Ocean Core · Arquivo e leitura de imagem médica

Da modalidade ao laudo, sem sair do mesmo acervo.

O Lumina PACS fecha o ciclo da imagem no serviço de diagnóstico. O exame nasce identificado no equipamento, entra no acervo sozinho e abre para laudar onde o médico estiver: na estação de leitura, em qualquer navegador ou no celular do plantão, com o exame anterior a um clique. O que o médico mede fica dentro do exame. E o acervo fica no padrão DICOM, o mesmo que o seu equipamento já fala: continua seu.

lumina web · exame › tc de tórax
Visualizador web do Lumina PACS com uma tomografia de tórax do acervo público de-identificado, painel de estudos à esquerda e barra de ferramentas no topo
  • 3leituras, um acervo: estação, navegador e celular
  • Padrão abertode ponta a ponta: o acervo continua seu
  • Sem licençapor assento nos visualizadores
  • Windows, macOS e Linuxna estação de leitura, com instalador nativo

O dia de hoje no serviço de imagem

A imagem passa por três ou quatro sistemas antes de virar laudo. Cada fronteira cobra.

O exame é marcado num sistema, feito no equipamento, guardado num arquivo, aberto num visualizador e laudado noutro lugar. Onde um sistema termina e o outro começa, alguém redigita, procura, grava um CD ou anota no papel.

O exame nasce órfão por um erro de digitaçãoO equipamento não recebe a lista de trabalho. O técnico digita nome e identificador, erra uma letra, e o estudo entra no arquivo sem dono. Ninguém acha depois.
Comparar exige procurar em outro sistemaO exame anterior existe, mas em outro arquivo, outra tela, outro login. O radiologista abre duas janelas ou lauda sem olhar o histórico.
O CD ainda é a forma de compartilharO solicitante pede a imagem e a clínica grava mídia. Cada CD é tempo de balcão, custo e uma cópia do exame que sai do controle do serviço.
A medida só existe no papelO radiologista mede na tela e digita o número no laudo. O achado vira texto, não dado: não serve para comparar, auditar nem pesquisar.
Cada estação de leitura custa uma licençaColocar um médico a mais para laudar é comprar um assento. O serviço racionaliza estações em vez de racionalizar o trabalho.
Trocar de fornecedor é perder o acervoAnos de exames num formato que só o sistema atual lê. O medo de aprisionamento adia a troca, e a clínica paga para ficar.

As três camadas

Um arquivo. Três formas de ler. O mesmo controle de acesso.

O Lumina PACS é o arquivo mais dois visualizadores. O arquivo recebe as imagens dos equipamentos, guarda o acervo no padrão DICOM, publica a lista de trabalho e entrega o exame a quem vai ler, pelo mesmo padrão que o seu equipamento já fala. Em cima dele, cada pessoa lê onde a rotina pede.

Camada 1 · O núcleo

Arquivo Lumina

Recebe as imagens dos equipamentos, cada um com identidade própria e autorizada. Guarda o exame como ele saiu do aparelho, mais o que o médico gravou depois: laudo estruturado, imagens-chave, anotações. Publica a lista de trabalho do PRORADIS 27 para os aparelhos e responde a qualquer sistema autorizado, no padrão DICOM.

  • Recepção
  • Guarda
  • Lista de trabalho
  • Consulta
  • Distribuição
Camada 2 · Estação instalada

Lumina Workstation

Para quem lauda o dia inteiro. Protocolos de tela por tipo de exame, a fila do dia já guardada no disco, medições clínicas nomeadas, reconstruções, mamografia e impressão. Windows, macOS e Linux, com instalador nativo.

  • Protocolos de tela
  • Arquivo local
  • Medições clínicas
  • MPR e 3D
  • Mamografia
  • Impressão
Página da estação →
Camada 3 · Navegador e celular

Lumina Web

Para o resto do serviço. Abre por link do laudo, sem instalação: MPR, MIP, 3D, comparação com o anterior em um clique e medidas que viram laudo estruturado. O mesmo link no celular abre a interface de toque para o plantão.

