Para laboratórios de análises clínicas

Do tubo ao laudo, com cada amostra rastreada e o controle de qualidade que segura o exame quando o método falha.

Quatro produtos de um só fornecedor, feitos para conversar. O LABORLIS 27 grava cada passagem da amostra, do posto de coleta à bancada, e só libera o resultado que passa pelas regras do laboratório. O resultado do analisador entra sozinho, sem ninguém digitar. Quando o controle de qualidade falha, o exame daquele aparelho não sai até o método voltar ao normal. E o exame realizado vira guia, lote e recebimento, em convênio, SUS e particular, no mesmo lugar.

laborqc · gráficos qc › levey-jennings · três níveis
Painel Gráficos QC do LaborQC com o Levey-Jennings de Glicose em um analisador: os três níveis do material de controle sobrepostos em SDI, faixas de ±1, ±2 e ±3 DP ao fundo e a tabela das séries com n, média, DP, CV e valor-alvo
  • 1caminho da coleta ao laudo, com a custódia da amostra registrada em cada ponto
  • 0resultado digitado à mão entre o equipamento e o sistema
  • 2travas quando o controle falha: o exame não é feito, ou o laudo não sai
  • 3fontes pagadoras no mesmo sistema: convênio, SUS e particular

O dia de hoje, por papel

Cada pessoa do laboratório perde algo num ponto diferente: tempo, rastro ou a prova de que fez certo.

Quase nunca falta tela. O que falta é ligação. A amostra some entre o posto e o núcleo técnico, o resultado é digitado do equipamento para o sistema, o controle de qualidade vive numa planilha que uma pessoa mantém, o valor crítico é anotado num caderno e o faturamento descobre a glosa trinta dias depois.

Responsável técnico
hojeO Levey-Jennings vive numa planilha. A regra de Westgard é aplicada de cabeça: 1:2S alarma ou rejeita, depende de quem está na bancada. A liberação é um “libera tudo dentro da faixa” que ninguém auditou. Quando o auditor pede a evidência do controle de março, a resposta é uma pasta e uma memória.
com a OceanO que não passa fica retido, com o motivo, para você decidir.Gráficos em SDI, estatística por série, CV comparado ao limite do setor. No LABORLIS 27, cada resultado passa por faixa, valor crítico, delta, nota obrigatória, controle de qualidade e a regra que você escreveu. No fim do mês os números congelam e a Revisão Gerencial de CQI assina.
Gestor da qualidade
hojeO CQ mostra que foi feito, não prova. “Quem revisou este mês, e com que critério?” depende de encontrar a pessoa certa e de ela lembrar. A decisão de repetir a corrida não ficou escrita em lugar nenhum.
com a OceanA evidência para ISO 15189 e PALC nasce da rotina.Cada Avaliar, Revisar e Supervisionar grava quem fez e quando. Reclassificar exige justificativa. “Que falha ninguém olhou ainda?” é um filtro na Worklist.
Bancada
hojeLista de trabalho digitada no aparelho, resultado digitado de volta no sistema. O controle é lançado na planilha e o SDI aparece depois. O método falhou de manhã e o aparelho continuou liberando resultado de paciente.
com a OceanSe o método falhou, o analito fica bloqueado naquele aparelho.A lista vai ao analisador e o resultado volta pelo LaborMID, sem digitação. O controle é lançado numa linha por analito. O que vem do equipamento passa pelas mesmas regras.
Faturamento
hojeA guia sai com campo faltando e volta glosada trinta dias depois. O SIGTAP é conferido à mão. Convênio, SUS e particular vivem em três sistemas, e o recurso é escrito do zero toda vez.
com a OceanA guia trava antes do envio, com a regra e o item.O pedido do SUS é conferido contra a tabela SIGTAP vigente antes de sair. Lote, título, baixa item a item, glosa e recurso; recurso aceito reabre o título.
Diretor
hojeO custo de um resultado errado liberado não é o reteste. É o laudo que saiu. “Onde está o tubo do paciente?” depende de um telefonema para o motoboy. Cada ponto do laboratório tem um fornecedor, e a regra que trava a conta vive na cabeça de uma pessoa.
com a OceanA regra está no sistema, não na cabeça de alguém.A amostra tem custódia registrada, a liberação tem regra escrita e a decisão tem evidência. Quando o controle falha e a política do laboratório assim determina, o exame não sai: o LaborQC decide e o LaborMID aplica. Um fornecedor da coleta ao recebimento.
TI
hojeUm driver por equipamento, cada um de um jeito. O LIS ficou fora dez minutos e o resultado sumiu. Sistemas de fornecedores diferentes que se integram por projeto, quando se integram.
com a OceanNada se perde: a mensagem fica guardada até o LIS voltar.O LaborMID conversa com os analisadores no padrão de cada fabricante, ASTM e HL7. Quem vê o quê é decisão do laboratório.

