Um arquivo baixado do próprio RIS ou da tele, assinado pela Ocean, liga a estação à sua operação: onde está a fila, como entrar e de onde vêm as imagens. Arquivo alterado é recusado.
Ocean Core · Lumina · Estação de leitura
A estação de leitura que abre o exame a partir do laudo e avisa o que pode enganar.
Um clique no laudo e o exame já está aberto, com a tela montada do jeito certo para aquele tipo de exame. A fila do RIS ou da telerradiologia aparece dentro da estação. Se uma série chegou pela metade, a estação escreve isso sobre a imagem. Roda em Windows, macOS e Linux, sem licença por assento, e a TI configura o serviço inteiro uma vez.
- 3sistemas: Windows, macOS e Linux, com o mesmo produto
- 18protocolos de tela prontos
- Zerolicença por assento, por máquina ou por médico
- 8medições clínicas que fazem a conta pelo radiologista
O dia de hoje na sala de laudo
Todo visualizador abre imagem. O que custa tempo e risco acontece antes e depois.
O radiologista troca de exame setenta vezes por dia. Em cada troca ele procura o paciente, monta a tela, confere, mede e devolve. É nessas setenta trocas que um visualizador comum perde minutos, e às vezes um achado.
Antes, durante e depois do laudo
O exame abre a partir do laudo. Não o contrário.
Seis passos, da primeira conexão à medida devolvida ao exame. Em cada um, quem faz, o que a estação faz e o que nasce ali, porque é isso que o passo seguinte usa.
A sua fila aparece ao lado do disco e do PACS, com os mesmos filtros do RIS: Meus ou Todos, A laudar ou Laudados, Urgentes. A cada cinco minutos a estação baixa em silêncio o que ainda não está no disco.
O botão Lumina Workstation no laudo abre o exame com um clique. Nenhuma senha e nenhum dado de paciente viaja no link. Se a sessão venceu, a estação pede a senha e a abertura continua sozinha.
A estação reconhece o tipo de exame e monta a tela: qual série em qual janela, com que contraste, com ou sem o anterior ao lado. Se a lateralidade da série não bate com a janela, ela escreve isso sobre a imagem.
O exame anterior está numa faixa do explorador, com Abrir e Comparar. As medições clínicas fazem a conta e mostram a faixa de referência ao lado do número. O que você desenhou é guardado e volta quando o exame reabre.
As medições viram um documento dentro do próprio exame, que segue ao PACS se você quiser. Também saem para planilha ou como texto pronto para colar no laudo.
→ Role para o lado para percorrer os seis passos.
Diferenciais, com a tela que prova
Nove argumentos. Cada um com a tela da estação que o sustenta.
Nada aqui é slide. Cada tela abaixo é a Lumina Workstation rodando sobre um acervo de demonstração, sem paciente real. Clique para ampliar.
Um clique no laudo, e o exame já está aberto
Trocar de exame acontece setenta vezes por dia. Com a estação ligada ao RIS ou à central de laudos, o botão no laudo abre o exame certo, sem digitar nome e sem escolher entre homônimos. Se o exame já está no disco, abre na hora. Se não, a estação baixa do arquivo de imagens da operação.
- A fila do RIS ou da tele aparece dentro da estação, com os mesmos filtros: Meus ou Todos, A laudar ou Laudados, Urgentes
- Um só vocabulário de status, venha o exame do RIS ou da telerradiologia. Quem lauda para duas clínicas vê as duas filas
- A senha fica no cofre do sistema e nunca viaja no link. A sessão se renova sozinha
“O exame abre a partir do laudo. Não o contrário.”

A prova Aqui a fila do RIS aparece dentro da estação: quem é o paciente, o que já está no disco e em que status está o laudo.



Você nunca lauda uma série pela metade sem saber
Em telerradiologia e em link instável, o erro mais silencioso é laudar uma série que chegou pela metade. A estação compara o que chegou com o que a origem declarou. Se faltam imagens, a lista mostra a contagem em cor de alerta, e a própria imagem recebe o aviso “série incompleta: 7 de 30 imagens”, em vermelho.
- Contagem de imagens por série, na lista e sobre a imagem
- A reconstrução feita com série parcial diz isso e oferece refazer quando a série completar
- O que está no disco é conferido antes de abrir: contagem certa e arquivo íntegro
“É a diferença entre laudar 7 cortes achando que são 30 e ser avisado na tela.”

