra é decisão do laboratório, e pode ser diferente por unidade, equipamento ou analito.
Avaliar, Revisar, Supervisionar: cada conferência grava quem fez e quando, e as etapas seguem sempre na ordem. Reclassificar, quando a classificação precisa mudar, exige justificativa e não pula nenhuma etapa.
Quando a falha é do tipo que a política daquele equipamento manda travar, o analito fica bloqueado naquele aparelho para a rotina de pacientes: o exame não é feito ali, ou é feito e o laudo não sai sozinho. O LaborMID recebe a decisão e a aplica na rotina.
O fechamento congela os resultados da série no período: viram número definitivo. A Revisão Gerencial de CQI consolida o mês (rejeições, CV, lotes vencidos, não conformidades) num documento, e a aprovação trava exatamente os números que o supervisor viu.
→ Role para o lado para percorrer as sete estações.



Diferenciais, com a tela que prova
Sete coisas que um gráfico bonito não faz. Cada uma com a tela que prova.
Nada aqui é slide. Cada argumento vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração inteiramente fictícia. Clique para ampliar.
O CQ que para a rotina, não o que avisa depois
A maioria dos sistemas de CQ produz um alerta. O LaborQC produz uma decisão com consequência: o analito bloqueado naquele aparelho, comunicado ao LaborMID, que impede a realização do exame ou retém a liberação do laudo. O que torna isso seguro, e não assustador, é que a política é sua: por equipamento, o laboratório decide o que Rejeitado e o que Alarme bloqueiam. O conservador liga para os analitos críticos; o maduro, para tudo.
- Dois níveis independentes: Realização (o exame não é feito no aparelho) e Liberação (é feito, mas o laudo vai para fila manual)
- Padrão de fábrica: Rejeitado bloqueia a Realização; Alarme sinaliza sem bloquear
- O bloqueio nasce e morre sozinho: basta um resultado Aprovado entrar na série para liberar; o desbloqueio manual exige justificativa e permissão própria
“Seu sistema de CQ avisa que o método falhou. O LaborQC impede que o exame saia mesmo assim.”

A prova Quatro pares bloqueados agora, com o resultado que causou cada um e o estado do envio ao LaborMID.

A política Por equipamento, Rejeitado e Alarme decidem o que bloqueiam. O laboratório escolhe.
A medida e a conferência não se misturam
Em quase todo sistema o resultado tem um estado só, e “aprovado” fica ambíguo: a medida passou, ou alguém conferiu? No LaborQC são duas coisas separadas. Uma coisa é a medida ter passado; outra é alguém ter conferido. Por isso a pergunta que o gestor faz de manhã, “que falha ninguém olhou ainda?”, vira dois filtros na Worklist: Rejeitado, e ainda sem revisão.
- Classificação do resultado: vazia, Aprovado, Alarme, Rejeitado
- Status do processo: Registrado, Avaliado, Revisado, Supervisionado, Fechado
- Para a auditoria, é o que prova que a falha foi vista, e não só que existiu
“Classificação é sobre a medida. Status é sobre as pessoas. Nenhuma operação muda os dois de uma vez.”

A prova A Worklist filtrada por Rejeitado: o que falhou e ainda precisa de decisão. Status do processo é outro filtro.
A mesma regra pesa diferente na urgência e na triagem
Uma violação de 1:2S num equipamento de triagem não pesa o mesmo que num equipamento de urgência. No LaborQC o laboratório decide o peso de cada regra: para toda a instalação, por unidade, por equipamento, por analito ou para um material num aparelho. O detalhe de cada resultado diz qual regra violou e de onde veio o peso aplicado. E quanta conferência humana a rotina exige também é decisão sua: avaliação automática e supervisão manual, por exemplo.
- Oito regras prontas: 1:2S, 1:3S, 2:2S, 4:1S, 10X, R:4S, 2de3:2S e 7T; a estrutura aceita novas
- Avaliação automática e supervisão humana? É uma configuração, não um pedido ao fornecedor
- Mudança de política vale para os resultados futuros: o passado guarda a decisão tomada com as regras da época, que é o que a auditoria precisa ver
“A regra que rejeita na urgência só alarma na triagem. E o resultado diz qual regra violou, e de onde veio a severidade.”

A prova O peso de cada regra em três níveis: o padrão da instalação, o padrão da unidade e o conjunto próprio de um analito.

