Ocean Core · Lumina · Estação de leitura

A estação de leitura que abre o exame a partir do laudo e avisa o que pode enganar.

Um clique no laudo e o exame já está aberto, com a tela montada do jeito certo para aquele tipo de exame. A fila do RIS ou da telerradiologia aparece dentro da estação. Se uma série chegou pela metade, a estação escreve isso sobre a imagem. Roda em Windows, macOS e Linux, sem licença por assento, e a TI configura o serviço inteiro uma vez.

lumina workstation › RM de crânio › protocolo de tela aplicado
Janela principal da Lumina Workstation com o explorador de séries à esquerda, a ficha do estudo e o visualizador em 2x2 montado pelo protocolo de tela: T1, T2 FLAIR, T2 e difusão de uma RM de crânio de paciente fictício
  • 3sistemas: Windows, macOS e Linux, com o mesmo produto
  • 18protocolos de tela prontos
  • Zerolicença por assento, por máquina ou por médico
  • 8medições clínicas que fazem a conta pelo radiologista

O dia de hoje na sala de laudo

Todo visualizador abre imagem. O que custa tempo e risco acontece antes e depois.

O radiologista troca de exame setenta vezes por dia. Em cada troca ele procura o paciente, monta a tela, confere, mede e devolve. É nessas setenta trocas que um visualizador comum perde minutos, e às vezes um achado.

Procurar o paciente setenta vezes por diaNome, homônimo, número de acesso, data. Cada busca manual custa tempo e é uma chance de abrir o exame errado.
Laudar 7 cortes achando que são 30O visualizador comum mostra o que chegou e nada mais. Uma série pela metade parece uma série inteira.
A lateralidade errada na mamaA série entra na janela errada e ninguém avisa. É o erro que passa despercebido em mama e em membro.
O link ruim do plantãoO exame demora a chegar, o download cai, e o que você desenhou some quando a janela fecha.
Licença por máquinaCada radiologista novo vira uma negociação. Um parque com Windows e Mac vira dois produtos e dois contratos.
Cada estação com a sua configuraçãoO endereço do PACS digitado quarenta vezes. O protocolo de tela de um médico não é o do outro. O padrão de leitura do serviço evapora.

Antes, durante e depois do laudo

O exame abre a partir do laudo. Não o contrário.

Seis passos, da primeira conexão à medida devolvida ao exame. Em cada um, quem faz, o que a estação faz e o que nasce ali, porque é isso que o passo seguinte usa.

ANTES · 01ConectarTI ou o próprio radiologista · uma vez por estação

Um arquivo baixado do próprio RIS ou da tele, assinado pela Ocean, liga a estação à sua operação: onde está a fila, como entrar e de onde vêm as imagens. Arquivo alterado é recusado.

nascea operação na estação, com a senha guardada no cofre do sistema e a sessão que se renova sozinha
ANTES · 02A fila dentro da estaçãoRadiologista · Buscar exames

A sua fila aparece ao lado do disco e do PACS, com os mesmos filtros do RIS: Meus ou Todos, A laudar ou Laudados, Urgentes. A cada cinco minutos a estação baixa em silêncio o que ainda não está no disco.

nascea lista de trabalho, com a marca Local no que já abre na hora
ANTES · 03Abrir pelo laudoRadiologista · no produto Ocean

O botão Lumina Workstation no laudo abre o exame com um clique. Nenhuma senha e nenhum dado de paciente viaja no link. Se a sessão venceu, a estação pede a senha e a abertura continua sozinha.

nasceo exame aberto, sem digitar nome nem escolher homônimo
DURANTE · 04Tela montadaA estação · protocolo de tela

A estação reconhece o tipo de exame e monta a tela: qual série em qual janela, com que contraste, com ou sem o anterior ao lado. Se a lateralidade da série não bate com a janela, ela escreve isso sobre a imagem.

nascea tela do jeito certo para aquele exame, igual em todas as estações do serviço
DURANTE · 05Comparar e medirRadiologista

