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Ocean Core · Interface entre analisadores e o LIS

A lista de trabalho vai ao analisador, o resultado volta ao LIS, e ninguém digita.

Cada fabricante fala a própria língua. O LaborMID fala todas elas e entrega ao LABORLIS 27 um resultado só: mesmo analito, mesmo código, mesma unidade, venha de qual aparelho vier. Se o LIS ou o equipamento ficar fora, a mensagem espera na fila e segue depois. E quando o controle de qualidade falha, é por ele que o bloqueio decidido pelo LaborQC chega à bancada.

O que o LaborMID faz

Analisador ↔ LaborMID ↔ LABORLIS 27

  • Envia a lista de trabalho ao analisador, no protocolo dele
  • Recebe o resultado e traduz o código de cada fabricante para o padrão do LIS
  • Guarda cada mensagem em fila até o destino responder: nada se perde
  • Distribui as amostras entre aparelhos do mesmo tipo
  • Aplica na bancada o bloqueio decidido pelo LaborQC
  • Mostra o estado de cada interface e avisa antes de a bancada perceber
  • 2sentidos: a lista de trabalho vai, o resultado volta
  • 1código por analito no LIS, seja qual for o fabricante do aparelho
  • 3cores no painel: cada interface está operando, em alerta ou fora
  • LaborQCo bloqueio de qualidade chega ao equipamento por aqui

O dia de hoje na bancada

O laboratório não sofre por falta de conexão. Sofre por falta de quem coordene todas elas.

Cada analisador chegou com a própria interface, o próprio protocolo e o próprio código para o mesmo exame. Quando uma delas cai, alguém digita. Quando o resultado não bate, ninguém consegue reconstituir o caminho. E o controle de qualidade avisa depois que o laudo já saiu.

Cada fabricante fala uma línguaAparelhos de fabricantes diferentes, protocolos diferentes e códigos diferentes para a mesma glicose. Trocar um analisador é um projeto; adicionar outro é mais um.
A interface cai e alguém digitaInterfaces instáveis forçam o lançamento manual. Depois, ninguém sabe qual resultado veio do aparelho e qual foi digitado.
Sem trilha de quem, quando e comoQuando o resultado não bate, não há como saber o que o equipamento enviou, em que lote, por qual operador. A auditoria vira reconstituição.
Interface proprietária, ajuste por chamadoCada ajuste simples depende do fornecedor do aparelho. O laboratório paga a interface e ainda perde a autonomia.
Caixa pretaNinguém sabe qual interface está fora até a bancada reclamar. O problema aparece quando já parou a rotina.
Qualidade desligada da rotinaO controle falhou, mas a interface tradicional não sabe disso: o aparelho continua liberando resultado de paciente.

O fluxo, do pedido ao LIS

Cinco passos, dois sentidos. Em nenhum deles alguém digita um resultado.

A lista de trabalho sai do LABORLIS 27, chega ao analisador na língua dele e o resultado faz o caminho de volta já traduzido. Em cada passo, o que acontece e o que fica registrado.

PASSO 01O pedido nasce no LISLABORLIS 27

O exame é solicitado e a amostra coletada com etiqueta. O LABORLIS 27 gera a lista de trabalho e a entrega ao LaborMID para roteamento.

nascea solicitação por amostra e analito
PASSO 02O LaborMID roteia e traduzLaborMID → analisador

Identifica o aparelho de destino, converte a lista para o protocolo dele e envia. Havendo mais de um equipamento do mesmo tipo, distribui as amostras entre eles.

nascea mensagem enviada, com hora e destino
PASSO 03O analisador processaBancada

A lista de trabalho já está carregada no aparelho. O técnico processa a amostra e o resultado volta ao LaborMID no protocolo nativo do fabricante.

nasceo resultado bruto, na língua do aparelho
PASSO 04Captura, normalização e qualidadeLaborMID ↔ LaborQC

O resultado é recebido e o código do fabricante vira o código único do LIS. Resultados de material de controle seguem ao LaborQC; se o método falhou, o LaborMID aplica o bloqueio daquele analito naquele aparelho. Hora, lote e operador ficam registrados.

nasceo resultado normalizado, com a trilha completa
PASSO 05O LIS recebe e disponibilizaLaborMID → LABORLIS 27

O resultado entra vinculado ao paciente e passa pelas verificações da liberação do LABORLIS 27. O histórico fica unificado, independentemente do equipamento que processou a amostra.

nasceo resultado pronto para a liberação

→ Role para o lado para percorrer os cinco passos.

