O exame é marcado no produto que conduz a operação. Paciente, procedimento e número de acesso já existem antes de o paciente chegar à sala.
Ocean Core · Arquivo e leitura de imagem médica
Da modalidade ao laudo, sem sair do mesmo acervo.
O Lumina PACS fecha o ciclo da imagem no serviço de diagnóstico. O exame nasce identificado no equipamento, entra no acervo sozinho e abre para laudar onde o médico estiver: na estação de leitura, em qualquer navegador ou no celular do plantão, com o exame anterior a um clique. O que o médico mede fica dentro do exame. E o acervo fica no padrão DICOM, o mesmo que o seu equipamento já fala: continua seu.
- 3leituras, um acervo: estação, navegador e celular
- Padrão abertode ponta a ponta: o acervo continua seu
- Sem licençapor assento nos visualizadores
- Windows, macOS e Linuxna estação de leitura, com instalador nativo
O dia de hoje no serviço de imagem
A imagem passa por três ou quatro sistemas antes de virar laudo. Cada fronteira cobra.
O exame é marcado num sistema, feito no equipamento, guardado num arquivo, aberto num visualizador e laudado noutro lugar. Onde um sistema termina e o outro começa, alguém redigita, procura, grava um CD ou anota no papel.
As três camadas
Um arquivo. Três formas de ler. O mesmo controle de acesso.
O Lumina PACS é o arquivo mais dois visualizadores. O arquivo recebe as imagens dos equipamentos, guarda o acervo no padrão DICOM, publica a lista de trabalho e entrega o exame a quem vai ler, pelo mesmo padrão que o seu equipamento já fala. Em cima dele, cada pessoa lê onde a rotina pede.
Arquivo Lumina
Recebe as imagens dos equipamentos, cada um com identidade própria e autorizada. Guarda o exame como ele saiu do aparelho, mais o que o médico gravou depois: laudo estruturado, imagens-chave, anotações. Publica a lista de trabalho do PRORADIS 27 para os aparelhos e responde a qualquer sistema autorizado, no padrão DICOM.
Lumina Workstation
Para quem lauda o dia inteiro. Protocolos de tela por tipo de exame, a fila do dia já guardada no disco, medições clínicas nomeadas, reconstruções, mamografia e impressão. Windows, macOS e Linux, com instalador nativo.
Página da estação →Lumina Web
Para o resto do serviço. Abre por link do laudo, sem instalação: MPR, MIP, 3D, comparação com o anterior em um clique e medidas que viram laudo estruturado. O mesmo link no celular abre a interface de toque para o plantão.
Página do visualizador web →A escolha entre estação e navegador é por rotina, não por qualidade: quem lauda o dia inteiro ganha com a estação; o resto do serviço ganha com o navegador. Os dois leem o mesmo acervo, com o mesmo controle de acesso.
O ciclo de um exame
O exame nasce identificado e é laudado no mesmo lugar.
Seis etapas, do agendamento ao laudo. Em cada uma, onde acontece e o que nasce ali, porque é isso que a etapa seguinte consome, sem redigitação. Os dois pontos onde o ciclo costuma quebrar em outros serviços, a lista de trabalho que não chega ao equipamento e a medida que não volta ao exame, são exatamente os que o Lumina PACS fecha.
O agendamento é publicado para o equipamento, por modalidade. O técnico seleciona o paciente na tela do aparelho em vez de digitar nome e identificador.
O exame é feito já com o paciente certo e com o número que a operação gerou. Não há exame órfão para caçar depois.
As imagens são enviadas e guardadas no ato, sem intervenção manual, exatamente como saíram do aparelho. Cada equipamento entra com identidade própria, autorizada.
O exame aparece na fila e abre pelo botão do laudo, já montado pelo protocolo de tela. Os exames anteriores do paciente aparecem sozinhos; comparar é um clique.
Quando o médico manda gravar, medidas, laudo estruturado e imagens-chave voltam para dentro do estudo. O laudo é assinado no PRORADIS 27 ou no Teleradis.
→ Role para o lado para percorrer as seis etapas.
Diferenciais, com a tela que prova
O que muda quando o arquivo e a leitura são do mesmo produto.
Nada aqui é slide. Cada argumento abaixo vem acompanhado da tela do produto, capturada sobre acervo de demonstração de-identificado. Clique para ampliar.
Um ciclo só, sem exportação entre etapas
Lista de trabalho, guarda, leitura e documentação no mesmo sistema. Nenhuma etapa depende de alguém exportar arquivo para a próxima. E o que liga a estação, o acervo e o produto que agendou é um arquivo de operação assinado pela Ocean, importado em um clique, não um projeto de integração.
- A fila do PRORADIS 27 ou do Teleradis aparece dentro do buscador de exames da estação
- O médico entra com o usuário que já tem no produto de origem
- O botão do laudo abre o exame já posicionado; nada de senha e nada de paciente viaja no link
“O exame nasce identificado e é laudado no mesmo lugar.”