O exame anterior está numa faixa do explorador, com Abrir e Comparar. As medições clínicas fazem a conta e mostram a faixa de referência ao lado do número. O que você desenhou é guardado e volta quando o exame reabre.

nasceas medições do exame, com a identidade de cada lesão e a comparação com o anterior
DEPOIS · 06Devolver ao exameA estação → PACS e RIS

As medições viram um documento dentro do próprio exame, que segue ao PACS se você quiser. Também saem para planilha ou como texto pronto para colar no laudo.

nasceo número estruturado que o RIS lê, sem redigitação

→ Role para o lado para percorrer os seis passos.

Diferenciais, com a tela que prova

Nove argumentos. Cada um com a tela da estação que o sustenta.

Nada aqui é slide. Cada tela abaixo é a Lumina Workstation rodando sobre um acervo de demonstração, sem paciente real. Clique para ampliar.

Integração ao laudo

Um clique no laudo, e o exame já está aberto

Trocar de exame acontece setenta vezes por dia. Com a estação ligada ao RIS ou à central de laudos, o botão no laudo abre o exame certo, sem digitar nome e sem escolher entre homônimos. Se o exame já está no disco, abre na hora. Se não, a estação baixa do arquivo de imagens da operação.

  • A fila do RIS ou da tele aparece dentro da estação, com os mesmos filtros: Meus ou Todos, A laudar ou Laudados, Urgentes
  • Um só vocabulário de status, venha o exame do RIS ou da telerradiologia. Quem lauda para duas clínicas vê as duas filas
  • A senha fica no cofre do sistema e nunca viaja no link. A sessão se renova sozinha

“O exame abre a partir do laudo. Não o contrário.”

buscar exames › arquivo: operação › todos × todos os status
Janela Buscar exames com uma operação Ocean como fonte: filtros de período, escopo Todos, Todos os status, chip Urgentes e as colunas Local, Lido, Paciente, Modalidade, Séries, Imagens e Status, com 200 exames listados e os dados de paciente pixelados

A prova Aqui a fila do RIS aparece dentro da estação: quem é o paciente, o que já está no disco e em que status está o laudo.

Exame completo

Você nunca lauda uma série pela metade sem saber

Em telerradiologia e em link instável, o erro mais silencioso é laudar uma série que chegou pela metade. A estação compara o que chegou com o que a origem declarou. Se faltam imagens, a lista mostra a contagem em cor de alerta, e a própria imagem recebe o aviso “série incompleta: 7 de 30 imagens”, em vermelho.

  • Contagem de imagens por série, na lista e sobre a imagem
  • A reconstrução feita com série parcial diz isso e oferece refazer quando a série completar
  • O que está no disco é conferido antes de abrir: contagem certa e arquivo íntegro

“É a diferença entre laudar 7 cortes achando que são 30 e ser avisado na tela.”

visualizador › camada de informação
Recorte de uma vista da RM de crânio com a camada de informação completa: paciente fictício, instituição de demonstração, número de acesso, quadro 20 de 176, série 12, espessura 1 mm, localização do corte e escala

A prova Aqui a estação escreve sobre a imagem qual é o quadro (20 de 176) e qual é a série. Se o download vier pela metade, no mesmo lugar aparece “série incompleta”, em vermelho.

Protocolos de tela

A tela se monta sozinha antes de você olhar

Uma série na janela errada por lateralidade é o erro que passa despercebido em mama e em membro. A estação reconhece o tipo de exame, decide qual série vai em qual janela, aplica o contraste certo e pede o exame anterior quando o protocolo manda. Lê lateralidade e incidência para decidir a posição, espelha a parede torácica na mamografia e avisa quando a série contradiz a janela.