  • Sem instalação
  • MPR, MIP e 3D
  • Comparar em um clique
  • Laudo estruturado
  • Celular
Página do visualizador web →

A escolha entre estação e navegador é por rotina, não por qualidade: quem lauda o dia inteiro ganha com a estação; o resto do serviço ganha com o navegador. Os dois leem o mesmo acervo, com o mesmo controle de acesso.

O ciclo de um exame

O exame nasce identificado e é laudado no mesmo lugar.

Seis etapas, do agendamento ao laudo. Em cada uma, onde acontece e o que nasce ali, porque é isso que a etapa seguinte consome, sem redigitação. Os dois pontos onde o ciclo costuma quebrar em outros serviços, a lista de trabalho que não chega ao equipamento e a medida que não volta ao exame, são exatamente os que o Lumina PACS fecha.

ETAPA 01AgendamentoPRORADIS 27 (RIS) ou Teleradis (telerradiologia)

O exame é marcado no produto que conduz a operação. Paciente, procedimento e número de acesso já existem antes de o paciente chegar à sala.

nasceo pedido, já com o número que vai identificar o exame no acervo
ETAPA 02Lista de trabalhoArquivo → modalidade

O agendamento é publicado para o equipamento, por modalidade. O técnico seleciona o paciente na tela do aparelho em vez de digitar nome e identificador.

nascea ligação entre o agendamento e o equipamento, sem digitação
ETAPA 03AquisiçãoModalidade

O exame é feito já com o paciente certo e com o número que a operação gerou. Não há exame órfão para caçar depois.

nasceo estudo, com a identidade certa desde a primeira imagem
ETAPA 04ArquivoModalidade → arquivo Lumina

As imagens são enviadas e guardadas no ato, sem intervenção manual, exatamente como saíram do aparelho. Cada equipamento entra com identidade própria, autorizada.

nasceo estudo no acervo, no padrão DICOM
ETAPA 05LeituraArquivo → estação, navegador ou celular

O exame aparece na fila e abre pelo botão do laudo, já montado pelo protocolo de tela. Os exames anteriores do paciente aparecem sozinhos; comparar é um clique.

nascea tela montada, com o exame anterior ao lado
ETAPA 06LaudoVisualizadores → arquivo · PRORADIS 27 ou Teleradis

Quando o médico manda gravar, medidas, laudo estruturado e imagens-chave voltam para dentro do estudo. O laudo é assinado no PRORADIS 27 ou no Teleradis.

nasceo laudo estruturado e as imagens-chave no próprio exame, legíveis por outros sistemas

→ Role para o lado para percorrer as seis etapas.

Diferenciais, com a tela que prova

O que muda quando o arquivo e a leitura são do mesmo produto.

Nada aqui é slide. Cada argumento abaixo vem acompanhado da tela do produto, capturada sobre acervo de demonstração de-identificado. Clique para ampliar.

Ciclo

Um ciclo só, sem exportação entre etapas

Lista de trabalho, guarda, leitura e documentação no mesmo sistema. Nenhuma etapa depende de alguém exportar arquivo para a próxima. E o que liga a estação, o acervo e o produto que agendou é um arquivo de operação assinado pela Ocean, importado em um clique, não um projeto de integração.

  • A fila do PRORADIS 27 ou do Teleradis aparece dentro do buscador de exames da estação
  • O médico entra com o usuário que já tem no produto de origem
  • O botão do laudo abre o exame já posicionado; nada de senha e nada de paciente viaja no link

“O exame nasce identificado e é laudado no mesmo lugar.”

lumina workstation › preferências › operações ocean
Página Operações Ocean das preferências da Lumina Workstation, com o seletor de operação, os botões Importar arquivo, Entrar e Remover e o bloco Instalação ativada

A prova A página Operações Ocean da estação: o arquivo de operação importado, o login com o usuário do PRORADIS 27 e a instalação ativada no inventário.

Padrão aberto

O acervo continua seu

O acervo é guardado e servido no padrão DICOM, o mesmo que o seu equipamento e o seu PACS atual já falam. Qualquer sistema autorizado consulta e recupera sem conversor. A migração futura não depende da boa vontade do fornecedor, e o serviço pode adotar o Lumina PACS sem trocar o RIS, ou o PRORADIS 27 sem trocar o PACS.