A prova A página Operações Ocean da estação: o arquivo de operação importado, o login com o usuário do PRORADIS 27 e a instalação ativada no inventário.
O acervo continua seu
O acervo é guardado e servido no padrão DICOM, o mesmo que o seu equipamento e o seu PACS atual já falam. Qualquer sistema autorizado consulta e recupera sem conversor. A migração futura não depende da boa vontade do fornecedor, e o serviço pode adotar o Lumina PACS sem trocar o RIS, ou o PRORADIS 27 sem trocar o PACS.
- O exame guardado exatamente como saiu do aparelho, sem formato proprietário
- O que o médico grava depois fica no mesmo padrão: laudo estruturado, imagens-chave, anotações, segmentações, documentos e vídeo
- Equipamentos e sistemas de terceiros conversam pelo mesmo padrão que o conjunto usa internamente
“O acervo continua seu.”

A prova A lista de nós da estação: o mesmo acervo alcançado pelo padrão DICOM, no caminho clássico e no da web, sem conversor.
A imagem encontra o médico onde ele está
Estação para o alto volume, navegador para o resto do serviço, celular para o plantão. A mesma imagem nas três, com o mesmo controle de acesso e sem licença por assento. O plantonista abre o mesmo link do laudo no celular e recebe a interface de toque: rolar, janela, medir, mover, predefinições por modalidade e modo paisagem.
- Estação instalada em Windows, macOS e Linux
- Visualizador web em qualquer navegador atual, sem instalação
- Celular pelo mesmo link seguro, sem cadastro de usuário de PACS
“A imagem encontra o médico onde ele está.”

A prova O mesmo exame do acervo de demonstração aberto no celular, com a barra de toque embaixo.
Comparar deixa de ser uma busca
Como os exames anteriores estão no mesmo acervo, os dois visualizadores os encontram sozinhos e os mostram ao lado do atual. Comparar é um clique, com sincronização entre os exames. Quando o pareamento entre as séries é aproximado, a tela avisa.
- Faixa Anteriores no explorador da estação, com Abrir e Comparar
- No navegador, lista de anteriores agrupada por modalidade e comparação lado a lado com carga progressiva
- Aviso de “Pareamento aproximado” na tela quando a correspondência não é certa
“O anterior está do lado. Não em outro sistema.”

A prova Atual e anterior lado a lado na estação, com o aviso de pareamento aproximado.
O número sai do olho do radiologista e entra no exame
O laudo estruturado, que é a lista das medidas num formato que outro sistema lê, e as imagens-chave, as que o médico marcou como decisivas, são gravados dentro do próprio exame, no padrão DICOM, quando o médico manda gravar. O achado fica no histórico do paciente e é legível por outros sistemas: serve para comparar, auditar e pesquisar, não só para o texto do laudo.
- Na estação, medições clínicas nomeadas com faixa de referência, como o índice cardiotorácico, e tabela do exame com soma de diâmetros
- No navegador, 11 ferramentas de medição com estatística e rótulo na imagem, e “Criar relatório” a partir do painel de medidas
- A gravação é um ato do médico, com autorização no acervo
“O que você mede fica no exame.”

A prova O painel de medidas do visualizador web com o diálogo “Criar relatório”: as duas medidas viram um laudo estruturado no estudo.
A leitura começa antes de a rede terminar
A imagem sai do acervo na forma certa para quem vai receber: sem perda de informação, e com bem menos dados onde a rede é o gargalo, como na tomografia e na ressonância abertas no navegador. E a ponta não fica esperando: a estação guarda no próprio disco os exames da fila do dia, buscados antes de o médico pedir, e o navegador tem uma página que carrega os exames do dia antes de o primeiro ser aberto.
- 50 GB de exames à mão na estação, sem depender da rede: a fila do dia é buscada a cada cinco minutos e os exames menos usados saem sozinhos
- Página de sincronização no navegador, aberta pelo PRORADIS 27 com a lista de exames do dia
- Carga progressiva: o primeiro corte aparece antes de o estudo inteiro chegar
“Link ruim deixa de ser bloqueio.”