  • 18 protocolos prontos: radiografia de tórax; tomografia de crânio, tórax e abdome, com e sem comparação; ressonância de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia, com comparação e com tomossíntese; PET-CT
  • O protocolo pode ser seu, da estação ou do serviço inteiro. O que o serviço publica vale em todas as estações
  • Fixar um protocolo, escolher outro ou salvar a sua organização atual como protocolo, com um clique

“A tela se monta sozinha, do jeito certo para aquele exame, em todas as estações do serviço.”

barra › protocolo › aplicado: RM encéfalo
Menu Protocolo aberto sobre a RM de crânio em 2x2, mostrando o protocolo aplicado RM Encéfalo T1/T2/FLAIR/DWI, a opção Sempre usar este protocolo para exames semelhantes e Salvar organização atual como protocolo

A prova Aqui o radiologista vê qual protocolo montou a tela, pode fixá-lo para exames semelhantes ou salvar a organização atual como protocolo.

Arquivo local

O plantão começa com a fila já no disco

Plantão com link ruim, consultório com internet compartilhada, notebook que sai do prédio. A estação guarda até 50 GB de exames no disco e limpa sozinha o que não é mais usado. Com a fila do RIS ou da tele como fonte, a cada cinco minutos ela baixa em silêncio o que ainda não está no disco. Quando você senta, o exame abre na hora.

  • A marca Local na linha diz que o exame abre na hora. A marca Lido diz quando você o abriu
  • Baixar sem abrir prepara a lista da manhã. Gerenciar espaço mostra o consumo e remove o que não é usado há 30 dias
  • O índice de pacientes guardado no disco fica cifrado, com a chave no cofre do sistema

“A fila da manhã já está no disco quando você senta.”

buscar exames › arquivo: local (este computador)
Buscar exames com a fonte Local, busca por DEMO, um estudo listado com a marca Local e o indicador Lido, e o rodapé mostrando 29,5 GB usados

A prova Aqui a lista mostra o exame já no disco, a marca Lido e, no rodapé, quanto espaço o arquivo local ocupa.

Plataforma

Windows, macOS e Linux. Nenhuma licença por assento.

Serviço com parque misto, ou que não quer negociar licença a cada radiologista novo. A estação instala em minutos em Windows, macOS e Linux, sem nada a instalar antes, e a TI distribui para o parque inteiro de uma vez. Não há contagem de assentos, de máquinas nem de médicos.

  • Um só produto no parque misto, com a mesma interface, os mesmos protocolos de tela e os mesmos atalhos
  • Radiologista novo instala e lê. Não é uma negociação de licença
  • Os visualizadores de estação mais conhecidos são exclusivos de um sistema e cobram por máquina ou por assento

“Instala onde o radiologista está. Não cobra por quem lauda.”

macOS · apple silicon › visualizador 3D › volume rendering
Lumina Workstation no macOS com a TC de tórax em três planos à esquerda e a reconstrução 3D à direita, com a barra do 3D: Volume, Orto, Cortar, Bisturi e Cortes

A prova Aqui a estação roda num Mac, com a reconstrução 3D ativa. No Windows e no Linux, o mesmo produto e os mesmos recursos.

Medições

A estação faz a conta que o laudo pede

Medir é a parte do laudo que mais dá retrabalho. Além das 14 ferramentas de medida (distância, ângulos, Cobb, áreas, contorno livre), a estação tem medições clínicas que já reportam o que o laudo pede e mostram a faixa de referência ao lado do número: índice cardiotorácico, Insall-Salvati, ângulo femorotibial, eixo mecânico, distância TA-GT, escanometria, desvio de linha média e volume elipsoide. Tem marcação de coluna, escore de cálcio de Agatston com percentil, curva tempo-intensidade para ressonância de mama e seguimento de lesão com soma de diâmetros e comparação com o anterior.