A prova Aqui a estação escreve sobre a imagem qual é o quadro (20 de 176) e qual é a série. Se o download vier pela metade, no mesmo lugar aparece “série incompleta”, em vermelho.
A tela se monta sozinha antes de você olhar
Uma série na janela errada por lateralidade é o erro que passa despercebido em mama e em membro. A estação reconhece o tipo de exame, decide qual série vai em qual janela, aplica o contraste certo e pede o exame anterior quando o protocolo manda. Lê lateralidade e incidência para decidir a posição, espelha a parede torácica na mamografia e avisa quando a série contradiz a janela.
- 18 protocolos prontos: radiografia de tórax; tomografia de crânio, tórax e abdome, com e sem comparação; ressonância de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia, com comparação e com tomossíntese; PET-CT
- O protocolo pode ser seu, da estação ou do serviço inteiro. O que o serviço publica vale em todas as estações
- Fixar um protocolo, escolher outro ou salvar a sua organização atual como protocolo, com um clique
“A tela se monta sozinha, do jeito certo para aquele exame, em todas as estações do serviço.”

A prova Aqui o radiologista vê qual protocolo montou a tela, pode fixá-lo para exames semelhantes ou salvar a organização atual como protocolo.



O plantão começa com a fila já no disco
Plantão com link ruim, consultório com internet compartilhada, notebook que sai do prédio. A estação guarda até 50 GB de exames no disco e limpa sozinha o que não é mais usado. Com a fila do RIS ou da tele como fonte, a cada cinco minutos ela baixa em silêncio o que ainda não está no disco. Quando você senta, o exame abre na hora.
- A marca Local na linha diz que o exame abre na hora. A marca Lido diz quando você o abriu
- Baixar sem abrir prepara a lista da manhã. Gerenciar espaço mostra o consumo e remove o que não é usado há 30 dias
- O índice de pacientes guardado no disco fica cifrado, com a chave no cofre do sistema
“A fila da manhã já está no disco quando você senta.”

A prova Aqui a lista mostra o exame já no disco, a marca Lido e, no rodapé, quanto espaço o arquivo local ocupa.



Windows, macOS e Linux. Nenhuma licença por assento.
Serviço com parque misto, ou que não quer negociar licença a cada radiologista novo. A estação instala em minutos em Windows, macOS e Linux, sem nada a instalar antes, e a TI distribui para o parque inteiro de uma vez. Não há contagem de assentos, de máquinas nem de médicos.
- Um só produto no parque misto, com a mesma interface, os mesmos protocolos de tela e os mesmos atalhos
- Radiologista novo instala e lê. Não é uma negociação de licença
- Os visualizadores de estação mais conhecidos são exclusivos de um sistema e cobram por máquina ou por assento
“Instala onde o radiologista está. Não cobra por quem lauda.”

A prova Aqui a estação roda num Mac, com a reconstrução 3D ativa. No Windows e no Linux, o mesmo produto e os mesmos recursos.
A estação faz a conta que o laudo pede
Medir é a parte do laudo que mais dá retrabalho. Além das 14 ferramentas de medida (distância, ângulos, Cobb, áreas, contorno livre), a estação tem medições clínicas que já reportam o que o laudo pede e mostram a faixa de referência ao lado do número: índice cardiotorácico, Insall-Salvati, ângulo femorotibial, eixo mecânico, distância TA-GT, escanometria, desvio de linha média e volume elipsoide. Tem marcação de coluna, escore de cálcio de Agatston com percentil, curva tempo-intensidade para ressonância de mama e seguimento de lesão com soma de diâmetros e comparação com o anterior.
- A medida vira documento dentro do próprio exame, e o número chega ao RIS sem redigitação. Também sai para planilha ou como texto para colar no laudo
- O que você desenhou é guardado e volta quando o exame reabre. Fechar sem querer não apaga nada
- A tabela de medições reúne o exame inteiro e avisa quando uma medida está sem calibração ou um linfonodo está sem eixo curto
“A estação faz a conta, guarda o número e entrega no formato que o RIS lê.”

