Para serviços de diagnóstico dentro do hospital

PS, UTI, centro cirúrgico e ambulatório pedindo exame ao mesmo time. Cada setor no seu prazo.

O tomógrafo faz o exame em minutos. O laudo demora horas, e ninguém sabe dizer por quê, porque a fila é uma planilha ou a memória do coordenador. A Ocean põe o hospital inteiro numa fila só, com o prazo que cada setor pactuou. O preparo não deixa realizar antes da hora, a imagem entra no acervo sozinha, o laudo volta ao prontuário com comprovante e o laboratório roda na mesma esteira. E nada do que já está instalado precisa sair para isso entrar.

teleradis · solicitações › fila
Fila de solicitações do Teleradis com os setores do hospital na coluna de unidade solicitante: pronto-socorro adulto, UTI, centro cirúrgico, ambulatório, check-up e unidades satélite, cada linha com a contagem do prazo, o estado, a criticidade IA e quem está com o exame
  • 1fila para todos os setores, cada um com o seu relógio
  • 4jeitos de o exame entrar: agendamento, imagem, sistema do hospital ou tela
  • 3lugares para ver o exame: estação, navegador e celular
  • 0trocas no que já está instalado: PACS, RIS e HIS continuam

O dia de hoje, por papel

Cada setor virou uma ilha. Não porque alguém decidiu assim.

Foi acontecendo: o pronto-socorro cobra por telefone, o ambulatório manda planilha, a unidade nova entrou com o sistema do fornecedor dela, e você descobre o atraso quando ele já virou reclamação. Nenhum desses é um problema de radiologia ou de bancada. São problemas de operação.

Diretor do serviço de diagnóstico
hojeO contrato de prazo com o PS existe no papel. O número do serviço só aparece quando alguém junta as planilhas, e aí já é o mês seguinte. O achado crítico de ontem foi comunicado? Ninguém sabe onde ficou registrado.
com a OceanVocê leva o número para a reunião, não a impressão.Painel com o cumprimento do prazo mês a mês, global, eletivo e urgente, sobre a mesma base da fila. Relatório de exames fora do prazo por setor e por profissional. Achado crítico registra quem avisou.
Médico assistente do PS e da UTI
hojeLiga para a radiologia para perguntar se o laudo saiu. A pergunta ocupa duas pessoas e não deixa registro. Para ver a imagem, procura uma estação livre com o visualizador instalado.
com a OceanO plantão não liga mais para saber se o laudo saiu.Acesso só ao seu setor, com a fila e o laudo assinado assim que sai. A imagem abre pelo link.
Radiologista e plantonista
hojeLauda por ordem de chegada, porque ninguém diz o que vai estourar. Procura o exame, procura o anterior em outro sistema, troca de janela para ver a imagem. Dois colegas abrem o mesmo exame.
com a OceanAbrir para laudar trava o exame no seu nome.A fila entrega primeiro o que está mais perto de estourar, no prazo daquele setor. Modelos, anteriores e triagem da IA na mesma janela. Assinatura com certificado por atalho.
Técnico e enfermagem
hojeInternado com preparo complexo, contraste, sedação: o termo está no papel, o jejum foi conferido de boca, e às três da tarde ninguém sabe onde cada paciente parou. O nome do paciente é digitado de novo no aparelho.
com a OceanO preparo vira um quadro por raia.Com os formulários da equipe, a decisão médica encaminhada a quem decide e o repouso com cronômetro. O termo é assinado no celular do paciente e destrava a etapa.
Laboratório hospitalar (RT e bancada)
hojeO valor crítico do PS é comunicado por telefone e anotado num caderno. O gráfico de controle vive numa planilha que uma pessoa mantém. A regra de Westgard é aplicada de cabeça. A decisão de repetir a corrida foi tomada às sete da manhã e não ficou escrita. Quando o auditor pergunta quem revisou o mês, a resposta é uma pasta e uma memória.
com a OceanO valor crítico não sai sem registro de quem avisou.No LABORLIS 27, com hora e autor; volta ao sistema do hospital. O resultado do controle entra uma vez, digitado ou direto do analisador. O LaborQC trava o analito naquele aparelho quando o método falha e a política do laboratório manda. O mês fecha em revisão gerencial aprovada.
TI do hospital
hojeA primeira pergunta é “o que precisa sair do ar para isso entrar?”. Cada aparelho fala com um visualizador diferente, licença por estação, um visualizador em cada máquina, e o HIS no centro de tudo.
com a OceanNada sai. Cada integração é opcional.O exame entra pelo agendamento, pela chegada da imagem, pelo sistema do hospital ou por cadastro na tela. Padrão DICOM em cada fronteira, instalação leve, sem licença por assento. Liga-se um setor por vez.