  • A medida vira documento dentro do próprio exame, e o número chega ao RIS sem redigitação. Também sai para planilha ou como texto para colar no laudo
  • O que você desenhou é guardado e volta quando o exame reabre. Fechar sem querer não apaga nada
  • A tabela de medições reúne o exame inteiro e avisa quando uma medida está sem calibração ou um linfonodo está sem eixo curto

“A estação faz a conta, guarda o número e entrega no formato que o RIS lê.”

medida › índice cardiotorácico
Radiografia de tórax com a medição clínica de índice cardiotorácico: duas linhas verdes, a cardíaca e a torácica, e a etiqueta ICT: 0,38 (ref. < 0,50)

A prova Aqui o radiologista traça as duas linhas e a estação escreve “ICT: 0,38 (ref. < 0,50)” ao lado. Nenhuma conta à mão.

Privacidade

Compartilhe o caso. O paciente fica protegido.

LGPD é pergunta de toda licitação e de todo comitê de ética. Na estação, a resposta se confere na tela. Ao exportar ou enviar um exame, você pode remover a identidade do paciente pelo padrão DICOM, mantendo as anotações. As senhas ficam no cofre do sistema. A conversa com os serviços Ocean é cifrada, e a conexão com o PACS pode ser, com certificado dos dois lados, quando a TI exigir.

  • Antes de exportar, um resumo do que será removido e um aviso nominal das séries com texto gravado na imagem
  • “De-identificar antes de enviar” nunca fica marcado de uma sessão para a outra. Cada envio é uma decisão
  • Os registros de suporte não trazem nome nem número de paciente. Para a Ocean, uma estação ativada só manda um sinal de vida: versão, sistema e há quanto tempo está aberta. Nunca paciente, exame, médico ou usuário

“Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente.”

exportar › opções › de-identificar
Janela Opções de exportação de imagem sobre a janela Exportar DICOM, com a opção De-identificar (remover identidade do paciente, LGPD) marcada e Incluir DICOMDIR

A prova Aqui, na exportação, a caixa “De-identificar (remover identidade do paciente, LGPD)”.

Governança de parque

Um padrão de leitura para todo o serviço, publicado uma vez

O valor de um padrão de leitura evapora se cada estação tem a sua configuração. Aqui a TI publica uma vez: os endereços do PACS, os protocolos de tela e as impressoras aparecem em todas as estações, marcados como institucionais, sem que ninguém os altere por engano. A ativação põe cada instalação no inventário da Ocean e permite revogá-la se a máquina sumir. Quando sai versão nova, a estação avisa e oferece o instalador.

  • 10 perfis de barra por especialidade: um seletor troca as barras visíveis e as funções do mouse de uma vez
  • Cerca de 85 atalhos que o radiologista pode trocar, com filtro por nome da ação
  • Calibração por monitor: o “tamanho real” na tela é real

“Configura uma vez, vale para o parque.”

barra › perfil de barra de ferramentas
Seletor de perfil de barra aberto sobre a RM de crânio, listando os perfis de fábrica: Radiologia geral, Neuro, MSK / Ortopedia, Cardio, Mama, Abdome, Tórax, Medicina nuclear / PET, Emergência e Mínimo

A prova Aqui o radiologista escolhe o perfil da sua especialidade e a barra inteira muda: Neuro, Mama, MSK, Cardio, Emergência.

Redução de risco que dá para ver

A estação avisa em vez de silenciar.

Onde a ferramenta pode enganar, ela diz. Em português, sobre a imagem ou ao lado do número. É o que o radiologista experiente confere de cabeça e o residente ainda não. Para o gestor, é risco clínico evitado, e dá para demonstrar na tela.

anteriores › comparar
Radiografia atual e exame anterior lado a lado, com um aviso em laranja de pareamento aproximado sobre a imagem do anterior, pedindo para conferir a série

Na tela O anterior casado por aproximação recebe um aviso em laranja sobre a própria imagem, pedindo para conferir a série. Ninguém compara o exame errado sem saber.

protocolo › célula sem série
Protocolo de tela aplicado a um RX com a incidência frontal à esquerda e a janela da direita vazia com a mensagem Nenhuma série corresponde a lateral

Na tela A janela do protocolo sem série diz o que esperava: “Nenhuma série corresponde a ‘lateral’”. Nada é preenchido às cegas.