A prova Aqui o radiologista traça as duas linhas e a estação escreve “ICT: 0,38 (ref. < 0,50)” ao lado. Nenhuma conta à mão.






Compartilhe o caso. O paciente fica protegido.
LGPD é pergunta de toda licitação e de todo comitê de ética. Na estação, a resposta se confere na tela. Ao exportar ou enviar um exame, você pode remover a identidade do paciente pelo padrão DICOM, mantendo as anotações. As senhas ficam no cofre do sistema. A conversa com os serviços Ocean é cifrada, e a conexão com o PACS pode ser, com certificado dos dois lados, quando a TI exigir.
- Antes de exportar, um resumo do que será removido e um aviso nominal das séries com texto gravado na imagem
- “De-identificar antes de enviar” nunca fica marcado de uma sessão para a outra. Cada envio é uma decisão
- Os registros de suporte não trazem nome nem número de paciente. Para a Ocean, uma estação ativada só manda um sinal de vida: versão, sistema e há quanto tempo está aberta. Nunca paciente, exame, médico ou usuário
“Compartilhar um caso sem compartilhar o paciente.”

A prova Aqui, na exportação, a caixa “De-identificar (remover identidade do paciente, LGPD)”.



Um padrão de leitura para todo o serviço, publicado uma vez
O valor de um padrão de leitura evapora se cada estação tem a sua configuração. Aqui a TI publica uma vez: os endereços do PACS, os protocolos de tela e as impressoras aparecem em todas as estações, marcados como institucionais, sem que ninguém os altere por engano. A ativação põe cada instalação no inventário da Ocean e permite revogá-la se a máquina sumir. Quando sai versão nova, a estação avisa e oferece o instalador.
- 10 perfis de barra por especialidade: um seletor troca as barras visíveis e as funções do mouse de uma vez
- Cerca de 85 atalhos que o radiologista pode trocar, com filtro por nome da ação
- Calibração por monitor: o “tamanho real” na tela é real
“Configura uma vez, vale para o parque.”

A prova Aqui o radiologista escolhe o perfil da sua especialidade e a barra inteira muda: Neuro, Mama, MSK, Cardio, Emergência.



Redução de risco que dá para ver
A estação avisa em vez de silenciar.
Onde a ferramenta pode enganar, ela diz. Em português, sobre a imagem ou ao lado do número. É o que o radiologista experiente confere de cabeça e o residente ainda não. Para o gestor, é risco clínico evitado, e dá para demonstrar na tela.

Na tela O anterior casado por aproximação recebe um aviso em laranja sobre a própria imagem, pedindo para conferir a série. Ninguém compara o exame errado sem saber.