  • O exame guardado exatamente como saiu do aparelho, sem formato proprietário
  • O que o médico grava depois fica no mesmo padrão: laudo estruturado, imagens-chave, anotações, segmentações, documentos e vídeo
  • Equipamentos e sistemas de terceiros conversam pelo mesmo padrão que o conjunto usa internamente

“O acervo continua seu.”

lumina workstation › preferências › lista de nós
Página Lista de nós das preferências da Lumina Workstation com três blocos, nó de chamada, nó DICOM e nó web, cada um com os botões Editar, Excluir e Adicionar novo

A prova A lista de nós da estação: o mesmo acervo alcançado pelo padrão DICOM, no caminho clássico e no da web, sem conversor.

Três leituras

A imagem encontra o médico onde ele está

Estação para o alto volume, navegador para o resto do serviço, celular para o plantão. A mesma imagem nas três, com o mesmo controle de acesso e sem licença por assento. O plantonista abre o mesmo link do laudo no celular e recebe a interface de toque: rolar, janela, medir, mover, predefinições por modalidade e modo paisagem.

  • Estação instalada em Windows, macOS e Linux
  • Visualizador web em qualquer navegador atual, sem instalação
  • Celular pelo mesmo link seguro, sem cadastro de usuário de PACS

“A imagem encontra o médico onde ele está.”

Interface de toque do Lumina Web num celular mostrando uma radiografia de tórax do paciente de demonstração, com as séries no topo e os botões Rolar, Janela, Medir, Mover e Presets embaixo

A prova O mesmo exame do acervo de demonstração aberto no celular, com a barra de toque embaixo.

Histórico

Comparar deixa de ser uma busca

Como os exames anteriores estão no mesmo acervo, os dois visualizadores os encontram sozinhos e os mostram ao lado do atual. Comparar é um clique, com sincronização entre os exames. Quando o pareamento entre as séries é aproximado, a tela avisa.

  • Faixa Anteriores no explorador da estação, com Abrir e Comparar
  • No navegador, lista de anteriores agrupada por modalidade e comparação lado a lado com carga progressiva
  • Aviso de “Pareamento aproximado” na tela quando a correspondência não é certa

“O anterior está do lado. Não em outro sistema.”

lumina workstation › anteriores › comparar
Lumina Workstation com o RX de coluna lombar atual e o anterior lado a lado e o aviso Pareamento aproximado, confira a série, sobre a imagem da direita

A prova Atual e anterior lado a lado na estação, com o aviso de pareamento aproximado.

Medida

O número sai do olho do radiologista e entra no exame

O laudo estruturado, que é a lista das medidas num formato que outro sistema lê, e as imagens-chave, as que o médico marcou como decisivas, são gravados dentro do próprio exame, no padrão DICOM, quando o médico manda gravar. O achado fica no histórico do paciente e é legível por outros sistemas: serve para comparar, auditar e pesquisar, não só para o texto do laudo.

  • Na estação, medições clínicas nomeadas com faixa de referência, como o índice cardiotorácico, e tabela do exame com soma de diâmetros
  • No navegador, 11 ferramentas de medição com estatística e rótulo na imagem, e “Criar relatório” a partir do painel de medidas
  • A gravação é um ato do médico, com autorização no acervo

“O que você mede fica no exame.”

lumina web › medidas › criar relatório
Lumina Web com duas medidas sobre uma tomografia de tórax, o painel Medidas à direita e o diálogo Criar relatório aberto para gravar o laudo estruturado

A prova O painel de medidas do visualizador web com o diálogo “Criar relatório”: as duas medidas viram um laudo estruturado no estudo.

Rede

A leitura começa antes de a rede terminar

A imagem sai do acervo na forma certa para quem vai receber: sem perda de informação, e com bem menos dados onde a rede é o gargalo, como na tomografia e na ressonância abertas no navegador. E a ponta não fica esperando: a estação guarda no próprio disco os exames da fila do dia, buscados antes de o médico pedir, e o navegador tem uma página que carrega os exames do dia antes de o primeiro ser aberto.