A jornada no seu laboratório

Oito etapas, e o produto que cuida de cada uma.

A amostra nasce identificada na coleta e atravessa a operação inteira. Em cada etapa, o produto Ocean responsável e o que nasce ali.

ETAPA 01 · LABORLIS 27Pedido e coletaRecepção · posto de coleta

O pedido entra pela recepção, pelo sistema do hospital ou pelo portal do laboratório apoiado. O sistema resolve convênio e tabela, confere jejum e autorização e calcula o prazo de cada exame. Na coleta, a etiqueta sai com código de barras, ou o tubo já chega com a etiqueta pré-impressa e o vínculo é feito bipando.

nasceo pedido com prazo por exame, e a amostra identificada
ETAPA 02 · LABORLIS 27Rota, recebimento e triagemRota · núcleo técnico

O tubo entra num lote, o lote numa remessa, e cada ponto da rota grava check-in e check-out. No núcleo, o lote é recebido com conferência de temperatura e registro de faltantes. Depois, um a um, o operador bipa o tubo e o sistema diz para qual bancada ele vai, ou se segue para o laboratório de apoio.

nascea custódia da amostra e o destino de cada tubo
ETAPA 03 · LABORMIDEquipamentosBancada · analisadores

A lista chega ao aparelho na linguagem dele. O técnico não digita nada. O resultado volta com o mesmo nome e a mesma unidade, seja qual for o fabricante. Se o LIS ou o equipamento ficar fora, a mensagem espera e entra depois.

nasceo resultado, sem digitação, com o rastro de cada mensagem
ETAPA 04 · LABORQCControle de qualidadeBancada · revisor · supervisor

O resultado do material de controle entra digitado ou vindo do equipamento pelo LaborMID. O sistema calcula o SDI, aplica as regras de Westgard definidas para aquele aparelho e aquele analito, e classifica a medida. Avaliar, Revisar e Supervisionar gravam quem fez e quando.

nascea classificação do resultado e o status do processo, com rastro
ETAPA 05 · LABORQC DECIDE · LABORMID APLICABloqueio da rotinaO sistema · política por equipamento

Quando a falha é grave segundo a política daquele equipamento, o analito fica bloqueado naquele aparelho, para realização ou para liberação. O LaborMID impede o exame ou segura o laudo. Basta um resultado Aprovado entrar na série para o bloqueio cair.

nasceo bloqueio, com o resultado que o causou e cada mudança registrada
ETAPA 06 · LABORLIS 27Liberação com regraRegras do laboratório · responsável técnico

Cada resultado passa por faixa de referência, valor crítico, delta com o exame anterior, nota obrigatória, controle de qualidade e a regra que o laboratório escreveu. O que passa sai; o que não passa fica retido, com o motivo, numa fila para o bioquímico. O valor crítico só sai depois do registro de quem foi avisado, quando e por quem.

nascea decisão de liberar ou reter, com a evidência, e o laudo assinado
ETAPA 07 · LABORLIS 27EntregaPaciente · médico · convênio · hospital

O laudo assinado é publicado no portal do paciente, do médico e do convênio, impresso, enviado por e-mail ou devolvido ao sistema do hospital que pediu. Um só laudo, em todos os canais, com o registro de cada um.

nasceo laudo entregue, com registro de cada canal
ETAPA 08 · OCEAN BILLINGFaturamentoFaturamento · financeiro

O exame realizado vira lançamento, com o preço da tabela do contrato ou do SIGTAP vigente. A guia passa pelas regras de faturamento, entra no lote e sai no padrão TISS que a operadora aceita, como arquivo de produção do SUS ou como fatura particular. Título, baixa item a item, glosa, recurso e recuperação, no mesmo lugar.

nascea guia, o lote e o título

→ Role para o lado para percorrer as oito etapas.

