O exame entra sozinho pelo caminho que cada setor já usa: pelo agendamento do RIS ou do HIS, pela chegada da imagem no arquivo, pelo conector do sistema do hospital ou por cadastro na tela. O aparelho que mandou a imagem diz de que setor ela veio. Pedido repetido é reconhecido e não duplica.
Para serviços de diagnóstico dentro do hospital
PS, UTI, centro cirúrgico e ambulatório pedindo exame ao mesmo time. Cada setor no seu prazo.
O tomógrafo faz o exame em minutos. O laudo demora horas, e ninguém sabe dizer por quê, porque a fila é uma planilha ou a memória do coordenador. A Ocean põe o hospital inteiro numa fila só, com o prazo que cada setor pactuou. O preparo não deixa realizar antes da hora, a imagem entra no acervo sozinha, o laudo volta ao prontuário com comprovante e o laboratório roda na mesma esteira. E nada do que já está instalado precisa sair para isso entrar.
- 1fila para todos os setores, cada um com o seu relógio
- 4jeitos de o exame entrar: agendamento, imagem, sistema do hospital ou tela
- 3lugares para ver o exame: estação, navegador e celular
- 0trocas no que já está instalado: PACS, RIS e HIS continuam
O dia de hoje, por papel
Cada setor virou uma ilha. Não porque alguém decidiu assim.
Foi acontecendo: o pronto-socorro cobra por telefone, o ambulatório manda planilha, a unidade nova entrou com o sistema do fornecedor dela, e você descobre o atraso quando ele já virou reclamação. Nenhum desses é um problema de radiologia ou de bancada. São problemas de operação.
A jornada no seu hospital
Oito etapas, do pedido do setor à conta hospitalar, e o produto que cuida de cada uma.
O pedido nasce uma vez, no setor que solicitou, e atravessa a operação inteira sem ser digitado de novo. Em cada etapa, o produto Ocean responsável e o que nasce ali.
A regra do setor traduz o tipo de exame em subespecialidade e serviço. O prazo nasce no ato, a partir do que aquele setor pactuou: eletivo ou urgente, respeitando o expediente e a janela de plantão. O PS em uma hora; o ambulatório em horas; o check-up em dias.
Quadro por raia, montado por tipo de exame: jejum, creatinina, termo de contraste assinado no celular do paciente, decisão médica encaminhada a quem decide, sedação, repouso com cronômetro. Com etapa obrigatória pendente, “Realizar” é recusado com a explicação na tela.
O aparelho já recebeu o nome do paciente: o técnico seleciona em vez de digitar. A imagem entra no acervo no ato, no padrão DICOM, e o pedido se liga ao exame sozinho. Um só acervo serve todas as leituras.
O exame abre a partir do laudo, com a tela já montada. Estação para quem lauda o dia inteiro, com a fila da manhã já no computador; navegador para o resto do serviço, com MPR, MIP, 3D e o anterior a um clique; celular para o plantão, pelo mesmo link. O médico assistente vê o exame que pediu sem instalar nada.
Cockpit com modelos, frases, exames anteriores, miniaturas e a triagem da IA, quando contratada ao lado da folha A4. Pendência e reconvocação param o relógio. Achado crítico marcado no laudo, com o registro de quem avisou a equipe assistente. Assinatura com certificado, classificação da conclusão e o questionário da operação.
O laudo volta ao prontuário pelo conector, chega sozinho ao sistema da unidade com comprovante, é publicado no portal do paciente ou abre por link com QR Code que confere nome e CPF. Cada envio tem histórico e reenvio; cada acesso fica registrado. Laudo assinado que muda vira retificação, com motivo e trilha.
O laboratório na mesma esteira: o pedido chega do sistema do hospital, a amostra tem custódia registrada da coleta à bancada, o resultado entra direto do analisador, a liberação passa pelas regras do laboratório e retém o que não passa, o valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, e o resultado volta ao sistema que pediu. Na internação, diárias, taxas, equipe, anestesia e pacotes entram na conta cada um com a sua regra, e o fechamento passa por checklist e auditoria clínica.
→ Role para o lado para percorrer as oito etapas.
O que muda, com a tela que prova
Cinco momentos do hospital, antes e depois.
O mesmo exame, pedido pelo PS ou pelo check-up, entra na mesma fila com relógios diferentes
Tratar todos os pedidos igual é o mesmo que não ter prazo: a rotina do ambulatório enche a fila e o urgente do PS espera atrás dela. Aqui cada setor é uma unidade solicitante, com os exames que recebe e o prazo eletivo e o urgente de cada um. A fila ordena pelo que está mais perto de estourar, no prazo de cada setor. Os chips de urgentes, atrasados e não atribuídos mostram a contagem ao vivo. Quem tem acesso a um setor enxerga a fila dele, e nada além.
“O urgente do PS não fica atrás de trinta rotinas do check-up.”