A jornada no seu hospital

Oito etapas, do pedido do setor à conta hospitalar, e o produto que cuida de cada uma.

O pedido nasce uma vez, no setor que solicitou, e atravessa a operação inteira sem ser digitado de novo. Em cada etapa, o produto Ocean responsável e o que nasce ali.

ETAPA 01 · TELERADISO pedido do setorPS · UTI · centro cirúrgico · internação · ambulatório

O exame entra sozinho pelo caminho que cada setor já usa: pelo agendamento do RIS ou do HIS, pela chegada da imagem no arquivo, pelo conector do sistema do hospital ou por cadastro na tela. O aparelho que mandou a imagem diz de que setor ela veio. Pedido repetido é reconhecido e não duplica.

nascea solicitação, ligada ao setor que pediu
ETAPA 02 · TELERADISClassificação e o relógio por setorRegras da unidade · triagem

A regra do setor traduz o tipo de exame em subespecialidade e serviço. O prazo nasce no ato, a partir do que aquele setor pactuou: eletivo ou urgente, respeitando o expediente e a janela de plantão. O PS em uma hora; o ambulatório em horas; o check-up em dias.

nasceo prazo gravado e a contagem regressiva na fila
ETAPA 03 · PRORADIS 27 · OCEAN FLOW + OCEAN DOCSPreparo que não deixa realizar antes da horaTécnicos · enfermagem · médico

Quadro por raia, montado por tipo de exame: jejum, creatinina, termo de contraste assinado no celular do paciente, decisão médica encaminhada a quem decide, sedação, repouso com cronômetro. Com etapa obrigatória pendente, “Realizar” é recusado com a explicação na tela.

nasceo preparo com trilha e os documentos assinados
ETAPA 04 · LUMINA PACSImagem no acervoEquipamento · arquivo

O aparelho já recebeu o nome do paciente: o técnico seleciona em vez de digitar. A imagem entra no acervo no ato, no padrão DICOM, e o pedido se liga ao exame sozinho. Um só acervo serve todas as leituras.

nasceo exame, já identificado, na fila de laudo
ETAPA 05 · LUMINA WORKSTATION · LUMINA WEBLeituraRadiologista · plantonista · médico assistente

O exame abre a partir do laudo, com a tela já montada. Estação para quem lauda o dia inteiro, com a fila da manhã já no computador; navegador para o resto do serviço, com MPR, MIP, 3D e o anterior a um clique; celular para o plantão, pelo mesmo link. O médico assistente vê o exame que pediu sem instalar nada.

nascea medida e a imagem-chave, dentro do exame
ETAPA 06 · TELERADISLaudo, achado crítico e assinaturaRadiologista · revisor

Cockpit com modelos, frases, exames anteriores, miniaturas e a triagem da IA, quando contratada ao lado da folha A4. Pendência e reconvocação param o relógio. Achado crítico marcado no laudo, com o registro de quem avisou a equipe assistente. Assinatura com certificado, classificação da conclusão e o questionário da operação.

nasceo laudo assinado com selo, as versões e a prova do aviso
ETAPA 07 · TELERADISEntrega de volta ao setorHIS · portal · o médico que pediu