  • 50 GB de exames à mão na estação, sem depender da rede: a fila do dia é buscada a cada cinco minutos e os exames menos usados saem sozinhos
  • Página de sincronização no navegador, aberta pelo PRORADIS 27 com a lista de exames do dia
  • Carga progressiva: o primeiro corte aparece antes de o estudo inteiro chegar

“Link ruim deixa de ser bloqueio.”

lumina web › sincronização de exames
Página Sincronização de exames do Lumina Web com três exames marcados como Sincronizado, cada um com barra de progresso, contagem de imagens e tamanho em megabytes

A prova A página de sincronização mostra, por exame, quantas imagens e quantos megabytes já estão no navegador, prontos para abrir.

Privacidade

Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente

Cada equipamento e cada estação entram no acervo com identidade própria, autorizada e revogável uma a uma. As conexões são protegidas, do equipamento ao servidor e do servidor ao navegador. Na exportação e no envio, o exame sai sem a identidade do paciente, do jeito que o padrão DICOM define, com as anotações preservadas e os exames do mesmo caso continuam ligados entre si, sem revelar quem é o paciente. E os registros de funcionamento dos visualizadores não carregam nome de paciente.

  • Identidade do equipamento e da estação, com revogação individual
  • Conexão protegida, com teste em um clique e diagnóstico em português quando falha
  • Exame sem identidade do paciente na exportação, no envio e na mídia; o arquivo local da estação também protegido

“Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente.”

lumina workstation › exportar › opções
Diálogo Opções de exportação de imagem da Lumina Workstation com a caixa De-identificar, remover identidade do paciente, LGPD, marcada

A prova As opções de exportação da estação, com a de-identificação marcada antes de a imagem sair do serviço.

Governança

A clínica ajusta sem abrir chamado

Protocolos de tela, predefinições de janela e destinos são publicados pela própria equipe, para todo o parque, sem nova implantação. Os protocolos de fábrica e os institucionais são somente leitura: quem quer ajustar duplica um, e a estação diz na tela quando uma série não corresponde à janela esperada.

  • Biblioteca de protocolos com escopo, estado e as regras de cada um visíveis
  • Predefinições de janela por modalidade, salvas a partir da janela atual
  • No navegador, área de configurações com assistente de protocolos e predefinições, ou tudo definido pela TI de uma vez na implantação

“Um padrão de leitura para toda a operação.”

lumina workstation › preferências › protocolos de tela
Biblioteca de protocolos de tela da Lumina Workstation com as colunas Protocolo, Escopo e Estado e, abaixo, as regras do protocolo TC Tórax, pulmão e mediastino

A prova A biblioteca de protocolos de tela: escopo, estado e as regras que montam a tela, legíveis pela equipe.

Para quem

Cada pessoa do serviço ganha algo diferente. Escolha o seu papel.

Diretor clínico e dono de clínica

“Quantos sistemas a imagem atravessa entre o equipamento e o laudo? E quantas licenças você paga por isso?”

  1. Um sistema para o ciclo inteiro, integrado ao PRORADIS 27 e ao Teleradis: lista de trabalho, guarda, leitura e documentação sem exportação entre etapas.
  2. Sem licença por assento nos visualizadores. Colocar um médico a mais para laudar não é comprar uma licença.
  3. O acervo continua seu: guardado e servido no padrão da indústria, legível fora do produto.
  4. Menos CD e menos balcão: o solicitante abre o exame por link no navegador; a mídia fica para quando ainda for necessária.
  5. Inventário das estações ativadas, com revogação da máquina que sumir.

O que cada camada entrega

Três camadas. Doze funções. Nenhuma exportação entre elas.

O arquivo cuida de receber, guardar, publicar e distribuir. Os visualizadores cuidam de ler, medir e devolver ao exame. O que uma camada produz, a seguinte consome pelo padrão.