A prova Aqui estão os exames que o pronto-socorro recebe, cada um com o seu prazo e o seu prazo de urgência. Ligar um setor novo é preencher esta aba.
O relógio sabe parar
Enquanto o exame depende de terceiro, o tempo não é do serviço de diagnóstico. O estudo chegou incompleto, falta informação clínica, o paciente precisa voltar: a pendência ou a reconvocação param o relógio. O motivo fica registrado, com quem abriu e quem resolveu, e a fila mostra “Pausado” no lugar da contagem. Eletivo conta em horário útil; urgente e plantão contam corrido. É o que torna o número defensável na reunião de diretoria.
“Prazo que corre enquanto a bola está com o terceiro é prazo que ninguém respeita.”

A prova O laudo em estado Pendente, com a situação “Adicionar pendência” no rodapé. Enquanto a pendência está aberta, o prazo não corre.
Achado crítico com prova de comunicação
Avisar a equipe assistente é obrigação. Provar que avisou é o que protege o serviço depois. O achado crítico é uma marcação própria no laudo, com o registro da comunicação à equipe do PS, da UTI ou da enfermaria. Aparece sinalizado na fila e conta no painel. Onde o setor contrata o serviço com IA, a fila ganha ainda a coluna de criticidade, que ordena atenção e só isso: quem lauda é o médico, e nada entra no texto sem ele aceitar.
“Não é uma etiqueta. É a prova de que alguém avisou.”

A prova O botão de achado crítico aceso ao lado do texto, num laudo pedido pelo pronto-socorro adulto.
O exame não é realizado com o termo pendente
No hospital, o trecho entre “o paciente chegou” e “o exame foi feito” é o mais caro: contraste sem termo, creatinina não vista, sedação sem decisão registrada, repouso encurtado. Aqui esse trecho vira um quadro por raia, com formulário, documento, decisão encaminhada a quem decide e repouso com cronômetro. O termo é assinado no celular do paciente, e é a assinatura que destrava a etapa. Quem tem permissão pode forçar a liberação com uma justificativa que fica registrada, exceto na etapa que o hospital marcou como inegociável.
“E se alguém precisar forçar, o hospital sabe quem forçou e por quê.”

A prova O quadro do preparo, raia por raia, com a barra que mostra onde está o gargalo.
O valor crítico não sai sem o aviso registrado. O controle de qualidade trava a bancada. A conta fecha por checklist.
No laboratório do hospital, o valor crítico do PS ou da UTI fica retido no LABORLIS 27 até alguém registrar para quem foi comunicado, por quem e quando. É esse registro que destrava a liberação, e é ele que a auditoria de acreditação pede no lugar do caderno. Depois, o resultado volta ao sistema que pediu.
Quando o controle falha e a política do laboratório assim determina, o LaborQC declara o analito bloqueado naquele aparelho e avisa o LaborMID. O exame não é realizado, ou o laudo não é liberado, até o controle voltar. A política é por aparelho: o laboratório decide o que trava. O bloqueio nasce e morre sozinho, e destravar à mão exige justificativa.
Do lado da receita, a conta hospitalar do Ocean Billing não é uma planilha de itens. Diárias, taxa de sala, equipe, anestesia e pacotes entram cada um com a sua regra, e o pacote mostra lucro ou perda antes de ser aplicado. O fechamento é guiado em três passos: o que falta, a auditoria clínica e as guias por tipo e por prestador. Pode repetir em ciclos ao longo da internação.
“Seu sistema de CQ avisa que o método falhou. O LaborQC impede que o exame saia mesmo assim.”

A prova Aqui o RT vê os analitos bloqueados por aparelho, com o motivo, o que está travado (realizar ou liberar), o resultado que causou e se o LaborMID já foi avisado.