Onde o resultado chega

O último passo acontece no LABORLIS 27. O resultado que o LaborMID entregou, já com o código do LIS, passa pelas verificações da liberação: faixa, valor crítico, delta, controle de qualidade e a regra do laboratório. O que passa é liberado; o que não passa fica retido, com o motivo escrito. Para o bioquímico, não faz diferença de qual aparelho o número veio.

  • Resultado vinculado ao paciente, disponível para a validação técnica
  • Histórico unificado, independentemente do equipamento
  • Relatórios consistentes, porque os dados chegam padronizados
laborlis 27 · análise › liberação › auditoria
Tela do LABORLIS 27: auditoria da liberação, com cada resultado, a decisão de liberar ou reter e o motivo escrito
Passo 05 · LABORLIS 27 O resultado que veio do analisador pelo LaborMID passa pelas verificações da liberação. Aqui, cada decisão e o seu motivo.

Por que não é um driver de equipamento

Seis coisas que uma interface ponto a ponto não faz.

Um driver liga um aparelho a um sistema. O LaborMID coordena o parque inteiro: traduz, guarda, distribui, vigia e obedece ao controle de qualidade. Cada diferencial abaixo é uma função do produto, não uma promessa.

Não é interface única

Fala a língua de cada analisador

Os padrões da área e os protocolos proprietários que a bancada exige, incluindo os da microbiologia. Adicionar um aparelho é uma configuração no LaborMID, não um projeto novo.

  • Padrões da área: ASTM, HL7 e o vocabulário LOINC
  • Protocolos proprietários dos principais fabricantes de analisadores
  • Comunicação por porta serial, rede ou API, conforme o equipamento
Não é ponte direta

Um código por analito, seja qual for o fabricante

Dois aparelhos chamam a mesma glicose por códigos diferentes. O LaborMID mapeia cada código de fabricante para o padrão único do LABORLIS 27. Trocou o equipamento? O LIS não percebe.

  • Mapeamento feito uma vez, por equipamento
  • Troca de analisador sem impacto no LIS
  • Histórico do paciente unificado, independentemente do aparelho
Não perde mensagem

Fila que espera o destino voltar

Se o LIS ficou fora, se o aparelho não respondeu, se a rede oscilou: a mensagem fica na fila e o LaborMID tenta de novo, sozinho, até entregar. A rotina não para por instabilidade de rede, e ninguém precisa digitar o que o equipamento já mediu.

  • Retentativas automáticas, sem intervenção humana
  • Cada retransmissão e cada falha ficam documentadas no resultado
Não é caixa preta

O estado de cada interface, antes de a bancada perceber

Um painel mostra cada interface e cada equipamento em três cores: operando, em alerta ou fora. Interface fora do ar, aparelho sem resposta ou volume anormal de dados geram aviso imediato por e-mail e SMS.

  • Tempo de resposta por equipamento e taxa de sucesso das transmissões
  • Volume de resultados por hora e falhas por período
Não é isolado

O controle de qualidade chega à bancada

Os resultados de material de controle que o analisador mede vão direto ao LaborQC, que aplica as regras de Westgard do laboratório. Se o método falhou e a política daquele aparelho manda travar, o LaborMID aplica o bloqueio do analito naquele equipamento, com alerta, e a não conformidade fica registrada. Quando um resultado aprovado entra, o desbloqueio segue o mesmo caminho.