Arquivo · 01RecepçãoRecebe as imagens dos equipamentos no padrão DICOM, no ato. Cada equipamento entra com identidade própria, autorizada.
Arquivo · 02GuardaO exame como saiu do aparelho, mais o que o médico gravou depois: laudo estruturado, imagens-chave, anotações, segmentações, documentos, vídeo e formas de onda.
Arquivo · 03Lista de trabalhoPublica o agendamento do PRORADIS 27 para os equipamentos, por modalidade, com o identificador de estudo da operação; formato alternativo para aparelhos legados.
Arquivo · 04Consulta e distribuiçãoResponde às buscas e entrega os exames no padrão DICOM aos visualizadores e a qualquer outro sistema autorizado; encaminha para outro arquivo quando necessário.
Estação · 05Protocolos de telaTela montada por tipo de exame, com leitura de lateralidade e incidência e aviso quando uma série não corresponde à janela esperada.
Estação · 06Arquivo local e filaExames guardados no disco da estação, com teto de espaço e limpeza automática, buscados antes de o médico pedir; a fila do PRORADIS 27 ou do Teleradis dentro do buscador de exames.
Estação · 07Medições clínicasÍndice cardiotorácico, Insall-Salvati, eixo mecânico, escanometria, escore de cálcio, volume elipsoide; seguimento de lesão com soma de diâmetros.
Estação · 08Reconstruções e saídaMPR oblíquo com slab, reconstrução curva, panorâmica costurada, volume 3D; ferramentas de mamografia; exportação, envio, de-identificação, mídia com visualizador embutido e impressão.
Web · 09Leitura sem instalaçãoAberto por link do RIS: MPR com localizador, MIP no plano adquirido, volume 3D; comparação com o anterior em um clique, com carga progressiva e sincronização.
Web · 10Medir e devolver11 ferramentas de medição com estatística e rótulo na imagem; laudo estruturado e imagens-chave; navegador de atributos do exame.
Web · 11Sincronização e configuraçõesPágina que carrega os exames do dia antes da leitura; área de configurações com assistente de protocolos e predefinições de janela.
Web · 12CelularInterface de toque pelo mesmo link seguro: predefinições por modalidade, medição e modo paisagem.

No ecossistema Ocean

O acervo no centro. Os conectores são os produtos que geram a demanda.

Agendar e assinar o laudo é papel do PRORADIS 27 e do Teleradis. O que liga os três lados (o produto que agendou, o acervo e a leitura) é um arquivo de operação assinado. E o conjunto conversa com equipamentos e sistemas de terceiros pelo mesmo padrão que usa internamente.

RIS

PRORADIS 27

Agenda o exame, gera a lista de trabalho para o equipamento e abre o exame no visualizador pelo botão do laudo. O laudo é assinado lá.

Conhecer →
Telerradiologia

Teleradis

A central de laudos: distribui por subespecialidade e contrato, abre o exame no visualizador e devolve o laudo assinado. Um médico que lauda para duas operações importa dois arquivos e vê as duas filas.

Conhecer →
Estação de leitura

Lumina Workstation

Leitura de alto volume, instalada em Windows, macOS e Linux: protocolos de tela, arquivo local, medições clínicas, reconstruções, mamografia e impressão.

Conhecer →
Visualizador web

Lumina Web

Leitura sem instalação em qualquer navegador atual e interface de toque no celular, pelo mesmo link do laudo.

Conhecer →
A ligação

Um arquivo assinado liga a estação à sua operação

Uma operação é uma instalação do PRORADIS 27 ou do Teleradis. Cada uma é descrita para a estação por um arquivo baixado do próprio produto: onde está a fila, como o médico entra e por onde as imagens chegam. Assinado pela Ocean, protegido, revogável e sem a senha de ninguém. É isso que liga a estação à operação: um arquivo, não um projeto de integração.

Fora da Ocean

Equipamentos e sistemas de terceiros

Modalidades, outros arquivos e outros visualizadores conversam com o acervo pelo padrão da indústria. Um serviço pode adotar o Lumina PACS sem trocar o RIS, e adotar o PRORADIS 27 sem trocar o PACS.

Implantação e operação

A integração é um arquivo assinado. O dimensionamento é um projeto.

A estação se liga à operação com um arquivo assinado, baixado do próprio PRORADIS 27 ou Teleradis, e o médico entra com o usuário que já tem lá. A sessão se renova sozinha e pede a senha de novo a cada sete dias. Se o usuário for desligado no produto de origem, a estação esquece o acesso.

Com a operação conectada, a fila vira uma fonte dentro do buscador de exames, ao lado do disco local e do acervo. A lista vem do produto que agendou, as imagens vêm do acervo, e a estação junta os dois. No navegador o efeito é o mesmo por outro caminho: o PRORADIS 27 abre a página de sincronização com os exames do dia, e eles já estão carregados quando o médico abre o primeiro.