O laudo volta ao prontuário pelo conector, chega sozinho ao sistema da unidade com comprovante, é publicado no portal do paciente ou abre por link com QR Code que confere nome e CPF. Cada envio tem histórico e reenvio; cada acesso fica registrado. Laudo assinado que muda vira retificação, com motivo e trilha.

nasceo laudo no prontuário e o comprovante de cada entrega
ETAPA 08 · LABORLIS 27 · LABORMID · LABORQC · OCEAN BILLINGLaboratório e conta hospitalarBancada · RT · faturamento

O laboratório na mesma esteira: o pedido chega do sistema do hospital, a amostra tem custódia registrada da coleta à bancada, o resultado entra direto do analisador, a liberação passa pelas regras do laboratório e retém o que não passa, o valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, e o resultado volta ao sistema que pediu. Na internação, diárias, taxas, equipe, anestesia e pacotes entram na conta cada um com a sua regra, e o fechamento passa por checklist e auditoria clínica.

nasceo resultado liberado e as guias da internação

→ Role para o lado para percorrer as oito etapas.

O que muda, com a tela que prova

Cinco momentos do hospital, antes e depois.

Fila · Teleradis

O mesmo exame, pedido pelo PS ou pelo check-up, entra na mesma fila com relógios diferentes

Tratar todos os pedidos igual é o mesmo que não ter prazo: a rotina do ambulatório enche a fila e o urgente do PS espera atrás dela. Aqui cada setor é uma unidade solicitante, com os exames que recebe e o prazo eletivo e o urgente de cada um. A fila ordena pelo que está mais perto de estourar, no prazo de cada setor. Os chips de urgentes, atrasados e não atribuídos mostram a contagem ao vivo. Quem tem acesso a um setor enxerga a fila dele, e nada além.

“O urgente do PS não fica atrás de trinta rotinas do check-up.”

teleradis · clientes › pronto-socorro adulto › serviços
Aba Serviços da unidade pronto-socorro adulto no Teleradis, com prazo em horas, valor e valor do profissional por serviço, mais as versões de urgência de cada campo

A prova Aqui estão os exames que o pronto-socorro recebe, cada um com o seu prazo e o seu prazo de urgência. Ligar um setor novo é preencher esta aba.

Prazo · Teleradis

O relógio sabe parar

Enquanto o exame depende de terceiro, o tempo não é do serviço de diagnóstico. O estudo chegou incompleto, falta informação clínica, o paciente precisa voltar: a pendência ou a reconvocação param o relógio. O motivo fica registrado, com quem abriu e quem resolveu, e a fila mostra “Pausado” no lugar da contagem. Eletivo conta em horário útil; urgente e plantão contam corrido. É o que torna o número defensável na reunião de diretoria.

“Prazo que corre enquanto a bola está com o terceiro é prazo que ninguém respeita.”

teleradis · laudo › pendência
Cockpit do laudo do Teleradis com o estado Pendente no cabeçalho e a situação Adicionar pendência no rodapé, para um raio X pedido por uma unidade de imagem

A prova O laudo em estado Pendente, com a situação “Adicionar pendência” no rodapé. Enquanto a pendência está aberta, o prazo não corre.

Achado crítico · Teleradis

Achado crítico com prova de comunicação

Avisar a equipe assistente é obrigação. Provar que avisou é o que protege o serviço depois. O achado crítico é uma marcação própria no laudo, com o registro da comunicação à equipe do PS, da UTI ou da enfermaria. Aparece sinalizado na fila e conta no painel. Onde o setor contrata o serviço com IA, a fila ganha ainda a coluna de criticidade, que ordena atenção e só isso: quem lauda é o médico, e nada entra no texto sem ele aceitar.

“Não é uma etiqueta. É a prova de que alguém avisou.”

teleradis · laudo › achado crítico
Cockpit do laudo do Teleradis com o botão de achado crítico aceso no trilho de ferramentas, ao lado do texto do laudo com técnica, análise e conclusão, para um exame pedido pelo pronto-socorro adulto

A prova O botão de achado crítico aceso ao lado do texto, num laudo pedido pelo pronto-socorro adulto.