O modo das etapas Avaliação automática, revisão e supervisão manuais, e a exceção por unidade ou setor.
A trilha que reconstitui a decisão meses depois
Cada avanço de etapa grava de onde veio, para onde foi, quem executou e quando. Quando a etapa é automática, o autor registrado é o sistema, e a trilha diz isso com essas palavras. Reclassificações entram com a justificativa que foi obrigatória no momento. Cada transição de bloqueio, idem.
- Registro de auditoria com o valor anterior e o novo, filtros por módulo, ação e usuário, e exportação
- Histórico de bloqueios com estado, motivo, ator e justificativa de cada transição
- Histórico fiel: o valor permanece na série, e o que se corrige é a classificação, com justificativa
“A pergunta do auditor não é ‘vocês fazem CQ?’. É ‘me mostre quem revisou o controle de 14 de março e por que aceitou’. É essa a pergunta que o LaborQC responde.”

A prova O bloqueio automático assinado por “sistema”; o desbloqueio manual assinado pela pessoa, com justificativa.

O registro Quem mudou o quê, quando, com valor anterior e novo. Filtrável e exportável.
O período fechado e a revisão assinada
O fechamento de período congela os resultados de uma série num intervalo: eles passam a Fechado e não mudam mais. É a fronteira entre número vivo e número definitivo. A Revisão Gerencial de CQI consolida o período (rejeições, CV, lotes vencidos, não conformidades) num documento aprovado, com os indicadores travados no momento da aprovação. Se o sistema recalcular depois e encontrar diferença, ele avisa, e o número assinado continua o mesmo.
- Aprovar a revisão congela os números que o supervisor viu, de propósito: assinar número que não se viu seria pior que não assinar
- Três estados visíveis: rascunho, aprovada e cancelada; cancelar não apaga os números congelados, só carimba quem, quando e por quê
- Cancelar é mais restrito que aprovar: a mesma pessoa não deve fazer as duas coisas sozinha
“É isto que você entrega ao auditor da ISO 15189 ou do PALC.”

A prova A revisão aprovada: quem aprovou, quando, a observação e os indicadores congelados.

Os três estados Rascunho, aprovada e cancelada, lado a lado, com autor e horário de cada ação.
Estatística que responde à pergunta certa
Levey-Jennings em SDI, com os eventos de equipamento marcados sobre a série: é assim que se vê que a manutenção corretiva de terça resolveu a deriva. Mais o histograma (a distribuição por trás da média), o CUSUM (o deslocamento pequeno e persistente que o Levey-Jennings não mostra) e o Youden (a concordância entre níveis). Tudo desenhado em SDI, e não na unidade do analito, para que um nível que mede 90 e outro que mede 300 caibam no mesmo eixo.
- Quatro agrupamentos: individual, por equipamento, por material/nível e tudo; um cartão com mais de dez séries se subdivide, nunca trunca
- Cor do ponto é a série; forma é a classificação: círculo Aprovado, triângulo Alarme, × Rejeitado
- Todo recorte é um link: a tela que o supervisor montou chega ao colega por copiar e colar
“‘A série melhorou em 8 de julho’ vira ‘a série melhorou porque trocamos a lâmpada’. E é essa frase que vira ação corretiva na revisão gerencial.”

A prova Manutenção e recalibração marcadas no ponto em que o comportamento da série mudou.






Quem faz o quê é decisão do laboratório
Não há perfil fixo de fábrica. O laboratório cria os perfis que a sua realidade pede, na tela, e decide quem avalia, quem revisa, quem desbloqueia e quem cancela uma revisão. Cada ação é conferida no momento em que acontece, e não só escondida do menu. E a segregação de função é levada a sério: cancelar uma revisão gerencial é permissão separada de aprovar, justamente para que a mesma pessoa não faça as duas coisas sozinha.
- Sem permissão, a ação é recusada, mesmo que alguém tente por fora da tela
- Adotar a média calculada, desbloquear manualmente, cancelar revisão: cada ato supervisório tem a sua permissão
- Perfil e status de um usuário só mudam por quem tem a permissão para isso
“Quem pode desbloquear, quem pode reclassificar e quem pode cancelar a revisão: o laboratório decide, na tela, sem chamado ao fornecedor.”