Laudar o lado errado em mama ou membro“A lateralidade da série contradiz esta janela”
Comparar cortes que não são o mesmo nível anatômico“Alinhado por número de imagem (relativo) — não é uma correspondência anatômica”
Tomar por anterior um exame casado por aproximação“Pareamento aproximado — confira a série”
Comparar com o exame de outro paciente“Estudos anteriores ocultos: este estudo não tem nome de paciente para confirmar a identidade”
Concluir que não há anterior quando um arquivo só não respondeu“Sem resposta de: …”. “Não sei” é diferente de “não existe”
Reportar um ângulo de Cobb ambíguo, acima de 80°“82,4° (!) ou 97,6° — meça à mão”
Somar uma medida em pixel a medidas em milímetroSai em pixel, fica fora da soma de diâmetros, com aviso
Avaliar resposta com um linfonodo sem eixo curto“N linfonodo(s) sem eixo curto registrado”
Reportar percentil de cálcio sem a etnia escolhida“não selecionado - o laudo omite o percentil”
Classificar uma curva de contraste fora da mama“Curva sem classificação: o léxico não se aplica a outras regiões”
Medir sobre imagem comprimida com perda ou com geometria inconsistenteIndicador sobre a própria imagem

“A estação calcula, mede e realça. Ela não lauda por você, e diz onde o número é apoio.”

Para quem

Cada pessoa do serviço ganha algo diferente. Escolha o seu papel.

Radiologista que lauda em produto Ocean

“Quantas vezes por dia você digita o nome do paciente para abrir o exame?”

  1. O exame abre a partir do laudo. Um clique, sem procurar paciente.
  2. A tela se monta sozinha para aquele tipo de exame, e avisa quando algo não bate.
  3. O exame anterior está a um clique, com Abrir e Comparar.
  4. Cada medição sabe o que reporta, e o número chega ao RIS sem redigitação.
  5. O que você desenhou não se perde: volta quando o exame reabre.

Inventário de funcionalidades

Doze grupos de funcionalidades. Uma estação.

O resumo do que a estação faz, agrupado como o radiologista usa. Todo atalho de fábrica pode ser trocado nas preferências.

01Abrir e importarArquivo ou pasta, CD/DVD, arrastar e soltar, inclusive pastas compactadas com senha e links do navegador. Arquivos sem extensão são reconhecidos pelo conteúdo.
02Buscar exames e arquivo localUma só janela para o disco, o PACS e a fila do RIS ou da tele. Filtros, visões salvas, marcas Local e Lido. Até 50 GB de exames no disco, com limpeza automática.
03Exame anteriorA faixa ANTERIORES com Abrir e Comparar. A busca pergunta a todos os arquivos e diz quem respondeu e quem não. O número do paciente nunca decide sozinho: o nome precisa bater.
04VisualizarJanelas de contraste prontas e suas, inversão, realce de contraste local, telas de 1x1 a 2x4, mira, lupa, zoom em tamanho real, cine.
05Comparar e sincronizarRolar uma série e as outras acompanham. Atual e anterior lado a lado, alinhados pela posição real ou por número de imagem, com aviso. Fusão e subtração entre séries.
06Medidas e anotações14 ferramentas de medida, 8 medições clínicas, estatística de área, marcação de coluna, seguimento de lesão, escore de cálcio, curva tempo-intensidade e a tabela do exame inteiro, gravada no exame ou exportada para planilha.
07Reconstruções e 3DTrês planos, projeções de intensidade por plano, reconstrução curva por traçado ou por linha central, panorâmica costurada a partir de várias exposições, volume 3D com bisturi e rotação 360° gravada como série.
08MamografiaTela dedicada com comparação e tomossíntese, marcadores de CAD gravados no estudo, realce de mama, leitura 1:1 por quadrante com indicador de cobertura, fundo fixo, ressonância de mama com curva de contraste.
09Visualizadores específicosLaudo estruturado com link para as imagens, eletrocardiograma com medidas, áudio, radioterapia com estruturas e dose, PDF e vídeo dentro do exame, e conversão de fotos, vídeos e PDF para o padrão DICOM.
10Exportar, enviar, imprimirPara pasta, em DICOM ou em imagem comum; com ou sem a identidade do paciente; cine em vídeo; imagem de CD/DVD; envio ao PACS; impressora do sistema ou impressora DICOM.
11ConectividadeFala com qualquer PACS no padrão DICOM, clássico ou web. Conexão cifrada e login único quando a TI exigir. O botão no laudo, no portal ou no prontuário abre o exame com um clique.
12Dados e idiomasTodos os objetos DICOM de rotina, inclusive os multiquadro, os estruturados e os de radioterapia. Imagens comprimidas nos formatos usuais do padrão. Interface em português, inglês e espanhol.