Na tela A janela do protocolo sem série diz o que esperava: “Nenhuma série corresponde a ‘lateral’”. Nada é preenchido às cegas.
| Laudar o lado errado em mama ou membro | “A lateralidade da série contradiz esta janela” |
|---|---|
| Comparar cortes que não são o mesmo nível anatômico | “Alinhado por número de imagem (relativo) — não é uma correspondência anatômica” |
| Tomar por anterior um exame casado por aproximação | “Pareamento aproximado — confira a série” |
| Comparar com o exame de outro paciente | “Estudos anteriores ocultos: este estudo não tem nome de paciente para confirmar a identidade” |
| Concluir que não há anterior quando um arquivo só não respondeu | “Sem resposta de: …”. “Não sei” é diferente de “não existe” |
| Reportar um ângulo de Cobb ambíguo, acima de 80° | “82,4° (!) ou 97,6° — meça à mão” |
| Somar uma medida em pixel a medidas em milímetro | Sai em pixel, fica fora da soma de diâmetros, com aviso |
| Avaliar resposta com um linfonodo sem eixo curto | “N linfonodo(s) sem eixo curto registrado” |
| Reportar percentil de cálcio sem a etnia escolhida | “não selecionado - o laudo omite o percentil” |
| Classificar uma curva de contraste fora da mama | “Curva sem classificação: o léxico não se aplica a outras regiões” |
| Medir sobre imagem comprimida com perda ou com geometria inconsistente | Indicador sobre a própria imagem |
“A estação calcula, mede e realça. Ela não lauda por você, e diz onde o número é apoio.”
Para quem
Cada pessoa do serviço ganha algo diferente. Escolha o seu papel.
Radiologista que lauda em produto Ocean
“Quantas vezes por dia você digita o nome do paciente para abrir o exame?”
- O exame abre a partir do laudo. Um clique, sem procurar paciente.
- A tela se monta sozinha para aquele tipo de exame, e avisa quando algo não bate.
- O exame anterior está a um clique, com Abrir e Comparar.
- Cada medição sabe o que reporta, e o número chega ao RIS sem redigitação.
- O que você desenhou não se perde: volta quando o exame reabre.
Plantonista e telerradiologista com link ruim
“Você sabe se o exame que está na tela chegou inteiro?”
- Você vê quantas imagens chegaram de quantas, na lista e sobre a imagem, em cor de alerta quando falta.
- “Série incompleta: 7 de 30 imagens” em vermelho, em vez de silêncio.
- A fila já está no disco: a cada cinco minutos, o que ainda falta baixa em silêncio.
- Fechar a janela não apaga o que você mediu.
- Urgentes destacados conforme o RIS ou a tele informam.
Subespecialista: mama, neuro, MSK, cardio, onco
“A sua estação mede o que o seu laudo pede, ou só dá uma régua?”
- Mama: leitura 1:1 por quadrante com indicador de cobertura, realce dedicado, marcadores de CAD gravados no estudo e tela dedicada para tomossíntese.
- MSK: Cobb com aviso acima de 80°, Insall-Salvati, eixo mecânico, distância TA-GT, escanometria e marcação de coluna com variantes anatômicas.
- Cardio: escore de cálcio de Agatston por território, com classificação de risco e percentil MESA.
- Onco: seguimento de lesão com identidade, soma de diâmetros das lesões alvo e comparação com o anterior.
- Neuro e ressonância de mama: desvio de linha média; curva tempo-intensidade com classificação persistente, platô e washout.
Residente e técnico
“A estação explica o que está fazendo?”
- Perfis de barra por especialidade: escolha um e as barras e o mouse mudam de uma vez.
- Avisos na tela, em português, onde a ferramenta poderia enganar.
- Cerca de 85 atalhos, todos editáveis, com filtro por nome da ação.
- Cinco minutos de configuração, em quatro passos: calibrar o monitor, escolher o perfil, decidir se guarda o que desenha, importar a operação.
- Interface em português, inglês e espanhol.
TI e engenharia clínica
“Instalar em 40 estações sem visitar 40 mesas?”
- Instala em minutos em Windows, macOS e Linux, sem nada a instalar antes. Você distribui para o parque inteiro de uma vez, em silêncio, pela ferramenta que já usa.
- Configura uma vez, vale para o parque: endereços do PACS, protocolos de tela e impressoras publicados numa pasta de rede aparecem em todas as estações, somente leitura.
- Teste de conexão que diz a causa em uma linha: nome que não resolve, porta fechada, identificação errada ou certificado.
- Fala com qualquer PACS no padrão DICOM, clássico ou web. Conexão cifrada e login único quando a TI exigir. Registros de suporte sem dado de paciente.
- Um arquivo assinado pela Ocean liga a estação à sua operação. Nenhuma senha de usuário viaja nele.
Gestor e diretor clínico
“Quanto custa o próximo radiologista em licença de estação?”
- Um padrão de leitura para toda a operação, publicado uma vez.
- Sem licença por assento, por máquina ou por médico.
- Inventário de todas as instalações, e revogação central se uma máquina sumir.
- Windows, macOS e Linux no mesmo parque, com o mesmo produto.
- Avisos na tela que reduzem risco clínico de forma demonstrável, não prometida.
Inventário de funcionalidades
Doze grupos de funcionalidades. Uma estação.
O resumo do que a estação faz, agrupado como o radiologista usa. Todo atalho de fábrica pode ser trocado nas preferências.