laborlis 27 · logística › visão geral
Visão geral da logística do LABORLIS 27 com as amostras em trânsito, as remessas ativas, os pontos logísticos e a distribuição das amostras por ponto
Etapa 02 Quantas amostras estão em trânsito agora, em quais pontos da rota, e quais remessas estão abertas.
laborqc · resultados qc › lançamento
Grade de lançamento do LaborQC para um lote de material de controle: uma linha por equipamento e analito, o campo do resultado com a unidade e a coluna SDI
Etapa 04 Uma linha por analito e a coluna SDI, que se preenche a cada valor digitado.
laborqc · configurações › equipamentos › bloqueio
Aba Bloqueio do cadastro de um equipamento no LaborQC, com a política de bloqueio da rotina: interruptores que definem se Rejeitado e Alarme bloqueiam a Realização e a Liberação
Etapa 05 Por equipamento, Rejeitado e Alarme decidem o que bloqueiam. O laboratório escolhe.

O que muda, com a tela que prova

Cinco momentos do laboratório, antes e depois.

Cada argumento vem com a tela do produto rodando sobre uma base de demonstração inteiramente fictícia. Clique para ampliar.

Bloqueio da rotina · LaborQC decide, LaborMID aplica

O CQ que para a rotina, não o que avisa depois

A maioria dos sistemas de CQ produz um alerta. O LaborQC produz uma decisão com consequência: o analito fica bloqueado naquele aparelho, e o LaborMID impede a realização do exame ou segura a liberação do laudo. A política é sua, por equipamento. Você decide o que Rejeitado e o que Alarme bloqueiam, inclusive nada. O laboratório mais cauteloso liga o bloqueio para os analitos críticos. O mais maduro, para tudo.

O bloqueio nasce e cai sozinho: basta um resultado Aprovado entrar na série. Desbloquear à mão exige justificativa e uma permissão própria.

“Seu sistema de CQ avisa que o método falhou. O LaborQC impede que o exame saia mesmo assim.”

laborqc · resultados qc › bloqueios de rotina
Tela Bloqueios de Rotina do LaborQC com quatro pares equipamento × analito bloqueados, cada um com motivo, níveis bloqueados, desde quando, o resultado causador com SDI e lote, e o status da comunicação com o LaborMID

A prova Aqui o supervisor vê os pares equipamento × analito bloqueados agora, o resultado que causou cada um e se a bancada já recebeu a ordem.

Liberação · LABORLIS 27

A liberação decide por regra e explica a decisão

Cada resultado passa por oito verificações, em ordem: o exame pode ser liberado? há analito fora da faixa? há valor crítico? a variação em relação ao exame anterior do mesmo paciente é plausível? falta uma nota obrigatória? o controle de qualidade do equipamento está sob controle? a regra que o laboratório escreveu aprova? Se nenhuma disser “pode”, o resultado fica retido. A ausência de aprovação não é aprovação.

Cada verificação guarda o que viu: os analitos fora da faixa, a regra que casou, o histórico usado no delta. O que ficou retido está numa fila, com o motivo, para o bioquímico decidir. E o valor crítico só sai depois de alguém registrar quem foi avisado, quando e por quem.

“Não é um ‘libera tudo dentro da faixa’. É uma decisão com evidência.”

laborlis 27 · pós-analítico › liberação › auditoria
Auditoria da liberação no LABORLIS 27, em tema escuro, com cada resultado, a decisão de liberar ou reter e o motivo escrito

A prova Aqui o bioquímico vê, linha a linha, o que foi liberado, o que ficou retido e por quê.

Trilha · LaborQC

A trilha que reconstitui a decisão meses depois

Cada avanço de etapa grava de onde veio, para onde foi, quem executou e quando. Quando a etapa é automática, o autor registrado é o sistema, e a trilha diz isso com essas palavras. Reclassificações entram com a justificativa que foi obrigatória na hora. Cada bloqueio e cada desbloqueio, idem.

Ninguém apaga o rastro. O valor digitado errado permanece na série, e o que se corrige é a classificação. Mudança de política vale só para resultados futuros. O passado guarda a decisão tomada com as regras da época.

“A pergunta do auditor não é ‘vocês fazem CQ?’. É ‘me mostre quem revisou o controle de 14 de março e por que aceitou’.”

laborqc · relatórios › auditoria
Log de auditoria do LaborQC com filtros por período, módulo, ação e usuário, e a lista de alterações com data e hora, módulo, ação, item afetado, usuário e detalhes

A prova Quem mudou o quê, quando, com o valor anterior e o novo. Dá para filtrar e exportar.