No ecossistema Ocean

O visualizador nativo dos produtos Ocean. E fala com qualquer PACS no padrão DICOM.

A estação se liga ao RIS e à central de laudos por um arquivo de operação, e a qualquer arquivo de imagens no padrão DICOM, o mesmo que o seu PACS já fala. Sem nenhuma operação configurada, ela funciona inteira.

Implantação e governança

Instala uma vez por estação. Configura uma vez para o parque.

Instala em minutos em Windows, macOS e Linux, sem nada a instalar antes. A TI distribui para o parque inteiro de uma vez, em silêncio, pela ferramenta de distribuição que já usa. Os instaladores de Windows e macOS são assinados.

Configura uma vez, vale para o parque. O que o serviço decide (endereços do PACS, protocolos de tela, impressoras) é publicado numa pasta de rede e aparece em todas as estações. O que cada radiologista ajusta fica na estação dele.

  • Publicar um arquivo novo na pasta de rede basta para chegar a todas as estações
  • O que vem do serviço é somente leitura. Ninguém troca o endereço do PACS por engano
  • A ativação com código registra cada instalação no inventário da Ocean e permite revogá-la. Não é barreira: uma estação não ativada lê exatamente igual
  • Quando há versão nova, a estação avisa e traz o instalador
  • Na rede, as portas do PACS e a saída cifrada para os serviços Ocean. O detalhe está na ficha técnica
  • Registros de suporte sem identificação de paciente. Lista de componentes publicada a cada versão, com varredura semanal

Segurança e privacidade

  • Conexões: a conversa com os serviços Ocean e com o PACS web é cifrada. Com o PACS clássico, conexão cifrada com certificado dos dois lados quando a TI exigir.
  • Senhas: senhas e credenciais de acesso ficam cifradas, com a chave no cofre do sistema, e nunca aparecem nos registros.
  • Arquivo de operação: assinado pela Ocean e cifrado. A estação recusa arquivo alterado, montado ou de chave revogada.
  • Sessão: renova sozinha, mas pede a senha de novo a cada 7 dias. Usuário desligado no RIS perde o acesso na estação na próxima renovação.
  • Dados: identidade do paciente removida na exportação e no envio, pelo padrão DICOM. Registros de suporte sem nome nem número de paciente. Índice do arquivo local cifrado.
  • Links: o botão no laudo só abre o que já está configurado. Um link nunca leva uma credencial guardada para outro endereço, e ativar por link sempre pergunta antes.

A Lumina Workstation em números

O que o serviço ganha, em números que dá para conferir.

Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para quem lauda.