No ecossistema Ocean
O visualizador nativo dos produtos Ocean. E fala com qualquer PACS no padrão DICOM.
A estação se liga ao RIS e à central de laudos por um arquivo de operação, e a qualquer arquivo de imagens no padrão DICOM, o mesmo que o seu PACS já fala. Sem nenhuma operação configurada, ela funciona inteira.
Lumina PACS
Guarda o exame, responde ao Buscar exames e recebe de volta as medições gravadas no próprio exame.
Conhecer →Lumina Web
Para quem só precisa abrir a imagem do laudo sem instalar nada. A estação é o passo seguinte: protocolos de tela, arquivo local e medições clínicas.
Conhecer →PRORADIS 27
O botão Lumina Workstation no cockpit de laudo abre o exame com um clique. A fila do RIS aparece dentro da estação, com Meus, A laudar e Urgentes.
Conhecer →Teleradis
A fila da telerradiologia dentro da estação, com pendência, reconvocação e retificação traduzidas para o mesmo vocabulário de status.
Conhecer →Arquivo de operação
Assinado pela Ocean, cifrado e revogável. Descreve a operação para a estação e nunca carrega a senha do usuário. Quem lauda para duas clínicas importa dois arquivos e vê as duas filas.
Qualquer PACS
Padrão DICOM, clássico ou web, o mesmo que o seu arquivo já fala. Conexão cifrada e login único quando a TI exigir. Os endereços publicados pelo serviço aparecem em todas as estações.
Implantação e governança
Instala uma vez por estação. Configura uma vez para o parque.
Instala em minutos em Windows, macOS e Linux, sem nada a instalar antes. A TI distribui para o parque inteiro de uma vez, em silêncio, pela ferramenta de distribuição que já usa. Os instaladores de Windows e macOS são assinados.
Configura uma vez, vale para o parque. O que o serviço decide (endereços do PACS, protocolos de tela, impressoras) é publicado numa pasta de rede e aparece em todas as estações. O que cada radiologista ajusta fica na estação dele.
- Publicar um arquivo novo na pasta de rede basta para chegar a todas as estações
- O que vem do serviço é somente leitura. Ninguém troca o endereço do PACS por engano
- A ativação com código registra cada instalação no inventário da Ocean e permite revogá-la. Não é barreira: uma estação não ativada lê exatamente igual
- Quando há versão nova, a estação avisa e traz o instalador
- Na rede, as portas do PACS e a saída cifrada para os serviços Ocean. O detalhe está na ficha técnica
- Registros de suporte sem identificação de paciente. Lista de componentes publicada a cada versão, com varredura semanal
Segurança e privacidade
- Conexões: a conversa com os serviços Ocean e com o PACS web é cifrada. Com o PACS clássico, conexão cifrada com certificado dos dois lados quando a TI exigir.
- Senhas: senhas e credenciais de acesso ficam cifradas, com a chave no cofre do sistema, e nunca aparecem nos registros.
- Arquivo de operação: assinado pela Ocean e cifrado. A estação recusa arquivo alterado, montado ou de chave revogada.
- Sessão: renova sozinha, mas pede a senha de novo a cada 7 dias. Usuário desligado no RIS perde o acesso na estação na próxima renovação.
- Dados: identidade do paciente removida na exportação e no envio, pelo padrão DICOM. Registros de suporte sem nome nem número de paciente. Índice do arquivo local cifrado.
- Links: o botão no laudo só abre o que já está configurado. Um link nunca leva uma credencial guardada para outro endereço, e ativar por link sempre pergunta antes.



