O pedido entra pela recepção, pelo sistema do hospital ou pelo portal do laboratório apoiado. O sistema resolve convênio e tabela, confere jejum e autorização e calcula o prazo de cada exame. Na coleta, a etiqueta sai com código de barras, ou o tubo já chega com a etiqueta pré-impressa e o vínculo é feito bipando.
Para laboratórios de análises clínicas
Do tubo ao laudo, com cada amostra rastreada e o controle de qualidade que segura o exame quando o método falha.
Quatro produtos de um só fornecedor, feitos para conversar. O LABORLIS 27 grava cada passagem da amostra, do posto de coleta à bancada, e só libera o resultado que passa pelas regras do laboratório. O resultado do analisador entra sozinho, sem ninguém digitar. Quando o controle de qualidade falha, o exame daquele aparelho não sai até o método voltar ao normal. E o exame realizado vira guia, lote e recebimento, em convênio, SUS e particular, no mesmo lugar.
- 1caminho da coleta ao laudo, com a custódia da amostra registrada em cada ponto
- 0resultado digitado à mão entre o equipamento e o sistema
- 2travas quando o controle falha: o exame não é feito, ou o laudo não sai
- 3fontes pagadoras no mesmo sistema: convênio, SUS e particular
O dia de hoje, por papel
Cada pessoa do laboratório perde algo num ponto diferente: tempo, rastro ou a prova de que fez certo.
Quase nunca falta tela. O que falta é ligação. A amostra some entre o posto e o núcleo técnico, o resultado é digitado do equipamento para o sistema, o controle de qualidade vive numa planilha que uma pessoa mantém, o valor crítico é anotado num caderno e o faturamento descobre a glosa trinta dias depois.
A jornada no seu laboratório
Oito etapas, e o produto que cuida de cada uma.
A amostra nasce identificada na coleta e atravessa a operação inteira. Em cada etapa, o produto Ocean responsável e o que nasce ali.
O tubo entra num lote, o lote numa remessa, e cada ponto da rota grava check-in e check-out. No núcleo, o lote é recebido com conferência de temperatura e registro de faltantes. Depois, um a um, o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai, ou se segue para o laboratório de apoio.
A lista chega ao aparelho na linguagem dele. O técnico não digita nada. O resultado volta com o mesmo nome e a mesma unidade, seja qual for o fabricante. Se o LIS ou o equipamento ficar fora, a mensagem espera e entra depois.
O resultado do material de controle entra digitado ou vindo do equipamento pelo LaborMID. O sistema calcula o SDI, aplica as regras de Westgard definidas para aquele aparelho e aquele analito, e classifica a medida. Avaliar, Revisar e Supervisionar gravam quem fez e quando.
Quando a falha é grave segundo a política daquele equipamento, o analito fica bloqueado naquele aparelho, para realização ou para liberação. O LaborMID impede o exame ou segura o laudo. Basta um resultado Aprovado entrar na série para o bloqueio cair.
Cada resultado passa por faixa de referência, valor crítico, delta com o exame anterior, nota obrigatória, controle de qualidade e a regra que o laboratório escreveu. O que passa sai; o que não passa fica retido, com o motivo, numa fila para o bioquímico. O valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, quando e por quem.
O laudo assinado é publicado no portal do paciente, do médico e do convênio, impresso, enviado por e-mail ou devolvido ao sistema do hospital que pediu. Um só laudo, em todos os canais, com o registro de cada um.
O exame realizado vira lançamento, com o preço da tabela do contrato ou do SIGTAP vigente. A guia passa pelas regras de faturamento, entra no lote e sai no padrão TISS que a operadora aceita, como arquivo de produção do SUS ou como fatura particular. Título, baixa item a item, glosa, recurso e recuperação, no mesmo lugar.
→ Role para o lado para percorrer as oito etapas.



O que muda, com a tela que prova
Cinco momentos do laboratório, antes e depois.
Cada argumento vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração inteiramente fictícia. Clique para ampliar.
O CQ que para a rotina, não o que avisa depois
A maioria dos sistemas de CQ produz um alerta. O LaborQC produz uma decisão com consequência: o analito fica bloqueado naquele aparelho, e o LaborMID impede a realização do exame ou segura a liberação do laudo. A política é sua, por equipamento. Você decide o que Rejeitado e o que Alarme bloqueiam, inclusive nada. O laboratório mais cauteloso liga o bloqueio para os analitos críticos. O mais maduro, para tudo.
O bloqueio nasce e cai sozinho: basta um resultado Aprovado entrar na série. Desbloquear à mão exige justificativa e uma permissão própria.
“Seu sistema de CQ avisa que o método falhou. O LaborQC impede que o exame saia mesmo assim.”