A prova A página de sincronização mostra, por exame, quantas imagens e quantos megabytes já estão no navegador, prontos para abrir.
Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente
Cada equipamento e cada estação entram no acervo com identidade própria, autorizada e revogável uma a uma. As conexões são protegidas, do equipamento ao servidor e do servidor ao navegador. Na exportação e no envio, o exame sai sem a identidade do paciente, do jeito que o padrão DICOM define, com as anotações preservadas e os exames do mesmo caso continuam ligados entre si, sem revelar quem é o paciente. E os registros de funcionamento dos visualizadores não carregam nome de paciente.
- Identidade do equipamento e da estação, com revogação individual
- Conexão protegida, com teste em um clique e diagnóstico em português quando falha
- Exame sem identidade do paciente na exportação, no envio e na mídia; o arquivo local da estação também protegido
“Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente.”

A prova As opções de exportação da estação, com a de-identificação marcada antes de a imagem sair do serviço.
A clínica ajusta sem abrir chamado
Protocolos de tela, predefinições de janela e destinos são publicados pela própria equipe, para todo o parque, sem nova implantação. Os protocolos de fábrica e os institucionais são somente leitura: quem quer ajustar duplica um, e a estação diz na tela quando uma série não corresponde à janela esperada.
- Biblioteca de protocolos com escopo, estado e as regras de cada um visíveis
- Predefinições de janela por modalidade, salvas a partir da janela atual
- No navegador, área de configurações com assistente de protocolos e predefinições, ou tudo definido pela TI de uma vez na implantação
“Um padrão de leitura para toda a operação.”