A prova Cada perfil com o número de permissões que carrega, e o botão para criar o que a rotina pedir.
O conceito central
Classificação é sobre a medida; status é sobre as pessoas.
Todo resultado carrega dois estados independentes. Uma coisa é a medida ter passado; outra é alguém ter conferido. Um resultado Rejeitado e Supervisionado não é contradição: a medida falhou e a falha já passou por todas as conferências. É o que mais confunde quem vem de outro sistema, e o que torna a evidência possível.
Classificação do resultado · a medida passou?
- vazia: ainda sem avaliação. A classificação fica vazia até a Avaliação atribuir um valor.
- Aprovado: dentro das regras vigentes naquele escopo.
- Alarme: violou regra com severidade de alarme.
- Rejeitado: violou regra com severidade de rejeição.
Atribuída na Avaliação, pelo sistema quando a etapa é automática ou pela pessoa quando é manual. Pode ser trocada por Reclassificação, com justificativa obrigatória, mantendo o status.
Status do processo · até onde a conferência chegou?
- Registrado: o resultado entrou.
- Avaliado: as regras foram aplicadas.
- Revisado: alguém conferiu.
- Supervisionado: o responsável respondeu por ele.
- Fechado: o período congelou; o número é definitivo.
As ações humanas chamam-se Avaliar, Revisar, Supervisionar e Reclassificar. Aprovado é um valor de classificação, atribuído na Avaliação, e não uma ação.
O que o sistema nunca deixa acontecer
Cada regra abaixo é conferida em toda entrada, e não só escondida na tela:
- Etapas sempre na ordem: supervisionar exige revisão anterior, e cada etapa acontece uma vez
- Todo resultado registrado tem valor
- Todo resultado quantitativo nasce de uma série com valor-alvo
- Toda reclassificação tem justificativa e autor com permissão
- Resultado Fechado é definitivo: classificação e etapa preservadas
- Período fechado é fronteira: os lançamentos entram com data fora dele

Para quem
Cada pessoa do laboratório ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Responsável técnico e supervisor
“Quando o auditor pedir a evidência do controle de março, quanto tempo você leva para produzi-la?”
- O período fechado e a Revisão Gerencial de CQI aprovada são a evidência, com os indicadores congelados no momento em que você os viu.
- Gráficos em SDI, estatística por série, CV comparado ao limite do setor e eventos de equipamento marcados sobre a série.
- O peso de cada regra é decisão sua, por unidade, equipamento ou analito; o detalhe do resultado diz de onde veio o que foi aplicado.
- Adotar a média calculada no lugar da de bula é um ato registrado, com data e degrau visível no gráfico.
- Você responde pelo período com o número que assinou, não com o recalculado depois.
Gestor da qualidade
“Seu CQ prova o que foi feito, ou só mostra que foi feito?”
- Cada avanço de etapa tem autor e horário; quando é automático, o autor é o sistema, e a trilha diz isso.
- Reclassificar exige justificativa; o valor original permanece na série.
- “Que falha ninguém olhou ainda?” é um filtro na Worklist, não uma reunião.
- Cancelar uma revisão aprovada é permissão separada de aprovar: segregação de função de verdade.
- Evidência para ISO 15189 e PALC produzida pela rotina, não montada na véspera.
Diretor e administração
“O custo de um resultado errado liberado não é o reteste. É o laudo que saiu.”
- Quando o controle falha e a política assim determina, o exame não sai: o LaborQC decide e o LaborMID aplica.
- O laboratório escolhe o que bloqueia, por equipamento: o conservador liga para os analitos críticos; o maduro, para tudo.
- Sem dado de paciente no sistema: conversa curta com o jurídico sobre LGPD.
- Ganho que cresce com o número de séries, de unidades e com a exigência de acreditação.
- Roda no navegador, sem instalação em nenhuma estação do laboratório.
Técnico de bancada e analista
“Você digita o valor e vê o SDI na hora, sem abrir planilha.”
- Lançamento com uma linha por analito e o SDI calculado a cada valor digitado.
- Quantitativo e qualitativo; no lançamento em lote, se uma linha falhar as outras entram, e a tela diz quais.
- Quando um lançamento precisa de algo antes (série sem valor-alvo, período fechado), a tela diz na hora e diz o motivo.
- O resultado que vem do equipamento pelo LaborMID passa pelas mesmas regras que o digitado.
- Ações de etapa individuais e em massa na Worklist, com comentários e notas do catálogo.
TI e administração do sistema
“O que precisa ser instalado na bancada?” Nada. Roda no navegador.
- O servidor chega pronto, em um pacote único, e atualiza a própria base a cada versão nova.
- Quem faz o quê é decisão do laboratório, e cada ação é conferida no servidor, não só na tela.
- A integração com o LaborMID é por fila de mensagens: nenhuma decisão de bloqueio se perde, e o painel mostra se cada uma já foi publicada.
- Cadastros importáveis do LaborMID: unidades, setores, fabricantes, modelos, analitos e equipamentos.
- Bloqueio por tentativas repetidas no login; avisos por e-mail que cada usuário liga por evento.
Para quem o ganho é maior
O ganho do LaborQC cresce com três fatores. Quanto mais deles o laboratório tem, mais cedo a implantação se paga.
Módulos
Sete módulos, na ordem do menu. Um único caminho para o resultado.
O que cada pessoa vê vem dos perfis que o laboratório criou. Tudo conferido no produto rodando.
O dia cabe numa tela
O Dashboard abre com o que está atrasado: as filas por etapa do processo contra o prazo que o laboratório configurou, a distribuição por classificação, os rejeitados do período e os lotes que vencem em 7 e 30 dias. Cada painel é um atalho para a lista que o explica.
- Filtro de período: hoje, 7, 30, 60 e 90 dias, ou personalizado
- Painel de analitos bloqueados e ações rápidas: lançar, abrir a Worklist, ver gráficos
- QC rejeitados com analito, material, equipamento, lote e SDI