3sistemas operacionaisWindows, macOS e Linux com o mesmo produto, os mesmos protocolos de tela e os mesmos atalhos.
0licença por assentoNem por máquina, nem por médico. Radiologista novo instala e lê.
18protocolos de tela prontosA tela se monta sozinha para o tipo de exame, igual em todas as estações do serviço.
8medições clínicas que fazem a contaÍndice cardiotorácico, Insall-Salvati, eixo mecânico, escanometria: a estação calcula e mostra a referência ao lado.
14ferramentas de medidaDistância, ângulos, Cobb, áreas e contorno livre, com estatística, e tudo gravado no exame.
5minaté a fila estar no discoCom a fila do RIS como fonte, a estação refaz a busca e baixa em silêncio o que ainda falta.
50GBde exames à mão, mesmo sem redeA fila da manhã já no disco, com limpeza automática do que não é usado.
3idiomasPortuguês, inglês e espanhol, na mesma instalação.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
Versão de referência1.0.1
Sistemas operacionaisWindows, macOS e Linux, em x86-64 e aarch64 (Apple Silicon incluído)
InstaladoresMSI assinado (Azure Trusted Signing), com instalação silenciosa para GPO, SCCM e Intune · PKG assinado com Developer ID e notarizado · DEB e RPM · runtime Java embutido, nada a instalar
IdiomasPortuguês (Brasil), English, Español
LicençaPermissiva (EPL 2.0 ou Apache 2.0) · sem licença por assento, por máquina ou por médico
Protocolos de tela de fábrica18: tórax CR; TC de crânio, tórax e abdome com variantes de comparação; RM de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia CC/MLO, comparação, digitalizada e tomossíntese; PET-CT
Perfis de barra de fábrica10: Radiologia geral, Neuro, MSK / Ortopedia, Cardio, Mama, Abdome, Tórax, Medicina nuclear / PET, Emergência, Mínimo
AtalhosCerca de 85 ações remapeáveis, com filtro por nome
Medidas14 geométricas · 8 medições clínicas nomeadas · marcação de coluna · escore de cálcio de Agatston com percentil MESA · curva tempo-intensidade · seguimento de lesão
Saída das mediçõesDICOM SR (TID 1500) no estudo, com envio opcional · CSV · Presentation State · texto para o laudo · autosave local das anotações
ConectividadeDIMSE: C-FIND, C-MOVE, C-GET, C-STORE, C-ECHO · DICOMweb: QIDO-RS, WADO-RS, STOW-RS, e WADO-URI para legados · TLS mútuo por nó DIMSE (1.2 e 1.3, sem cifra nula nem 3DES) · HTTPS e OAuth 2.0 / OpenID Connect no DICOMweb · esquema lumina:// com allowlist de comandos e hosts
RedePortas do PACS para DIMSE; HTTPS para DICOMweb e para os serviços Ocean · C-MOVE exige porta de entrada na estação (11113 de fábrica); C-GET e WADO-RS não · timeouts de fábrica: 10 s de conexão, 15 s de associação, dimensionados para WAN
CodecsJPEG (baseline, extended, lossless), JPEG-LS, JPEG 2000, JPEG XL, RLE, Deflated
Arquivo local50 GB de fábrica (configurável) · remoção LRU dos menos usados · piso de disco livre · índice cifrado com chave no cofre do sistema (Keychain, DPAPI, Secret Service)
Lista de trabalhoPáginas de 50, até 200 exames por consulta, últimos 7 dias sem data inicial · pré-busca da fila a cada 5 minutos
Arquivo de operação (.ows)Assinado (Ed25519) e cifrado (AES-GCM), versionado, com revogação de chaves · não carrega senha de usuário · token de acesso ao arquivo DICOM só no cofre do sistema
Sessão de operaçãoRenovação automática · senha exigida a cada 7 dias, por operação · usuário revogado no produto de origem perde a credencial guardada
PrivacidadeDe-identificação pelo perfil básico do DICOM PS3.15 na exportação e no envio, com UIDs consistentes · logs com HMAC por instalação, sem identificação de paciente · telemetria só de estação ativada, sem dado de paciente, com contrato fechado no servidor
ConfiguraçãoCerca de 98 chaves documentadas, em quatro camadas (usuário › propriedade de lançamento › arquivo da instalação › padrão) · distribuição institucional por diretório de rede ou pacote de recursos
Sinal de vida (estação ativada)5 minutos após abrir e a cada 30 minutos · sem dado de paciente
3DOpenGL 3.3 ou superior; desativado com explicação em sessão remota (RDP/Citrix)
Qualidade3.010 testes automatizados em 366 classes (build de 4 de setembro de 2026) · SBOM CycloneDX por release · varredura semanal de dependências
RegulatórioProduto com registro na ANVISA