A prova A biblioteca de protocolos de tela: escopo, estado e as regras que montam a tela, legíveis pela equipe.
Para quem
Cada pessoa do serviço ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Diretor clínico e dono de clínica
“Quantos sistemas a imagem atravessa entre o equipamento e o laudo? E quantas licenças você paga por isso?”
- Um sistema para o ciclo inteiro, integrado ao PRORADIS 27 e ao Teleradis: lista de trabalho, guarda, leitura e documentação sem exportação entre etapas.
- Sem licença por assento nos visualizadores. Colocar um médico a mais para laudar não é comprar uma licença.
- O acervo continua seu: guardado e servido no padrão da indústria, legível fora do produto.
- Menos CD e menos balcão: o solicitante abre o exame por link no navegador; a mídia fica para quando ainda for necessária.
- Inventário das estações ativadas, com revogação da máquina que sumir.
Radiologista
“Quantas janelas você abre para laudar um exame com o anterior?”
- O exame abre com um clique a partir do laudo, já montado pelo protocolo de tela.
- A fila do PRORADIS 27 ou do Teleradis está dentro do buscador de exames da estação, com os mesmos filtros: meus ou todos, a laudar ou laudados, urgentes.
- O exame anterior está do lado, sincronizado, com aviso quando o pareamento é aproximado.
- Medições clínicas nomeadas com faixa de referência, tabela do exame com soma de diâmetros. E o que você mede fica no exame.
- A leitura começa antes de a rede terminar: a fila do dia já está no disco da estação antes de você pedir.
Plantonista e médico fora da clínica
“O exame chegou. Você consegue ver do lugar onde está?”
- O mesmo link do laudo abre no celular, com interface de toque: rolar, janela, medir, mover e predefinições por modalidade.
- Modo paisagem com a barra escondida para ver a imagem inteira.
- Acesso por link seguro, sem instalar nada e sem virar usuário de PACS.
- No navegador, os exames do dia carregados antes de você abrir o primeiro; na estação, os exames guardados no disco para quando o link cai.
- O mesmo controle de acesso das outras leituras: quem é revogado no produto de origem perde a operação na estação.
Técnico de imagem
“Quantas vezes por semana você digita um nome no equipamento? E quantas vezes confere se o exame subiu?”
- A lista de trabalho chega ao aparelho: você seleciona o paciente em vez de digitar.
- O exame já nasce com o identificador de estudo da operação. Nenhum exame órfão para caçar depois.
- As imagens vão para o acervo no ato, sem intervenção manual.
- Aparelhos legados recebem a lista em formato alternativo, com normalização de campos.
- Quando for preciso gravar mídia, ela sai com visualizador embutido e de-identificação opcional.
TI e engenharia clínica
“Quantos equipamentos e quantos visualizadores você integra hoje? E o que acontece se trocar de fornecedor?”
- Padrão DICOM de ponta a ponta: equipamentos e sistemas de terceiros conversam com o acervo pelo mesmo padrão que o conjunto usa internamente.
- Identidade por equipamento e por estação, autorizada no acervo, com revogação individual e teste de conexão em um clique.
- O visualizador web sobe como um pacote único, configurado de uma vez; a estação tem instalador nativo e silencioso, sem pré-requisitos na máquina.
- A ligação da estação com a operação é um arquivo assinado, protegido e revogável, sem a senha de ninguém dentro.
- Alta disponibilidade, retenção e cópia de segurança do acervo são desenhadas com você, por projeto, a partir do volume atual e do histórico a migrar.
O que cada camada entrega
Três camadas. Doze funções. Nenhuma exportação entre elas.
O arquivo cuida de receber, guardar, publicar e distribuir. Os visualizadores cuidam de ler, medir e devolver ao exame. O que uma camada produz, a seguinte consome pelo padrão.
No ecossistema Ocean
O acervo no centro. Os conectores são os produtos que geram a demanda.
Agendar e assinar o laudo é papel do PRORADIS 27 e do Teleradis. O que liga os três lados (o produto que agendou, o acervo e a leitura) é um arquivo de operação assinado. E o conjunto conversa com equipamentos e sistemas de terceiros pelo mesmo padrão que usa internamente.
PRORADIS 27
Agenda o exame, gera a lista de trabalho para o equipamento e abre o exame no visualizador pelo botão do laudo. O laudo é assinado lá.
Conhecer →Teleradis
A central de laudos: distribui por subespecialidade e contrato, abre o exame no visualizador e devolve o laudo assinado. Um médico que lauda para duas operações importa dois arquivos e vê as duas filas.
Conhecer →Lumina Workstation
Leitura de alto volume, instalada em Windows, macOS e Linux: protocolos de tela, arquivo local, medições clínicas, reconstruções, mamografia e impressão.
Conhecer →Lumina Web
Leitura sem instalação em qualquer navegador atual e interface de toque no celular, pelo mesmo link do laudo.
Conhecer →Um arquivo assinado liga a estação à sua operação
Uma operação é uma instalação do PRORADIS 27 ou do Teleradis. Cada uma é descrita para a estação por um arquivo baixado do próprio produto: onde está a fila, como o médico entra e por onde as imagens chegam. Assinado pela Ocean, protegido, revogável e sem a senha de ninguém. É isso que liga a estação à operação: um arquivo, não um projeto de integração.
Equipamentos e sistemas de terceiros
Modalidades, outros arquivos e outros visualizadores conversam com o acervo pelo padrão da indústria. Um serviço pode adotar o Lumina PACS sem trocar o RIS, e adotar o PRORADIS 27 sem trocar o PACS.
Implantação e operação
A integração é um arquivo assinado. O dimensionamento é um projeto.
A estação se liga à operação com um arquivo assinado, baixado do próprio PRORADIS 27 ou Teleradis, e o médico entra com o usuário que já tem lá. A sessão se renova sozinha e pede a senha de novo a cada sete dias. Se o usuário for desligado no produto de origem, a estação esquece o acesso.