No ecossistema Ocean
O LaborQC decide. Quem aplica está ao lado.
O LaborQC decide, por equipamento e analito, e comunica cada decisão. O LaborMID, que conhece o pedido e o laudo, aplica a decisão na rotina: impede a realização ou retém a liberação. O LIS e o faturamento seguem no mesmo ecossistema, cada um no seu papel.
LaborMID
A ponte com os analisadores. Entrega ao LaborQC o resultado de controle que o equipamento mediu, já traduzido para o material e o lote certos, e recebe cada decisão de bloqueio: é ele quem aplica o bloqueio e o reverte no desbloqueio.
Conhecer →LABORLIS 27
Pedido, amostra, resultado e laudo do paciente vivem no LABORLIS 27. O status do controle de qualidade é uma das verificações da liberação: fora de controle, o resultado fica retido, com o motivo, na fila do bioquímico. Preparado para consumir o LaborQC; a ligação é habilitada na implantação.
Conhecer →Ocean Billing
Para operações com ANS, SUS e particular no mesmo motor: regras de glosa configuráveis, recurso e recuperação. Mesmo ecossistema, ciclo próprio.
Conhecer →Evidência para ISO 15189 e PALC
Trilha completa, período fechado e Revisão Gerencial de CQI aprovada: é o que o auditor pede. O LaborQC produz a evidência que a acreditação exige, pronta na rotina.
Importação do LaborMID
Unidades, setores, fabricantes, modelos, analitos e equipamentos importados em vez de redigitados. O código que o analisador envia é traduzido para material e lote uma vez, por equipamento, e nunca mais é digitado.
Avisos por e-mail
Falha de CQ, bloqueio da rotina e lote vencendo. Cada usuário escolhe se quer receber, e para quais eventos. O aviso de vencimento chega com 30 e 7 dias de antecedência, prazos que o laboratório ajusta.
Implantação e operação
Roda no navegador. A implantação é um cadastro na ordem certa, acompanhado.
O LaborQC roda no navegador, em português e inglês, com tema claro e escuro, sem instalação em nenhuma estação. O servidor chega pronto, em um pacote único, e atualiza a própria base a cada versão nova.
A implantação é um cadastro na ordem certa, e a ordem é de dependência, não de menu: unidades › setores › fabricantes e modelos › equipamentos › analitos › materiais e níveis › lotes › combinações material × equipamento × analito › valores-alvo › regras e severidade › modo das etapas › política de bloqueio › perfis e permissões › usuários. Por isso a implantação é acompanhada, cadastro a cadastro.
- Cadastros importáveis do LaborMID, para unidades, equipamentos e analitos entrarem sem redigitação
- Valor-alvo antes do primeiro lançamento: é da média e do DP que nasce o SDI de cada série
- Política de bloqueio por equipamento definida antes de ligar a integração; o padrão de fábrica é Rejeitado bloqueia a Realização e Alarme sinaliza
- Parâmetros do sistema: prazo das filas, janela da corrida para o Youden (padrão 2 h), avisos de vencimento de lote (30 e 7 dias)
Segurança, privacidade e auditoria
- Sem dado de paciente: o LaborQC trabalha com material de controle, cujo valor é conhecido e não pertence a ninguém. É o argumento mais curto numa conversa de LGPD com o jurídico.
- Quem faz o quê: decisão do laboratório, conferida a cada ação, e não só escondida na tela.
- Trilha: autor, horário, valor anterior e novo em cada alteração.
- Número definitivo: resultado fechado não muda; revisão aprovada guarda os números que foram assinados; correção de resultado é por reclassificação, com justificativa.