Fechamento · LaborQC

O período fechado e a Revisão Gerencial assinada

O fechamento de período congela os resultados de uma série num intervalo. Eles passam a Fechado e não aceitam mais alteração. A Revisão Gerencial de CQI consolida o mês, com rejeições, CV, lotes vencidos e não conformidades, num documento aprovado com os indicadores travados no momento da aprovação. A revisão aprovada não recalcula, de propósito: assinar um número que não se viu seria pior que não assinar.

Cancelar uma revisão aprovada exige motivo e é uma permissão separada da aprovação, para que a mesma pessoa não faça as duas coisas sozinha. É o documento que você entrega ao auditor da ISO 15189 ou do PALC. O LaborQC produz a evidência. Quem acredita é o organismo.

“Você responde pelo período com o número que assinou, não com o recalculado depois.”

laborqc · relatórios › revisão gerencial
Revisão Gerencial de CQI de julho de 2026 aprovada no LaborQC, com período e unidade, o registro da aprovação com autor, horário e observações, e a tabela de rejeições e alarmes por analito e equipamento

A prova A revisão aprovada: quem aprovou, quando, a observação e os indicadores congelados.

Faturamento · Ocean Billing

A regra de faturamento trava a glosa antes do envio

“Esse exame só é pago para maiores de 40.” “Esse procedimento não pode vir duas vezes na mesma guia.” No Ocean Billing, essas regras deixam a cabeça de duas pessoas e viram regras criadas na tela. Você escolhe se a regra trava, avisa ou só informa, e em que momento ela trava: ao fechar a guia, ao montar o lote ou ao enviar o lote. Uma regra pode existir e só avisar enquanto a equipe se acostuma. A mesma tela tem uma aba por fonte pagadora.

E o ciclo não para no arquivo. O título nasce no envio do lote, a baixa é lançada item a item, a glosa chega com prazo e código, o recurso passa por aprovação e o recurso aceito reabre o título, no mês certo. Para a produção do SUS, o pedido é conferido contra a tabela SIGTAP vigente antes de sair, e o arquivo de produção sai do mesmo lugar.

“A regra que estava na cabeça da supervisora agora está na tela, e você escolhe se ela avisa ou trava.”

billing · configurações › regras de faturamento
Tela de Regras de Faturamento do Ocean Billing com as regras por categoria de pagador, severidade e vigência

A prova As regras por fonte pagadora, com severidade e vigência. Na aba Geral, você escolhe em que momento a regra trava.

billing · glosas
Tela de Glosas do Ocean Billing com os totais de glosado, em recurso, aceitas e rejeitadas, os filtros por operadora e status, e a lista de glosas com número da guia, código, descrição, valor, prazo de recurso e status

O fecho Cada glosa com código, valor, prazo de recurso e status: aberta, em recurso, reapresentada.

Os produtos para o laboratório clínico

O LIS no centro. Os equipamentos ligados. O controle de qualidade com consequência. A receita que fecha.

Cada produto se sustenta sozinho e conversa com o que já está instalado. Cada integração é opcional. Juntos, eliminam os pontos onde o laboratório perde tempo, rastro e evidência.

LIS · o centro da operação

LABORLIS 27

Atendimento com o convênio certo, etiqueta na coleta, custódia da amostra com check-in e check-out em cada ponto da rota, triagem que decide a bancada no bip, liberação que retém o que não passa e explica por quê, valor crítico com comunicação registrada, quatro portais e faturamento TISS. Ocean Flow para citogenética, microbiologia e anatomia patológica.

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Interface com equipamentos

LaborMID

A ponte nos dois sentidos entre os analisadores e o LIS: a lista de trabalho vai, o resultado volta com o mesmo nome e a mesma unidade em qualquer fabricante, e nenhuma mensagem se perde. É por ele que o bloqueio do LaborQC chega à bancada.

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Controle interno de qualidade

LaborQC

Avalia cada controle pelas regras de Westgard que você definiu para cada aparelho e analito, separa a medida da conferência, bloqueia a rotina quando o método falha e guarda a trilha, o período fechado e a Revisão Gerencial de CQI que a acreditação pede.