O valor crítico A central de valores críticos do LABORLIS 27: pendentes, em andamento e concluídas, com a categoria de cada um.
Os produtos para o serviço de diagnóstico hospitalar
A central de laudos no centro. O acervo em padrão aberto. O laboratório e a conta na mesma família.
Cada produto se sustenta sozinho e conversa com o que já está instalado no hospital; cada integração é opcional. Juntos, fecham as fronteiras onde o serviço perde tempo, prazo e rastro.
Teleradis
Uma fila para todos os setores, cada um com prazo próprio. Trava por profissional, cockpit, achado crítico com prova, assinatura com certificado e laudo de volta ao prontuário, com comprovante. O hospital que terceiriza parte do laudo mantém a mesma fila.
Conhecer →Lumina PACS
O nome do paciente vai para o aparelho, a imagem entra no acervo no ato e chega às três leituras. O acervo é do hospital, no padrão DICOM, legível por qualquer sistema autorizado.
Conhecer →Lumina Web
Para o médico assistente, o resto do serviço e o plantão: sem instalar nada, MPR, MIP, 3D, comparação com o anterior em um clique e interface de toque no celular, pelo mesmo link.
Conhecer →Lumina Workstation
Para quem lauda o dia inteiro: abre a partir do laudo, a tela se monta sozinha, a fila da manhã já está no computador, medições com nome clínico, aviso de exame incompleto. Sem licença por assento.
Conhecer →PRORADIS 27
O RIS para o serviço que atende ambulatório e externos como uma clínica dentro do hospital: agenda, recepção, preparo com Ocean Flow e Ocean Docs, cockpit de laudo, faturamento TISS e financeiro.
Conhecer →LABORLIS 27 + LaborMID + LaborQC
O pedido chega do sistema do hospital, a amostra tem custódia registrada em cada ponto, o resultado entra pelo LaborMID sem digitação, a liberação retém o que não passa pelas regras do laboratório, o valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, e o resultado volta ao prontuário. O LaborQC trava a rotina quando o método falha.
Conhecer →Ocean Billing
Conta de internação com cada item na sua regra (diárias, taxas, equipe, anestesia, pacotes) e fechamento guiado; ANS, SUS e particular no mesmo motor; várias unidades, CNPJs e CNES.
Conhecer →Convivência com o que já está instalado
Nada do que está instalado precisa sair.
A pergunta que a TI faz primeiro é “o que precisa sair do ar para isso entrar?”. A resposta é nada. O Teleradis conversa com o PACS que existe, recebe o agendamento do RIS que existe e tem conector pronto para os principais sistemas hospitalares. Cada integração é opcional, e o produto funciona com qualquer uma desligada. Liga-se um setor por vez, sem dia D e sem migração.
O exame entra por
- Pelo agendamento do RIS ou do HIS que já existe: o exame agendado chega, o Teleradis reconhece o setor pelo aparelho que mandou e cria o pedido sozinho.
- Pela chegada da imagem no arquivo: o pedido nasce ligado ao exame, com séries, imagens e tamanho. Para quando existe PACS e não existe RIS.
- Pelo sistema do hospital: conectores prontos para Tasy, Mezzow, Astra, S2 e ProMédico. Para quando o hospital quer o laudo de volta dentro do prontuário.
- Na tela, pelo botão “Solicitar Serviço” na fila: exame em mídia, exame de fora, unidade sem sistema.
O laudo sai por
- De volta ao prontuário pelo conector, com histórico de envio.
- Direto no sistema da unidade, automaticamente: cada setor com o seu destino e o seu número de tentativas, cada envio com histórico e botão de reenvio.
- Portal do paciente, com publicação manual ou automática depois do prazo que o hospital configura.
- Link com QR Code, que pede nome e CPF antes de mostrar e registra cada acesso.

Entrega com comprovante Aqui a TI vê a entrega automática de um setor: quando dispara, para onde vai e o histórico de cada envio. “O laudo foi entregue” deixa de ser palavra e vira linha.

O hospital inteiro num quadro Cada linha é um setor ou parceiro, e é por ela que passam prazo, catálogo, impressão, entrega e permissão.

No celular do plantão O mesmo link do laudo abre a imagem no celular, com interface própria de toque.
Perguntas que o hospital faz
Antes de decidir.
Precisamos trocar o PACS, o RIS ou o HIS?
Dá para ligar um setor por vez?
Como o médico do PS sabe que o laudo saiu?
A IA lauda?
O laboratório do hospital entra na mesma família?
Onde entra o PRORADIS 27 e onde entra o Ocean Billing?
Para ir além
Quem já opera assim, e o que escrevemos sobre isso.

Hospital Sírio-Libanês: o laboratório orquestrado pelo LABORLIS 27
Como o laboratório de análises clínicas do Sírio-Libanês passou a escalar volume mantendo o padrão clínico, a autonomia entre unidades e a continuidade.

Resumo do case Sírio-Libanês: o que mudou na operação do laboratório
Um resumo do case publicado com o laboratório do Hospital Sírio-Libanês: o desafio de escalar com consistência e o papel do Laborlis como camada de orquestração.

LIS e RIS/PACS nativamente integrados: a nova geração
Por que sistemas especializados e nativamente conectados resolvem a fragmentação entre laboratório, imagem e clínica melhor que uma suíte all-in-one.
Próximo passo
Veja a jornada inteira com os setores do seu hospital.
Uma demonstração percorre do pedido do PS ao laudo de volta no prontuário, passando pelo preparo, pela imagem no acervo, pelo achado crítico, pelo valor crítico do laboratório e pela bancada, com dados que se parecem com os seus.