A Lumina Workstation em números
O que o serviço ganha, em números que dá para conferir.
Nenhum deles é promessa de resultado. São medidas do produto: o que ele tem, e o que isso significa para quem lauda.
Ficha técnica completa para a TI e para a resposta a edital
| Versão de referência | 1.0.1 |
|---|---|
| Sistemas operacionais | Windows, macOS e Linux, em x86-64 e aarch64 (Apple Silicon incluído) |
| Instaladores | MSI assinado (Azure Trusted Signing), com instalação silenciosa para GPO, SCCM e Intune · PKG assinado com Developer ID e notarizado · DEB e RPM · runtime Java embutido, nada a instalar |
| Idiomas | Português (Brasil), English, Español |
| Licença | Permissiva (EPL 2.0 ou Apache 2.0) · sem licença por assento, por máquina ou por médico |
| Protocolos de tela de fábrica | 18: tórax CR; TC de crânio, tórax e abdome com variantes de comparação; RM de crânio, mama, coluna, joelho, ombro, próstata e abdome; mamografia CC/MLO, comparação, digitalizada e tomossíntese; PET-CT |
| Perfis de barra de fábrica | 10: Radiologia geral, Neuro, MSK / Ortopedia, Cardio, Mama, Abdome, Tórax, Medicina nuclear / PET, Emergência, Mínimo |
| Atalhos | Cerca de 85 ações remapeáveis, com filtro por nome |
| Medidas | 14 geométricas · 8 medições clínicas nomeadas · marcação de coluna · escore de cálcio de Agatston com percentil MESA · curva tempo-intensidade · seguimento de lesão |
| Saída das medições | DICOM SR (TID 1500) no estudo, com envio opcional · CSV · Presentation State · texto para o laudo · autosave local das anotações |
| Conectividade | DIMSE: C-FIND, C-MOVE, C-GET, C-STORE, C-ECHO · DICOMweb: QIDO-RS, WADO-RS, STOW-RS, e WADO-URI para legados · TLS mútuo por nó DIMSE (1.2 e 1.3, sem cifra nula nem 3DES) · HTTPS e OAuth 2.0 / OpenID Connect no DICOMweb · esquema lumina:// com allowlist de comandos e hosts |
| Rede | Portas do PACS para DIMSE; HTTPS para DICOMweb e para os serviços Ocean · C-MOVE exige porta de entrada na estação (11113 de fábrica); C-GET e WADO-RS não · timeouts de fábrica: 10 s de conexão, 15 s de associação, dimensionados para WAN |
| Codecs | JPEG (baseline, extended, lossless), JPEG-LS, JPEG 2000, JPEG XL, RLE, Deflated |
| Arquivo local | 50 GB de fábrica (configurável) · remoção LRU dos menos usados · piso de disco livre · índice cifrado com chave no cofre do sistema (Keychain, DPAPI, Secret Service) |
| Lista de trabalho | Páginas de 50, até 200 exames por consulta, últimos 7 dias sem data inicial · pré-busca da fila a cada 5 minutos |
| Arquivo de operação (.ows) | Assinado (Ed25519) e cifrado (AES-GCM), versionado, com revogação de chaves · não carrega senha de usuário · token de acesso ao arquivo DICOM só no cofre do sistema |
| Sessão de operação | Renovação automática · senha exigida a cada 7 dias, por operação · usuário revogado no produto de origem perde a credencial guardada |
| Privacidade | De-identificação pelo perfil básico do DICOM PS3.15 na exportação e no envio, com UIDs consistentes · logs com HMAC por instalação, sem identificação de paciente · telemetria só de estação ativada, sem dado de paciente, com contrato fechado no servidor |
| Configuração | Cerca de 98 chaves documentadas, em quatro camadas (usuário › propriedade de lançamento › arquivo da instalação › padrão) · distribuição institucional por diretório de rede ou pacote de recursos |
| Sinal de vida (estação ativada) | 5 minutos após abrir e a cada 30 minutos · sem dado de paciente |
| 3D | OpenGL 3.3 ou superior; desativado com explicação em sessão remota (RDP/Citrix) |
| Qualidade | 3.010 testes automatizados em 366 classes (build de 4 de setembro de 2026) · SBOM CycloneDX por release · varredura semanal de dependências |
| Regulatório | Produto com registro na ANVISA |
Versão de referência 1.0.1; capturas de 5 de setembro de 2026 no macOS. Acervo de demonstração de-identificado, com pacientes fictícios “DEMO” e a instituição “Clinica Demo Ocean”; nas telas em que o ambiente de testes da Ocean aparece, nomes, identificadores e endereços foram pixelados. Nenhum paciente real aparece em qualquer imagem.
Perguntas frequentes
O que o serviço pergunta antes de decidir.
Funciona sem produto Ocean, só com o PACS que eu já tenho?
O que é o arquivo de operação? Ele carrega a minha senha?
Preciso instalar alguma coisa antes, ou visitar cada estação?
Como funciona a licença?
Dá para ler no plantão com internet ruim?
As medições chegam ao RIS?
Próximo passo
Veja a Lumina Workstation com os exames do seu serviço.
Uma demonstração de 45 minutos percorre o antes, o durante e o depois do laudo, com acervo de demonstração ou com os seus exames, se preferir.