  • Arquivo de operação assinado pela Ocean e conferido pela própria estação: arquivo alterado, de outra origem ou revogado é recusado, e a mensagem diz qual é o caso
  • Sincronizar com a operação selecionada vira pré-busca da fila: a cada cinco minutos a estação baixa em silêncio o que a lista trouxe e ainda não está no disco
  • Ativação opcional da estação no inventário central, com código de uso único, para o serviço saber quantas máquinas tem e revogar a que sumir
  • Visualizador web entregue como um pacote único, configurado de uma vez; estação com instalador nativo e silencioso, pronto para a TI distribuir
  • Acervo dimensionado por projeto, a partir do volume atual e do histórico a migrar

Segurança e privacidade

  • Identidade: própria por equipamento e por estação, autorizada no acervo; revogação individual.
  • Conexões: protegidas do equipamento ao servidor e do servidor ao navegador.
  • Acesso: com o usuário da operação; o link do laudo abre o exame sem levar senha nem dado de paciente.
  • Compartilhar sem o paciente: na exportação e no envio, a identidade sai do exame do jeito que o padrão DICOM define, e as anotações ficam.
  • Registros: os visualizadores não gravam nome de paciente nos registros de funcionamento; o arquivo local da estação fica protegido.
  • Configurável por serviço: autorização para os visualizadores gravarem no acervo; política de retenção, cópia de segurança e alta disponibilidade, desenhadas por projeto; regras de rede entre equipamentos, servidor e estações.

O Lumina PACS em números

O que o serviço ganha, em números que dá para conferir.

Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a operação.

3leituras, um acervoEstação, navegador e celular abrem a mesma imagem, com o mesmo controle de acesso.
0licença por assentoColocar um médico a mais para laudar não custa uma licença de visualizador.
1arquivo assinado liga a estação à operaçãoFila, login e acesso ao acervo num arquivo baixado do PRORADIS 27 ou do Teleradis, não num projeto de integração.
65 a 70%menos dados em TC e RMNa entrega ao navegador, sem perda de informação. Medido em homologação.
18protocolos de tela prontosTela montada por tipo de exame desde o primeiro dia; a equipe duplica e ajusta sem chamado.
1clique até o exame anteriorOs anteriores aparecem sozinhos, na estação e no navegador, e comparar é um clique.
50GBde exames à mão, sem redeNa estação, de fábrica e ajustável, com a fila do dia buscada antes de o médico pedir.
Seuacervo continua seuGuardado e servido no padrão DICOM, legível fora do produto. Trocar de fornecedor não é perder o histórico.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
CamadasArquivo Lumina (núcleo) · Lumina Workstation (estação de leitura instalada) · Lumina Web (visualizador web e interface de toque no celular)
Serviços do padrãoServiços clássicos e versão web do padrão DICOM para armazenamento, consulta, recuperação e lista de trabalho · encaminhamento para outro arquivo · mensagens padrão da área para o RIS e a telerradiologia
Objetos guardadosEstudos, séries e instâncias com os atributos originais · laudo estruturado, imagens-chave, estado de apresentação, segmentações, documentos, vídeo e formas de onda
Lista de trabalhoPublicada por modalidade, com o identificador de estudo gerado a partir da raiz da operação · normalização de campos e formato alternativo para aparelhos legados
Estação · sistemas operacionaisWindows, macOS e Linux, em x86-64 e ARM de 64 bits · instaladores nativos (MSI, PKG assinado e notarizado, DEB e RPM) com instalação silenciosa e runtime embutido
Estação · protocolos de tela18 de fábrica (radiografia de tórax; TC de crânio, tórax e abdome com variantes de comparação; RM de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia com comparação, digitalizada e tomossíntese; PET-CT) · institucionais publicados pela equipe · duplicar, exportar e importar
Estação · arquivo localTeto de 50 GB de fábrica, configurável · remoção automática dos estudos menos usados · índice cifrado · pré-busca da fila a cada cinco minutos
Estação · sessão da operaçãoRenovação automática · senha exigida a cada sete dias · credencial no cofre do sistema operacional · ativação opcional no inventário central
Codecs de imagemJPEG (baseline, extended e lossless), JPEG-LS, JPEG 2000, JPEG XL, RLE e Deflated
Visualizador web · implantaçãoUma imagem de contêiner única, configurada por variável de ambiente · qualquer navegador atual (Chrome, Edge, Firefox, Safari) em desktop, tablet e celular
Visualizador web · entregaTranscodificação sem perdas pedida por modalidade · 65 a 70% menos bytes por quadro em TC e RM, medido no ambiente de homologação · carga progressiva e página de sincronização
MediçãoEstação: 14 medidas geométricas e 9 medições clínicas nomeadas, seguimento de lesão com soma de diâmetros · Web: 11 ferramentas com estatística e rótulo na imagem
IdiomasPortuguês (Brasil), inglês e espanhol, na estação e no navegador
Integração OceanArquivo de operação (.ows) assinado, cifrado e revogável, baixado do PRORADIS 27 ou do Teleradis · link do laudo com token · ativação opcional da estação no inventário central
RegulatórioProduto com registro na ANVISA