Versão de referência 1.0.1; capturas de 5 de setembro de 2026 no macOS. Acervo de demonstração de-identificado, com pacientes fictícios “DEMO” e a instituição “Clinica Demo Ocean”; nas telas em que o ambiente de testes da Ocean aparece, nomes, identificadores e endereços foram pixelados. Nenhum paciente real aparece em qualquer imagem.

Perguntas frequentes

O que o serviço pergunta antes de decidir.

Funciona sem produto Ocean, só com o PACS que eu já tenho?
Sim. A estação fala com qualquer PACS no padrão DICOM. A TI cadastra o endereço do PACS nas preferências e aperta Testar conexão. Buscar exames, exame anterior, protocolos de tela, medições e arquivo local funcionam sem nenhuma operação configurada. A ligação com o RIS ou com a tele é o que acrescenta a fila do laudo e a abertura por um clique.
O que é o arquivo de operação? Ele carrega a minha senha?
É o arquivo que liga a estação a uma operação, um RIS ou uma central de laudos: onde está a fila, como entrar e de onde vêm as imagens. É assinado pela Ocean e cifrado, e a estação recusa qualquer arquivo alterado ou de chave revogada. Não carrega a senha do usuário: quem entra é o radiologista, com o usuário e a senha do produto Ocean. Se o arquivo traz a credencial de acesso às imagens, a estação oferece apagá-lo depois de importar, e a credencial vai para o cofre do sistema. O arquivo se baixa no próprio RIS ou na tele, e a importação é sempre pelo botão Importar arquivo.
Preciso instalar alguma coisa antes, ou visitar cada estação?
Não. O instalador traz tudo o que a estação precisa e aceita instalação silenciosa pela ferramenta de distribuição que a TI já usa. Endereços do PACS, protocolos de tela e impressoras podem ser publicados numa pasta de rede e aparecem em todas as estações. A ativação por código registra cada instalação no inventário da Ocean, e a estação avisa quando há versão nova.
Como funciona a licença?
Não há contagem de assentos, de máquinas nem de médicos: um radiologista novo instala e lê. A ativação é inventário e revogação, não barreira; uma estação não ativada lê exatamente igual a uma ativada. Os termos da licença estão na ficha técnica.
Dá para ler no plantão com internet ruim?
Sim. A estação guarda os exames no disco, até 50 GB de fábrica, e limpa sozinha o que não é mais usado. Com a fila do RIS ou da tele como fonte, a cada cinco minutos ela baixa em silêncio o que ainda não está no disco; Baixar prepara a lista sem abrir. Se uma série chegar pela metade, a estação escreve isso sobre a imagem.
As medições chegam ao RIS?
Sim. A medida vira um documento dentro do próprio exame, no padrão DICOM, e segue ao PACS se você mandar. O RIS lê o número sem redigitação. As medições também saem para planilha e como texto para colar no laudo. O que você desenhou é guardado e volta quando o exame reabre nesta estação.

Próximo passo

Veja a Lumina Workstation com os exames do seu serviço.

Uma demonstração de 45 minutos percorre o antes, o durante e o depois do laudo, com acervo de demonstração ou com os seus exames, se preferir.

Diagnóstico do parqueSistemas, monitores, PACS e produto Ocean em uso. O que a TI precisa preparar antes da instalação.
Demonstração guiadaDo arquivo de operação à medida devolvida ao exame, na estação, com as perguntas do seu time.
Piloto em estações escolhidasProtocolos de tela e perfis de barra ajustados com os radiologistas líderes, e publicados para o serviço inteiro.
Parque inteiroInstalação silenciosa, ativação com código e inventário central. Um padrão de leitura para todo o serviço.