  • O LaborQC decide; o LaborMID aplica e reverte
  • Controle validado antes de a rotina de pacientes seguir naquele aparelho
Não é sistema local

Roda em nuvem e atualiza sozinho

O LaborMID é oferecido como serviço: sem servidor na bancada para manter, com atualizações contínuas e o parque inteiro visível de qualquer lugar. Cada ação fica documentada em registro permanente, para a auditoria e para a segurança jurídica do laboratório.

  • Registro por resultado: hora exata, equipamento, lote de reagente, operador
  • Retransmissões e falhas documentadas, para a conformidade regulatória

Para quem

Cada pessoa do laboratório ganha algo diferente. Escolha o seu papel.

Técnico de bancada e analista

“A lista de trabalho já está no aparelho quando você chega. O resultado vai embora sozinho.”

  1. Nada a digitar: a lista de trabalho chega carregada e o resultado volta ao LIS pelo mesmo caminho.
  2. Quando o LIS ou a rede cai, você continua processando; a mensagem espera na fila e segue depois.
  3. Se o controle daquele analito falhou, o aparelho não recebe rotina de paciente para ele até o LaborQC liberar.
  4. Quando há dois aparelhos do mesmo tipo, a distribuição das amostras é do sistema, não da sua memória.

Funções

Tudo o que a interface do laboratório precisa, em um só lugar.

Sem depender do fabricante, sem complemento surpresa. O que o LaborMID faz, agrupado em quatro frentes.

ConectarMúltiplos protocolosOs padrões da área e os protocolos proprietários dos fabricantes, por porta serial, rede ou API.
ConectarInterface bidirecionalA lista de trabalho vai do LIS ao aparelho; o resultado volta do aparelho ao LIS.
ConectarRedundância de equipamentosVários aparelhos do mesmo tipo, com distribuição das amostras entre eles.
ConectarRoteamentoIdentifica o destino de cada lista e converte para o formato do aparelho, inclusive entre unidades produtivas.
NormalizarNormalização de dadosO código de cada fabricante vira o código único do LABORLIS 27. Troca de equipamento sem impacto no LIS.
NormalizarHistórico unificadoResultados do paciente no mesmo histórico, independentemente do aparelho. Relatórios com dados padronizados.
NormalizarFila resilienteA mensagem espera o destino voltar e é reenviada sozinha. Nada se perde em queda de LIS, aparelho ou rede.
NormalizarIntegração com o LaborQCControle do analisador vai ao LaborQC; se falhou, o bloqueio do analito é aplicado no aparelho, com alerta e não conformidade registrada.
VigiarPainel de interfacesEstado em tempo real de cada interface e equipamento: operando, em alerta ou fora.
VigiarAlertas proativosE-mail e SMS na hora: interface fora do ar, equipamento sem resposta, volume anormal de dados.
VigiarMétricas por equipamentoTempo de resposta, taxa de sucesso de transmissão, resultados por hora, falhas por período.
ProvarRastreabilidade e auditoriaPor resultado: hora exata, equipamento, lote de reagente, operador, retransmissões e falhas. Registro permanente de cada ação.

No ecossistema Ocean

Entre o equipamento e o LIS. Ao lado do controle de qualidade.

O LaborMID é a ponte da linha de laboratório do Ocean Core. O LIS conhece o pedido e o laudo; o LaborQC conhece o controle; o LaborMID conhece os aparelhos e liga os três. Cada produto se sustenta sozinho, e as ligações são habilitadas na implantação.

Implantação e operação

Começa pelo mapa do parque. Vai ao ar com um ou dois aparelhos antes de ligar todos.

A implantação do LaborMID segue a ordem do próprio parque analítico. Primeiro, o diagnóstico: quais equipamentos, quais protocolos, quais analitos e o que o laboratório precisa de cada um. Depois, uma prova técnica com um ou dois aparelhos em ambiente real, nos dois sentidos, antes de estender ao restante.