Versão de referência: Lumina Workstation 1.0.1 e Lumina Web, capturados em setembro de 2026. Capturas sobre acervo de demonstração de-identificado (pacientes fictícios “DEMO”, instituição Clinica Demo Ocean) e acervo público de-identificado; campos internos pixelados. Nenhum paciente real aparece em qualquer imagem.

Perguntas frequentes

O que o serviço pergunta antes de decidir.

Funciona com o RIS que eu já tenho?
Sim. O arquivo Lumina publica a lista de trabalho e conversa com o RIS pelos padrões de mensagem da área, e os visualizadores abrem por link. Com o PRORADIS 27 e o Teleradis a ligação é nativa: a fila aparece dentro da estação e o botão do laudo abre o exame já posicionado. Com outro RIS, é configuração de integração pelo padrão. Um serviço pode adotar o Lumina PACS sem trocar o RIS.
O acervo fica preso ao produto?
Não. O acervo é guardado e servido no padrão DICOM, o mesmo que o seu equipamento já fala, sem formato proprietário. Qualquer sistema autorizado consulta e recupera sem conversor, e as medidas e as imagens-chave também ficam no exame nesse padrão. Se um dia você trocar de fornecedor, o acervo vai junto.
Preciso instalar alguma coisa?
Só para quem lauda o dia inteiro. A estação de leitura tem instalador nativo para Windows, macOS e Linux, silencioso e sem pré-requisitos na máquina. O resto do serviço, incluindo o médico solicitante, usa o visualizador web em qualquer navegador atual, sem instalação e sem cadastro de usuário de PACS. A escolha é por rotina, não por qualidade.
E no celular?
O mesmo link do laudo abre a interface de toque: rolar, janela, medir, mover, predefinições por modalidade e modo paisagem, por link seguro, sem cadastro. É feita para o plantão e para a consulta rápida, com o mesmo controle de acesso das outras leituras.
Como migro o acervo antigo?
Avaliando primeiro. A migração depende do formato e do estado do acervo de origem. Avaliamos o acervo, propomos o plano de migração e dimensionamos o novo acervo a partir do volume atual e do histórico a migrar.
O que a estação envia à Ocean?
Só uma estação ativada envia alguma coisa, e o que ela envia é um sinal de vida para o inventário, sem dado de paciente. A ativação é opcional e serve ao inventário do serviço. O arquivo de operação é conferido na própria estação, que também verifica se ele foi revogado. Os registros dos visualizadores não carregam identificação de paciente.

Próximo passo

Veja o Lumina PACS com um exame da sua clínica.

Uma demonstração de 35 minutos percorre o ciclo inteiro, da conexão da estação ao exame no celular, com acervo de demonstração ou com um exame de-identificado do seu serviço.

DiagnósticoMapeamos o caminho da imagem hoje: equipamentos, arquivo atual, visualizadores, RIS, e onde o ciclo quebra.
Demonstração guiadaDa conexão à governança, na ordem que conta a história: fila, laudo, anterior, medida, navegador, celular.
Projeto de acervoDimensionamento a partir do volume atual, avaliação do acervo a migrar e a arquitetura de disponibilidade e retenção desenhada com a sua TI.
Primeira modalidade no arLista de trabalho no equipamento, imagens no acervo e a leitura na estação ou no navegador. O restante do parque entra no ritmo da sua equipe.