Preparo · PRORADIS 27 · Ocean Flow

O exame não é realizado com o termo pendente

No hospital, o trecho entre “o paciente chegou” e “o exame foi feito” é o mais caro: contraste sem termo, creatinina não vista, sedação sem decisão registrada, repouso encurtado. Aqui esse trecho vira um quadro por raia, com formulário, documento, decisão encaminhada a quem decide e repouso com cronômetro. O termo é assinado no celular do paciente, e é a assinatura que destrava a etapa. Quem tem permissão pode forçar a liberação com uma justificativa que fica registrada, exceto na etapa que o hospital marcou como inegociável.

“E se alguém precisar forçar, o hospital sabe quem forçou e por quê.”

proradis 27 · atendimento › fluxos
Quadro do Ocean Flow no PRORADIS 27 com as raias Triagem, Preparo, Exame, Observação e Liberado e a barra de gargalo por coluna

A prova O quadro do preparo, raia por raia, com a barra que mostra onde está o gargalo.

Laboratório e conta · LABORLIS 27 · LaborQC · Ocean Billing

O valor crítico não sai sem o aviso registrado. O controle de qualidade trava a bancada. A conta fecha por checklist.

No laboratório do hospital, o valor crítico do PS ou da UTI fica retido no LABORLIS 27 até alguém registrar para quem foi comunicado, por quem e quando. É esse registro que destrava a liberação, e é ele que a auditoria de acreditação pede no lugar do caderno. Depois, o resultado volta ao sistema que pediu.

Quando o controle falha e a política do laboratório assim determina, o LaborQC declara o analito bloqueado naquele aparelho e avisa o LaborMID. O exame não é realizado, ou o laudo não é liberado, até o controle voltar. A política é por aparelho: o laboratório decide o que trava. O bloqueio nasce e morre sozinho, e destravar à mão exige justificativa.

Do lado da receita, a conta hospitalar do Ocean Billing não é uma planilha de itens. Diárias, taxa de sala, equipe, anestesia e pacotes entram cada um com a sua regra, e o pacote mostra lucro ou perda antes de ser aplicado. O fechamento é guiado em três passos: o que falta, a auditoria clínica e as guias por tipo e por prestador. Pode repetir em ciclos ao longo da internação.

“Seu sistema de CQ avisa que o método falhou. O LaborQC impede que o exame saia mesmo assim.”

laborqc · resultados qc › bloqueios de rotina
Tela Bloqueios de Rotina do LaborQC com pares equipamento e analito bloqueados, cada um com motivo, níveis bloqueados de realização ou liberação, desde quando, o resultado causador com SDI e lote, e o status da comunicação com o LaborMID

A prova Aqui o RT vê os analitos bloqueados por aparelho, com o motivo, o que está travado (realizar ou liberar), o resultado que causou e se o LaborMID já foi avisado.

laborlis 27 · notificações › valores críticos
Tela de valores críticos do LABORLIS 27 com as comunicações pendentes, em andamento e concluídas, filtros por setor, médico, paciente e categoria

O valor crítico A central de valores críticos do LABORLIS 27: pendentes, em andamento e concluídas, com a categoria de cada um.

Os produtos para o serviço de diagnóstico hospitalar

A central de laudos no centro. O acervo em padrão aberto. O laboratório e a conta na mesma família.

Cada produto se sustenta sozinho e conversa com o que já está instalado no hospital; cada integração é opcional. Juntos, fecham as fronteiras onde o serviço perde tempo, prazo e rastro.

Central de laudos · o centro da operação

Teleradis

Uma fila para todos os setores, cada um com prazo próprio. Trava por profissional, cockpit, achado crítico com prova, assinatura com certificado e laudo de volta ao prontuário, com comprovante. O hospital que terceiriza parte do laudo mantém a mesma fila.

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Arquivo de imagens

Lumina PACS

O nome do paciente vai para o aparelho, a imagem entra no acervo no ato e chega às três leituras. O acervo é do hospital, no padrão DICOM, legível por qualquer sistema autorizado.