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Ciclo de receita

Ocean Billing

Convênio, SUS e particular no mesmo sistema: preço, guia, regras de faturamento, lote, título, baixa item a item, glosa, recurso e recuperação. Várias unidades, CNPJs e CNES, com o mês fechando na mesma tela.

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O ecossistema

Ocean Core

As três linhas da família, imagem, laboratório e receita, e o que é comum a todas: no navegador, padrões abertos para conversar com o que já existe, quem vê o quê é decisão sua, produtos com registro na ANVISA.

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Quando o laboratório também é de apoio

LABORLIS 27 B2B

O parceiro tem portal próprio: lança o pedido, envia o lote, acompanha a amostra e a recoleta e baixa o resultado. A etiqueta chega pré-impressa ao posto dele e a custódia vai até a bancada. O preço por posto de coleta, o mínimo mensal, o desconto por volume e o fechamento mensal por contrato ficam no Ocean Billing.

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Acreditação

A evidência que a acreditação pede.

A pergunta do auditor não é “vocês fazem controle de qualidade?”. É uma pergunta específica, sobre um dia, uma série e uma decisão. Três perguntas típicas e o que o sistema responde a cada uma.

O auditor pergunta

“Quem revisou o controle de 14 de março, e por que aceitou?”

O sistema responde O detalhe do resultado mostra a série, o SDI, as regras avaliadas, quais violaram e por que a regra pesou daquele jeito naquele aparelho. A trilha lista cada avanço de etapa com quem e quando, e a reclassificação com a justificativa que foi obrigatória na hora. Se a avaliação foi automática, o autor registrado é o sistema.

O auditor pergunta

“Me mostre o mês assinado, com os números da época.”

O sistema responde A Revisão Gerencial de CQI aprovada, com rejeições, CV, lotes vencidos e não conformidades congelados no momento da aprovação. O detalhe recalcula depois e avisa se divergiu, sem mexer no que foi assinado. Cancelar preserva os números congelados e carimba quem, quando e por quê.

O auditor pergunta

“O que aconteceu com a rotina quando o controle falhou?”

O sistema responde O histórico de bloqueios: cada mudança com data e hora, equipamento, analito, níveis bloqueados, o resultado que causou, o motivo e quem fez. O bloqueio automático assinado pelo sistema. O desbloqueio manual assinado pela pessoa, com justificativa, e a confirmação de que a bancada recebeu a ordem.

O LaborQC produz a evidência. Quem acredita é o organismo: ISO 15189 e PALC continuam sendo decisão do auditor, sobre o que a rotina do laboratório registrou.

Por porte de operação

O ganho cresce com três fatores: séries, unidades e exigência de acreditação.

Uma série é a combinação de equipamento, analito, material de controle, nível e lote. É o número de séries, o número de unidades e o que a acreditação pede que decidem por onde começar.

Um aparelho por analito · poucas séries

Laboratório de uma bancada

O que dói: resultado digitado do equipamento para o sistema, amostra sem rastro entre a coleta e o analisador, guia que volta glosada.

Por onde começar: LABORLIS 27 com o LaborMID, para a custódia da amostra, a liberação com regra e o resultado sem digitação. Ocean Billing se a carteira de convênio pesa. O LaborQC entra quando um segundo aparelho passa a medir o mesmo analito, ou quando a acreditação pede a evidência.

Vários aparelhos · várias unidades

Médio e grande porte, ou rede

O que dói: a amostra some entre o posto e o núcleo técnico. Quatro unidades, oito aparelhos e vinte analitos são 95 séries para acompanhar todo dia, e é aí que a planilha começa a mentir. Cada unidade fatura do seu jeito e ninguém consolida sem exportar tudo.

Por onde começar: LABORLIS 27 para a rota entre postos, unidades e núcleo técnico, com etiquetas pré-impressas por posto e check-in e check-out em cada ponto. LaborQC com o peso das regras e a política de bloqueio ajustados por unidade, por equipamento e por analito, e a Revisão Gerencial de CQI por unidade. Ocean Billing com unidades, CNPJs e CNES no mesmo cadastro e o mês fechando na mesma tela.

ISO 15189 ou PALC · laboratório hospitalar

Operação que precisa provar

O que dói: a evidência é montada na véspera da auditoria. O valor crítico depende de alguém ligar. O hospital pede o resultado de volta no sistema dele. A produção SUS é conferida à mão.