A prova Aqui o supervisor vê os pares equipamento × analito bloqueados agora, o resultado que causou cada um e se a bancada já recebeu a ordem.
A liberação decide por regra e explica a decisão
Cada resultado passa por oito verificações, em ordem: o exame pode ser liberado? há analito fora da faixa? há valor crítico? a variação em relação ao exame anterior do mesmo paciente é plausível? falta uma nota obrigatória? o controle de qualidade do equipamento está sob controle? a regra que o laboratório escreveu aprova? Se nenhuma disser “pode”, o resultado fica retido. A ausência de aprovação não é aprovação.
Cada verificação guarda o que viu: os analitos fora da faixa, a regra que casou, o histórico usado no delta. O que ficou retido está numa fila, com o motivo, para o bioquímico decidir. E o valor crítico só sai depois de alguém registrar quem foi avisado, quando e por quem.
“Não é um ‘libera tudo dentro da faixa’. É uma decisão com evidência.”

A prova Aqui o bioquímico vê, linha a linha, o que foi liberado, o que ficou retido e por quê.
A trilha que reconstitui a decisão meses depois
Cada avanço de etapa grava de onde veio, para onde foi, quem executou e quando. Quando a etapa é automática, o autor registrado é o sistema, e a trilha diz isso com essas palavras. Reclassificações entram com a justificativa que foi obrigatória na hora. Cada bloqueio e cada desbloqueio, idem.
Ninguém apaga o rastro. O valor digitado errado permanece na série, e o que se corrige é a classificação. Mudança de política vale só para resultados futuros. O passado guarda a decisão tomada com as regras da época.
“A pergunta do auditor não é ‘vocês fazem CQ?’. É ‘me mostre quem revisou o controle de 14 de março e por que aceitou’.”

A prova Quem mudou o quê, quando, com o valor anterior e o novo. Dá para filtrar e exportar.
O período fechado e a Revisão Gerencial assinada
O fechamento de período congela os resultados de uma série num intervalo. Eles passam a Fechado e não aceitam mais alteração. A Revisão Gerencial de CQI consolida o mês, com rejeições, CV, lotes vencidos e não conformidades, num documento aprovado com os indicadores travados no momento da aprovação. A revisão aprovada não recalcula, de propósito: assinar um número que não se viu seria pior que não assinar.
Cancelar uma revisão aprovada exige motivo e é uma permissão separada da aprovação, para que a mesma pessoa não faça as duas coisas sozinha. É o documento que você entrega ao auditor da ISO 15189 ou do PALC. O LaborQC produz a evidência. Quem acredita é o organismo.
“Você responde pelo período com o número que assinou, não com o recalculado depois.”

A prova A revisão aprovada: quem aprovou, quando, a observação e os indicadores congelados.
A regra de faturamento trava a glosa antes do envio
“Esse exame só é pago para maiores de 40.” “Esse procedimento não pode vir duas vezes na mesma guia.” No Ocean Billing, essas regras deixam a cabeça de duas pessoas e viram regras criadas na tela. Você escolhe se a regra trava, avisa ou só informa, e em que momento ela trava: ao fechar a guia, ao montar o lote ou ao enviar o lote. Uma regra pode existir e só avisar enquanto a equipe se acostuma. A mesma tela tem uma aba por fonte pagadora.
E o ciclo não para no arquivo. O título nasce no envio do lote, a baixa é lançada item a item, a glosa chega com prazo e código, o recurso passa por aprovação e o recurso aceito reabre o título, no mês certo. Para a produção do SUS, o pedido é conferido contra a tabela SIGTAP vigente antes de sair, e o arquivo de produção sai do mesmo lugar.
“A regra que estava na cabeça da supervisora agora está na tela, e você escolhe se ela avisa ou trava.”

A prova As regras por fonte pagadora, com severidade e vigência. Na aba Geral, você escolhe em que momento a regra trava.