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Navegador e celular

Lumina Web

Para o médico assistente, o resto do serviço e o plantão: sem instalar nada, MPR, MIP, 3D, comparação com o anterior em um clique e interface de toque no celular, pelo mesmo link.

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Sala de laudo

Lumina Workstation

Para quem lauda o dia inteiro: abre a partir do laudo, a tela se monta sozinha, a fila da manhã já está no computador, medições com nome clínico, aviso de exame incompleto. Sem licença por assento.

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Quando o serviço também agenda e fatura

PRORADIS 27

O RIS para o serviço que atende ambulatório e externos como uma clínica dentro do hospital: agenda, recepção, preparo com Ocean Flow e Ocean Docs, cockpit de laudo, faturamento TISS e financeiro.

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Laboratório hospitalar

LABORLIS 27 + LaborMID + LaborQC

O pedido chega do sistema do hospital, a amostra tem custódia registrada em cada ponto, o resultado entra pelo LaborMID sem digitação, a liberação retém o que não passa pelas regras do laboratório, o valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, e o resultado volta ao prontuário. O LaborQC trava a rotina quando o método falha.

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Conta hospitalar e ciclo de receita

Ocean Billing

Conta de internação com cada item na sua regra (diárias, taxas, equipe, anestesia, pacotes) e fechamento guiado; ANS, SUS e particular no mesmo motor; várias unidades, CNPJs e CNES.

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Convivência com o que já está instalado

Nada do que está instalado precisa sair.

A pergunta que a TI faz primeiro é “o que precisa sair do ar para isso entrar?”. A resposta é nada. O Teleradis conversa com o PACS que existe, recebe o agendamento do RIS que existe e tem conector pronto para os principais sistemas hospitalares. Cada integração é opcional, e o produto funciona com qualquer uma desligada. Liga-se um setor por vez, sem dia D e sem migração.

Os quatro caminhos de entrada

O exame entra por

  • Pelo agendamento do RIS ou do HIS que já existe: o exame agendado chega, o Teleradis reconhece o setor pelo aparelho que mandou e cria o pedido sozinho.
  • Pela chegada da imagem no arquivo: o pedido nasce ligado ao exame, com séries, imagens e tamanho. Para quando existe PACS e não existe RIS.
  • Pelo sistema do hospital: conectores prontos para Tasy, Mezzow, Astra, S2 e ProMédico. Para quando o hospital quer o laudo de volta dentro do prontuário.
  • Na tela, pelo botão “Solicitar Serviço” na fila: exame em mídia, exame de fora, unidade sem sistema.
Os quatro caminhos de entrega

O laudo sai por

  • De volta ao prontuário pelo conector, com histórico de envio.
  • Direto no sistema da unidade, automaticamente: cada setor com o seu destino e o seu número de tentativas, cada envio com histórico e botão de reenvio.
  • Portal do paciente, com publicação manual ou automática depois do prazo que o hospital configura.
  • Link com QR Code, que pede nome e CPF antes de mostrar e registra cada acesso.
teleradis · clientes › unidade › webhooks
Aba de entrega automática de uma unidade solicitante do Teleradis: a condição de disparo na aprovação da solicitação, o status da entrega, o endereço de destino e os cabeçalhos, e abaixo a lista de últimas requisições com busca por requisição, paciente e pedido

Entrega com comprovante Aqui a TI vê a entrega automática de um setor: quando dispara, para onde vai e o histórico de cada envio. “O laudo foi entregue” deixa de ser palavra e vira linha.

teleradis · clientes › unidades
Lista de unidades solicitantes do Teleradis na base de demonstração: setores internos de um hospital fictício, como internação, unidades de imagem, check-up, UTI e pronto-socorro adulto e pediátrico, e parceiros externos, cada um com status

O hospital inteiro num quadro Cada linha é um setor ou parceiro, e é por ela que passam prazo, catálogo, impressão, entrega e permissão.