  • Diagnóstico: mapeamento de equipamentos, protocolos e necessidades do laboratório, sem compromisso
  • Proposta: detalhamento de protocolos, integrações e investimento, com cronograma
  • Prova técnica: conectividade com um ou dois equipamentos em ambiente real, validada nos dois sentidos
  • Entrada em produção assistida: implantação completa, suporte intensivo nos primeiros dias e treinamento por perfil de usuário

O mapeamento de códigos é feito uma vez por equipamento; o cadastro de unidades, setores, fabricantes, modelos, analitos e equipamentos é reaproveitado pelo LaborQC, sem redigitação.

Como é contratado

Assinatura mensal com valor previsível, mais um adicional por interface ativa. Todos os protocolos entram no pacote: não há cobrança por fabricante nem por protocolo.

  • Licença base: o LaborMID completo, com todos os protocolos, atualizações contínuas e entrada em produção assistida
  • Por interface ativa: pague pelos equipamentos conectados e ajuste conforme o parque cresce ou reduz
  • Incluídos por interface: normalização de dados, monitoramento e alertas, integração com o LaborQC, rastreabilidade e auditoria
  • Suporte: 24×7, com SLA definido em contrato
  • Troca de fabricante: sem custo adicional de protocolo

O LaborMID em números

Medidas do produto, não promessas de resultado.

O que o LaborMID tem, e o que isso significa na rotina.

2sentidosA lista de trabalho vai ao aparelho; o resultado volta ao LIS. Nenhum dos dois é digitado.
3padrões da áreaASTM, HL7 e o vocabulário LOINC, além dos protocolos proprietários dos fabricantes.
1código por analito no LISMapeado uma vez por equipamento, seja qual for o fabricante.
3estados no painelOperando, em alerta ou fora, para cada interface e cada equipamento.
2canais de alertaE-mail e SMS, na hora, para interface fora do ar, aparelho sem resposta ou volume anormal.
5campos de trilha por resultadoHora exata, equipamento, lote de reagente, operador e retransmissões, com as falhas documentadas.
1 a 2equipamentos na prova técnicaConectividade validada em ambiente real, nos dois sentidos, antes de estender ao parque.
0cobrança por protocoloTodos inclusos na licença e em cada interface ativa. Trocar de fabricante não custa protocolo.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
PapelInterface bidirecional entre analisadores e o LIS (middleware de equipamentos laboratoriais)
SentidosLista de trabalho do LIS ao equipamento · resultado do equipamento ao LIS
PadrõesASTM E1394 · HL7 v2.x · LOINC
TransporteRS-232 · TCP/IP (socket) · HTTP/REST API
Protocolos proprietáriosDos principais fabricantes de analisadores de bioquímica, hematologia, imunologia e microbiologia; lista por equipamento fornecida na proposta
NormalizaçãoMapeamento do código de cada fabricante para o padrão único do LABORLIS 27, uma vez por equipamento · troca de equipamento sem impacto no LIS
RoteamentoIdentificação do destino e conversão de protocolo por lista · distribuição de amostras entre equipamentos do mesmo tipo · roteamento entre unidades produtivas
FilaPersistente, com retentativas automáticas em falha de conectividade do LIS, do equipamento ou da rede
MonitoramentoPainel de interfaces e equipamentos em três estados (operacional, alerta, fora) · métricas: tempo de resposta por equipamento, taxa de sucesso de transmissão, volume por hora, falhas por período
AlertasE-mail e SMS: interface fora do ar, equipamento sem resposta, volume anormal de dados
RastreabilidadePor resultado: hora exata, equipamento, lote de reagente, operador, retransmissões e falhas · registro permanente de cada ação
Controle de qualidadeResultados de material de controle enviados ao LaborQC · bloqueio por analito e equipamento aplicado e revertido pelo LaborMID, com alerta e não conformidade registrada
Cadastros compartilhadosUnidades, setores, fabricantes, modelos, analitos e equipamentos importáveis pelo LaborQC
Modelo de entregaServiço em nuvem (SaaS), com atualizações contínuas
Suporte24×7, com SLA definido em contrato, pelo Ocean Services
ComercializaçãoLicença base mensal + adicional por interface ativa · todos os protocolos inclusos · entrada em produção assistida inclusa

A tela mostrada nesta página é do LABORLIS 27, sobre base de demonstração inteiramente fictícia. Nenhum paciente, profissional ou laboratório real aparece em qualquer imagem.