- Segregação de função: cancelar revisão gerencial é permissão distinta de aprovar.
- Conta: perfil e status de um usuário só mudam por quem tem a permissão; bloqueio por tentativas no login.
O LaborQC em números
O que o laboratório ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a rotina.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Versão de referência | 1.0.125 |
|---|---|
| Telas e rotas | 49 telas · 50 rotas, cada uma declarando a permissão que exige |
| Módulos no menu | 7: Dashboard, Resultados QC, Eventos de Equipamentos, Gráficos QC, Revisão Estatística, Revisão Gerencial e Relatórios, Configurações |
| Telas de configuração | 25, em 7 grupos: estrutura, catálogo, reagentes, políticas, integração, sistema, acesso |
| Permissões | 33 recursos × 24 ações, matriz editável no produto; perfis criados pelo laboratório |
| Regras de Westgard | 8 de fábrica (1:2S, 1:3S, 2:2S, 4:1S, 10X, R:4S, 2de3:2S, 7T) · estrutura genérica que aceita novas · severidade por escopo com herança |
| Classificação do resultado | 3 valores + vazio: Aprovado, Alarme, Rejeitado |
| Status do processo | 5: Registrado, Avaliado, Revisado, Supervisionado, Fechado · modo automático ou manual por escopo para avaliação, revisão e supervisão |
| Gráficos | 4 tipos (Levey-Jennings, histograma, CUSUM, Youden) · 4 agrupamentos (individual, equipamento, material/nível, tudo) · 5 janelas (7, 30, 90, 180 e 365 dias) · eventos de equipamento sobre a série · estado do painel na URL |
| Bloqueio da rotina | 2 níveis (Realização, Liberação) · política por equipamento · liberação automática ao entrar resultado Aprovado · desbloqueio manual com justificativa e permissão própria · histórico e exportação CSV |
| Entrada de resultados | Manual, na tela de Lançamento, ou por interface com o LaborMID (RabbitMQ) · quantitativo e qualitativo · lançamento em lote com atomicidade por linha |
| Revisão Gerencial de CQI | Criação com cálculo, recálculo em rascunho, aprovação com nota, cancelamento com motivo (permissão separada), detecção de divergência entre congelado e recalculado, documento para impressão |
| Notificações | E-mail por SMTP: falha de CQ, bloqueio da rotina, vencimento de lote · opt-in por usuário e por evento · janelas de 30 e 7 dias, personalizáveis |
| Plataforma | FastAPI (Python), SQLAlchemy 2.x, Pydantic v2 · PostgreSQL com schema por Alembic · Vue 3, Vite, Pinia, Chart.js · autenticação JWT · Docker multi-stage |
| Idiomas e temas | Português (Brasil) e inglês · tema claro e escuro · roda no navegador, sem instalação na estação |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Versão de referência 1.0.125. Capturas de tela sobre base inteiramente fictícia: laboratório de demonstração com 4 unidades, 8 equipamentos, 20 analitos, 10 lotes e 95 séries. Nenhum paciente, profissional ou laboratório real aparece em qualquer imagem, e o LaborQC, por natureza, não guarda dado de paciente.
Perguntas frequentes
O que o laboratório pergunta antes de decidir.
Como o LaborQC se relaciona com o meu LIS?
O resultado do equipamento entra sozinho?
O que acontece quando um controle falha?
Como corrijo um resultado digitado errado?
Uma série nova começa com poucos pontos. Como as regras se comportam?
Atende um laboratório com várias unidades?
Próximo passo
Veja o LaborQC com as séries do seu laboratório.
Uma demonstração de 45 minutos percorre o ciclo inteiro, do valor digitado na bancada à Revisão Gerencial de CQI aprovada, sobre uma base que se parece com a sua.