Por onde começar: LaborQC com o bloqueio ligado para os analitos críticos, trilha e Revisão Gerencial de CQI. LABORLIS 27 com o valor crítico que só sai depois do registro de quem foi avisado, a evidência de cada verificação da liberação e o resultado devolvido ao sistema do hospital. Ocean Billing conferindo o pedido do SUS contra a tabela SIGTAP vigente e gerando o arquivo de produção.

Perguntas que o laboratório faz

Antes de decidir.

Preciso trocar tudo de uma vez?
Não. Cada produto se sustenta sozinho e cada integração é opcional. O laboratório costuma começar pela amostra rastreada e pelos equipamentos ligados ao sistema, ou pelo controle de qualidade, e liga o restante no ritmo da equipe.
Como o laboratório sabe onde está cada amostra?
Pela custódia. No LABORLIS 27, o tubo entra num lote, o lote numa remessa, e cada ponto da rota grava check-in e check-out: quem teve a amostra, quando e onde. O recebimento confere a temperatura contra a estabilidade de cada material e registra os faltantes. A pergunta que hoje vira telefonema para o motoboy vira uma consulta na tela, e a soroteca diz onde a amostra está guardada quando for preciso repetir.
O que acontece quando um controle falha?
O resultado recebe a classificação, Alarme ou Rejeitado, com o peso que você definiu para aquela regra naquele aparelho. Se a política do equipamento assim determina, o LaborQC bloqueia o analito naquele aparelho, para realização ou para liberação, e avisa o LaborMID, que impede o exame ou segura o laudo. Basta um resultado Aprovado entrar na série para o bloqueio cair sozinho. Desbloquear à mão exige justificativa e uma permissão própria. O LABORLIS 27 está preparado para consumir esse status: ligado na implantação, ele vira uma das verificações da liberação, e o resultado fica retido enquanto o controle estiver fora.
O resultado do equipamento entra sozinho?
Sim. O LaborMID envia a lista de trabalho ao analisador na linguagem dele e recebe o resultado de volta, com o mesmo nome e a mesma unidade em qualquer fabricante, guardando o rastro de cada mensagem. Se o LIS ou o equipamento ficar fora, a mensagem espera e entra depois. O resultado de material de controle segue para o LaborQC e passa pelas mesmas regras que o resultado digitado.
O LaborQC funciona sem o LaborMID?
Funciona. O resultado do controle é digitado na tela de Lançamento, uma linha por analito, e a avaliação, a trilha, o fechamento e a Revisão Gerencial de CQI existem do mesmo jeito. O que depende do LaborMID é a trava na bancada: sem ele, o veredito existe, mas ninguém impede a realização nem segura o laudo.
Faturamos convênio, SUS e particular. Fecha tudo no mesmo lugar?
Sim. No Ocean Billing a fonte pagadora é um campo do cadastro, não um sistema separado: o mesmo lançamento, a mesma guia, o mesmo título, a mesma baixa e o mesmo mês. O que muda é o que sai no fim: a guia no padrão TISS que a operadora aceita, conferida antes do envio; o arquivo de produção do SUS, com o pedido conferido contra a tabela SIGTAP vigente; ou a fatura particular e B2B.
Isso deixa o laboratório acreditado?
Não. O LaborQC produz a evidência que ISO 15189 e PALC pedem: a trilha de cada conferência, o período fechado e a Revisão Gerencial de CQI aprovada com os números congelados. Quem acredita é o organismo, com base no que a rotina do laboratório registrou.

Próximo passo

Veja a jornada inteira com a rotina do seu laboratório.

Uma demonstração percorre do pedido ao lote faturado, passando pela rota da amostra com check-in e check-out, pela triagem no bip, pelo resultado que entra sem digitação, pela liberação que retém o que não passa e pelo controle que segura o exame errado, com dados que se parecem com os seus.

DiagnósticoMapeamos o ciclo atual, da coleta ao recebimento, contamos as séries e apontamos onde o dado e a evidência se perdem.
Demonstração guiadaA jornada completa nos produtos, com base de demonstração e as perguntas do responsável técnico, da qualidade e do faturamento.
Proposta por etapaPor onde começar, a ordem de ativação e o que o laboratório precisa preparar: cadastros, equipamentos, contratos.
Primeira etapa no arEquipe treinada por papel, produto em produção. O restante entra no ritmo da sua operação.