Perguntas frequentes

O que o laboratório pergunta antes de decidir.

Qual é a diferença entre o LaborMID e o driver que veio com o aparelho?
O driver liga um equipamento a um sistema, no protocolo daquele fabricante. O LaborMID fica entre todos os equipamentos e o LIS: traduz o protocolo de cada um, converte os códigos de fabricante para o padrão único do LABORLIS 27, guarda as mensagens em fila quando o destino não responde, distribui amostras entre aparelhos do mesmo tipo, mostra o estado de cada interface e aplica o bloqueio decidido pelo LaborQC. Adicionar ou trocar um analisador é uma configuração, não um projeto.
O que acontece quando o LIS ou o equipamento fica fora do ar?
A mensagem fica na fila do LaborMID e é reenviada sozinha, em retentativas automáticas, até o destino responder. A bancada continua processando; nenhum resultado é perdido e ninguém precisa digitar o que o aparelho já mediu. Cada retransmissão fica documentada no resultado.
Trocar um analisador por outro fabricante mexe no LIS?
Não. O código de cada fabricante é mapeado para o padrão do LABORLIS 27 no LaborMID, uma vez por equipamento. O LIS continua recebendo o mesmo analito, com o mesmo código e a mesma unidade, e o histórico do paciente segue unificado. A troca também não gera custo adicional de protocolo.
Tenho dois aparelhos do mesmo tipo. Como as amostras são distribuídas?
O LaborMID identifica o destino de cada lista de trabalho e distribui as amostras entre os equipamentos do mesmo tipo. Se o laboratório tem mais de uma unidade produtiva, o roteamento entre elas fica no mesmo lugar.
Como o LaborMID conversa com o controle de qualidade?
Os resultados de material de controle que o analisador mede seguem ao LaborQC, que aplica as regras de Westgard escolhidas pelo laboratório. Se o método falhou e a política daquele aparelho manda travar, o LaborQC decide o bloqueio do analito naquele equipamento e o LaborMID aplica, com alerta e não conformidade registrada. Quando um resultado aprovado entra na série, o desbloqueio segue o mesmo caminho. O cadastro de equipamentos e analitos é compartilhado entre os dois.
Preciso usar o LABORLIS 27?
O LaborMID foi desenhado para entregar o resultado normalizado ao LABORLIS 27, que já está preparado para consumi-lo; a ligação é habilitada na implantação. Se o seu laboratório usa outro LIS, a conversa começa pelo diagnóstico do parque: fale com o time.
Como funciona a prova técnica antes de contratar o parque inteiro?
Depois do diagnóstico e da proposta, um ou dois equipamentos são conectados em ambiente real e a comunicação é validada nos dois sentidos: a lista de trabalho chegando ao aparelho e o resultado voltando ao LIS. Só então a implantação se estende ao restante do parque, com suporte intensivo nos primeiros dias e treinamento por perfil.

Próximo passo

Vamos mapear o seu parque analítico e ligar tudo ao LIS.

Uma conversa com o time percorre os seus equipamentos, os protocolos de cada um e o caminho do resultado até o LABORLIS 27. Com uma prova técnica em um ou dois aparelhos antes de estender ao parque.

DiagnósticoMapeamos equipamentos, protocolos e necessidades do seu laboratório, sem compromisso.
PropostaProtocolos, integrações e investimento detalhados, com cronograma.
Prova técnicaConectividade com um ou dois equipamentos em ambiente real, validada nos dois sentidos.
Produção assistidaImplantação completa, suporte intensivo nos primeiros dias e treinamento por perfil de usuário.