O fecho Cada glosa com código, valor, prazo de recurso e status: aberta, em recurso, reapresentada.
Os produtos para o laboratório clínico
O LIS no centro. Os equipamentos ligados. O controle de qualidade com consequência. A receita que fecha.
Cada produto se sustenta sozinho e conversa com o que já está instalado. Cada integração é opcional. Juntos, eliminam os pontos onde o laboratório perde tempo, rastro e evidência.
LABORLIS 27
Atendimento com o convênio certo, etiqueta na coleta, custódia da amostra com check-in e check-out em cada ponto da rota, triagem que decide a bancada no bip, liberação que retém o que não passa e explica por quê, valor crítico com comunicação registrada, quatro portais e faturamento TISS. Ocean Flow para citogenética, microbiologia e anatomia patológica.
Conhecer →LaborMID
A ponte nos dois sentidos entre os analisadores e o LIS: a lista de trabalho vai, o resultado volta com o mesmo nome e a mesma unidade em qualquer fabricante, e nenhuma mensagem se perde. É por ele que o bloqueio do LaborQC chega à bancada.
Conhecer →LaborQC
Avalia cada controle pelas regras de Westgard que você definiu para cada aparelho e analito, separa a medida da conferência, bloqueia a rotina quando o método falha e guarda a trilha, o período fechado e a Revisão Gerencial de CQI que a acreditação pede.
Conhecer →Ocean Billing
Convênio, SUS e particular no mesmo sistema: preço, guia, regras de faturamento, lote, título, baixa item a item, glosa, recurso e recuperação. Várias unidades, CNPJs e CNES, com o mês fechando na mesma tela.
Conhecer →Ocean Core
As três linhas da família, imagem, laboratório e receita, e o que é comum a todas: no navegador, padrões abertos para conversar com o que já existe, quem vê o quê é decisão sua, produtos com registro na ANVISA.
Ver a cadeia completa →LABORLIS 27 B2B
O parceiro tem portal próprio: lança o pedido, envia o lote, acompanha a amostra e a recoleta e baixa o resultado. A etiqueta chega pré-impressa ao posto dele e a custódia vai até a bancada. O preço por posto de coleta, o mínimo mensal, o desconto por volume e o fechamento mensal por contrato ficam no Ocean Billing.
Conhecer →Acreditação
A evidência que a acreditação pede.
A pergunta do auditor não é “vocês fazem controle de qualidade?”. É uma pergunta específica, sobre um dia, uma série e uma decisão. Três perguntas típicas e o que o sistema responde a cada uma.
“Quem revisou o controle de 14 de março, e por que aceitou?”
O sistema responde O detalhe do resultado mostra a série, o SDI, as regras avaliadas, quais violaram e por que a regra pesou daquele jeito naquele aparelho. A trilha lista cada avanço de etapa com quem e quando, e a reclassificação com a justificativa que foi obrigatória na hora. Se a avaliação foi automática, o autor registrado é o sistema.
“Me mostre o mês assinado, com os números da época.”
O sistema responde A Revisão Gerencial de CQI aprovada, com rejeições, CV, lotes vencidos e não conformidades congelados no momento da aprovação. O detalhe recalcula depois e avisa se divergiu, sem mexer no que foi assinado. Cancelar preserva os números congelados e carimba quem, quando e por quê.
“O que aconteceu com a rotina quando o controle falhou?”
O sistema responde O histórico de bloqueios: cada mudança com data e hora, equipamento, analito, níveis bloqueados, o resultado que causou, o motivo e quem fez. O bloqueio automático assinado pelo sistema. O desbloqueio manual assinado pela pessoa, com justificativa, e a confirmação de que a bancada recebeu a ordem.
O LaborQC produz a evidência. Quem acredita é o organismo: ISO 15189 e PALC continuam sendo decisão do auditor, sobre o que a rotina do laboratório registrou.
Por porte de operação
O ganho cresce com três fatores: séries, unidades e exigência de acreditação.
Uma série é a combinação de equipamento, analito, material de controle, nível e lote. É o número de séries, o número de unidades e o que a acreditação pede que decidem por onde começar.
Laboratório de uma bancada
O que dói: resultado digitado do equipamento para o sistema, amostra sem rastro entre a coleta e o analisador, guia que volta glosada.
Por onde começar: LABORLIS 27 com o LaborMID, para a custódia da amostra, a liberação com regra e o resultado sem digitação. Ocean Billing se a carteira de convênio pesa. O LaborQC entra quando um segundo aparelho passa a medir o mesmo analito, ou quando a acreditação pede a evidência.
Médio e grande porte, ou rede
O que dói: a amostra some entre o posto e o núcleo técnico. Quatro unidades, oito aparelhos e vinte analitos são 95 séries para acompanhar todo dia, e é aí que a planilha começa a mentir. Cada unidade fatura do seu jeito e ninguém consolida sem exportar tudo.
Por onde começar: LABORLIS 27 para a rota entre postos, unidades e núcleo técnico, com etiquetas pré-impressas por posto e check-in e check-out em cada ponto. LaborQC com o peso das regras e a política de bloqueio ajustados por unidade, por equipamento e por analito, e a Revisão Gerencial de CQI por unidade. Ocean Billing com unidades, CNPJs e CNES no mesmo cadastro e o mês fechando na mesma tela.
Operação que precisa provar
O que dói: a evidência é montada na véspera da auditoria. O valor crítico depende de alguém ligar. O hospital pede o resultado de volta no sistema dele. A produção SUS é conferida à mão.
Por onde começar: LaborQC com o bloqueio ligado para os analitos críticos, trilha e Revisão Gerencial de CQI. LABORLIS 27 com o valor crítico que só sai depois do registro de quem foi avisado, a evidência de cada verificação da liberação e o resultado devolvido ao sistema do hospital. Ocean Billing conferindo o pedido do SUS contra a tabela SIGTAP vigente e gerando o arquivo de produção.
Perguntas que o laboratório faz
Antes de decidir.
Preciso trocar tudo de uma vez?
Como o laboratório sabe onde está cada amostra?
O que acontece quando um controle falha?
O resultado do equipamento entra sozinho?
O LaborQC funciona sem o LaborMID?
Faturamos convênio, SUS e particular. Fecha tudo no mesmo lugar?
Isso deixa o laboratório acreditado?
Para ir além
Quem já opera assim, e o que escrevemos sobre isso.

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Próximo passo
Veja a jornada inteira com a rotina do seu laboratório.
Uma demonstração percorre do pedido ao lote faturado, passando pela rota da amostra com check-in e check-out, pela triagem no bip, pelo resultado que entra sem digitação, pela liberação que retém o que não passa e pelo controle que segura o exame errado, com dados que se parecem com os seus.