Com a operação conectada, a fila vira uma fonte dentro do buscador de exames, ao lado do disco local e do acervo. A lista vem do produto que agendou, as imagens vêm do acervo, e a estação junta os dois. No navegador o efeito é o mesmo por outro caminho: o PRORADIS 27 abre a página de sincronização com os exames do dia, e eles já estão carregados quando o médico abre o primeiro.
- Arquivo de operação assinado pela Ocean e conferido pela própria estação: arquivo alterado, de outra origem ou revogado é recusado, e a mensagem diz qual é o caso
- Sincronizar com a operação selecionada vira pré-busca da fila: a cada cinco minutos a estação baixa em silêncio o que a lista trouxe e ainda não está no disco
- Ativação opcional da estação no inventário central, com código de uso único, para o serviço saber quantas máquinas tem e revogar a que sumir
- Visualizador web entregue como um pacote único, configurado de uma vez; estação com instalador nativo e silencioso, pronto para a TI distribuir
- Acervo dimensionado por projeto, a partir do volume atual e do histórico a migrar
Segurança e privacidade
- Identidade: própria por equipamento e por estação, autorizada no acervo; revogação individual.
- Conexões: protegidas do equipamento ao servidor e do servidor ao navegador.
- Acesso: com o usuário da operação; o link do laudo abre o exame sem levar senha nem dado de paciente.
- Compartilhar sem o paciente: na exportação e no envio, a identidade sai do exame do jeito que o padrão DICOM define, e as anotações ficam.
- Registros: os visualizadores não gravam nome de paciente nos registros de funcionamento; o arquivo local da estação fica protegido.
- Configurável por serviço: autorização para os visualizadores gravarem no acervo; política de retenção, cópia de segurança e alta disponibilidade, desenhadas por projeto; regras de rede entre equipamentos, servidor e estações.
O Lumina PACS em números
O que o serviço ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para a operação.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Camadas | Arquivo Lumina (núcleo) · Lumina Workstation (estação de leitura instalada) · Lumina Web (visualizador web e interface de toque no celular) |
|---|---|
| Serviços do padrão | Serviços clássicos e versão web do padrão DICOM para armazenamento, consulta, recuperação e lista de trabalho · encaminhamento para outro arquivo · mensagens padrão da área para o RIS e a telerradiologia |
| Objetos guardados | Estudos, séries e instâncias com os atributos originais · laudo estruturado, imagens-chave, estado de apresentação, segmentações, documentos, vídeo e formas de onda |
| Lista de trabalho | Publicada por modalidade, com o identificador de estudo gerado a partir da raiz da operação · normalização de campos e formato alternativo para aparelhos legados |
| Estação · sistemas operacionais | Windows, macOS e Linux, em x86-64 e ARM de 64 bits · instaladores nativos (MSI, PKG assinado e notarizado, DEB e RPM) com instalação silenciosa e runtime embutido |
| Estação · protocolos de tela | 18 de fábrica (radiografia de tórax; TC de crânio, tórax e abdome com variantes de comparação; RM de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia com comparação, digitalizada e tomossíntese; PET-CT) · institucionais publicados pela equipe · duplicar, exportar e importar |
| Estação · arquivo local | Teto de 50 GB de fábrica, configurável · remoção automática dos estudos menos usados · índice cifrado · pré-busca da fila a cada cinco minutos |
| Estação · sessão da operação | Renovação automática · senha exigida a cada sete dias · credencial no cofre do sistema operacional · ativação opcional no inventário central |
| Codecs de imagem | JPEG (baseline, extended e lossless), JPEG-LS, JPEG 2000, JPEG XL, RLE e Deflated |
| Visualizador web · implantação | Uma imagem de contêiner única, configurada por variável de ambiente · qualquer navegador atual (Chrome, Edge, Firefox, Safari) em desktop, tablet e celular |
| Visualizador web · entrega | Transcodificação sem perdas pedida por modalidade · 65 a 70% menos bytes por quadro em TC e RM, medido no ambiente de homologação · carga progressiva e página de sincronização |
| Medição | Estação: 14 medidas geométricas e 9 medições clínicas nomeadas, seguimento de lesão com soma de diâmetros · Web: 11 ferramentas com estatística e rótulo na imagem |
| Idiomas | Português (Brasil), inglês e espanhol, na estação e no navegador |
| Integração Ocean | Arquivo de operação (.ows) assinado, cifrado e revogável, baixado do PRORADIS 27 ou do Teleradis · link do laudo com token · ativação opcional da estação no inventário central |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Versão de referência: Lumina Workstation 1.0.1 e Lumina Web, capturados em setembro de 2026. Capturas sobre acervo de demonstração de-identificado (pacientes fictícios “DEMO”, instituição Clinica Demo Ocean) e acervo público de-identificado; campos internos pixelados. Nenhum paciente real aparece em qualquer imagem.
Perguntas frequentes
O que o serviço pergunta antes de decidir.
Funciona com o RIS que eu já tenho?
O acervo fica preso ao produto?
Preciso instalar alguma coisa?
E no celular?
Como migro o acervo antigo?
O que a estação envia à Ocean?
Para ir além
O que escrevemos sobre isso.

LIS e RIS/PACS nativamente integrados: a nova geração
Por que sistemas especializados e nativamente conectados resolvem a fragmentação entre laboratório, imagem e clínica melhor que uma suíte all-in-one.

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Por que processar tomografia e ressonância exige desempenho e segurança de outra ordem, e como a parceria com a Oracle sustenta essa fundação desde a origem.
Próximo passo
Veja o Lumina PACS com um exame da sua clínica.
Uma demonstração de 35 minutos percorre o ciclo inteiro, da conexão da estação ao exame no celular, com acervo de demonstração ou com um exame de-identificado do seu serviço.