Lumina Web no celular com uma ressonância de crânio, as séries do exame no topo e a barra de toque com rolar, janela, medir, mover e predefinições

No celular do plantão O mesmo link do laudo abre a imagem no celular, com interface própria de toque.

Perguntas que o hospital faz

Antes de decidir.

Precisamos trocar o PACS, o RIS ou o HIS?
Não. O Teleradis conversa com o arquivo que existe no padrão DICOM, o mesmo que o seu PACS já fala, recebe o agendamento do RIS que existe e tem conector pronto para Tasy, Mezzow, Astra, S2 e ProMédico. Cada integração é opcional, e o produto funciona com todas desligadas. O laudo volta ao prontuário pelo conector, com histórico de envio.
Dá para ligar um setor por vez?
Sim. Cada setor é uma unidade solicitante, e ligar uma unidade nova é cadastrá-la com seus exames, prazos, regra de classificação, impressão, entrega e usuários. O pronto-socorro pode entrar hoje e o ambulatório no mês que vem; o que não estiver pronto continua como está. O mesmo mecanismo serve a um hospital parceiro ou a uma UPA conveniada.
Como o médico do PS sabe que o laudo saiu?
Ele entra com acesso só ao setor dele e vê a fila do setor e o laudo assinado assim que sai, sem ver o que é de outro setor. A imagem abre pelo link no Lumina Web, no navegador ou no celular, sem instalar nada. Quando a entrega sai do ambiente, sai com comprovante: direto no sistema da unidade com histórico, de volta ao prontuário, ou por link com QR Code que confere nome e CPF e registra cada acesso.
A IA lauda?
Não. Onde o setor contrata o serviço com IA, cada exame é analisado e a fila ganha a coluna de criticidade, que ordena atenção; no laudo, o painel de IA mostra o que foi classificado e os mapas de calor. A IA não decide, não escreve e não reordena a fila sozinha. Quem lauda é o médico, e nada entra no texto sem ele aceitar.
O laboratório do hospital entra na mesma família?
Sim. O LABORLIS 27 recebe o pedido do sistema do hospital, registra a custódia da amostra em cada ponto, libera o resultado pelas regras do laboratório com a evidência de cada verificação, retém o valor crítico até o registro de quem foi avisado e devolve o resultado ao sistema que pediu; o LaborMID conversa com os analisadores e entrega o resultado sem digitação; o LaborQC avalia cada controle, aplica as regras de Westgard daquele aparelho e, quando a política do laboratório determina, trava o analito naquele aparelho para a rotina de pacientes. A trilha, o período fechado e a revisão gerencial aprovada são a evidência que a acreditação pede.
Onde entra o PRORADIS 27 e onde entra o Ocean Billing?
O PRORADIS 27 entra quando o serviço de diagnóstico também agenda, atende e fatura como uma clínica dentro do hospital: agenda, recepção, o preparo com Ocean Flow e Ocean Docs, cockpit de laudo e faturamento TISS. O Ocean Billing entra quando há conta de internação e uma carteira que pede um motor dedicado: diárias, taxas, equipe, anestesia e pacotes cada um na sua regra, fechamento guiado com auditoria clínica, ANS, SUS e particular no mesmo motor, várias unidades, CNPJs e CNES.

Próximo passo

Veja a jornada inteira com os setores do seu hospital.

Uma demonstração percorre do pedido do PS ao laudo de volta no prontuário, passando pelo preparo, pela imagem no acervo, pelo achado crítico, pelo valor crítico do laboratório e pela bancada, com dados que se parecem com os seus.

DiagnósticoMapeamos os setores que pedem exame, o prazo pactuado com cada um, o que já está instalado e onde o dado se perde hoje.
Demonstração guiadaA jornada completa nos produtos, com base de demonstração e as perguntas do seu time de radiologia, laboratório e TI.
Proposta por setorPor qual unidade começar, a ordem de ativação, os conectores necessários e o que a TI precisa preparar.
Primeiro setor no arEquipe treinada por papel, produto em produção. Os demais setores entram no ritmo do hospital, sem dia D.